<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-15116360</id><updated>2012-02-10T15:52:16.136-02:00</updated><title type='text'>Boletim Mineiro de História</title><subtitle type='html'>Boletim atualizado todas as quartas-feiras, objetiva trazer temas para discussão, informar sobre concursos, publicações de livros e revistas. Aceita-se contribuições, desde que versem sobre temas históricos. É um espaço plural, aberto a todas as opiniões desde que não contenham discriminações, racismo ou incitamentos ilegais. Os artigos assinados são de responsabilidade única de seus autores e não refletem o pensamento do autor do Boletim.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>ricardo faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09158504463703150448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>241</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15116360.post-5410776858502665561</id><published>2010-08-19T09:43:00.003-03:00</published><updated>2010-08-19T10:36:52.908-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O passado e o presente da imprensa brasileira&lt;br /&gt;A revista Época fez o que se espera da Globo, um dos pilares de sustentação da ditadura militar: resgatou a agenda da Guerra Fria e destacou na capa o “passado de Dilma”. O ovo da serpente permanece presente na sociedade brasileira. O que deveria ser tema de orgulho para uma sociedade democrática é apresentado por uma das principais revistas do país com ares de suspeita. Os editores de Época honram assim o passado autoritário e anti-democrático de sua empresa e nos mostram que ele está vivo e atuante. No RS, jornal Zero Hora aplaude suspensão de indenizações às vítimas da ditadura e fala do risco de instituir uma "bolsa anistia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16886&amp;amp;boletim_id=747&amp;amp;componente_id=12448"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16886&amp;amp;boletim_id=747&amp;amp;componente_id=12448&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A guerra no Afeganistão: ecos do Vietnã&lt;br /&gt;Os fuzileiros estão enfrentando um problema que sempre espreitou os conquistadores, e que é muito familiar para os Estados Unidos, desde o Vietnã. Em 1969, Douglas Pike, o mais importante acadêmico governamental nos assuntos do Vietnã lamentou que o inimigo – a Frente de Libertação Nacional (FLN) – era o único partido político verdadeiramente baseado nas massas no Vietnã do Sul”. Qualquer esforço para competir politicamente com esse inimigo seria como um conflito entre uma sardinha e uma baleia, reconheceu Pike. O artigo é de Noam Chomsky.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16884&amp;amp;boletim_id=747&amp;amp;componente_id=12449"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16884&amp;amp;boletim_id=747&amp;amp;componente_id=12449&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MISCELÂNEA CAFÉ HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;New York Herald Tribune! New York Herald Tribune!&lt;br /&gt;O movimento cinematográfico da Nouvelle Vague completa cinqüenta anos e continua sendo o símbolo de uma das&lt;br /&gt;mudanças mais radicais na história do cinema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAFÉ EXPRESSO NOTICIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro de Peter Burke mostra Gilberto Freire nos debates de sua época&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FÓRUNS EM DESTAQUE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A historiografia é composta apenas por obras escritas ou o não-escrito também pode ser visto como uma obra de história?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participe: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/a-historiografia-e-composta?xg_source=msg_mes_network" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/a-historiografia-e-composta?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são as razões históricas para a opressão da mulher?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participe: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/quais-sao-as-razoes-historicas?xg_source=msg_mes_network" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/quais-sao-as-razoes-historicas?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VÍDEOS NOVOS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Incrível História do Número 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Asissta: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/video/a-historia-do-numero-1-patre-5?xg_source=msg_mes_network" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/video/a-historia-do-numero-1-patre-5?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVOS GRUPOS DE ESTUDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nouvelle Vague&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participe: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/group/nouvellevague?xg_source=msg_mes_network" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/group/nouvellevague?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;História do Espiritismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participe: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/group/espiritismo?xg_source=msg_mes_network" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/group/espiritismo?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIVRO EM DESTAQUE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro Bullying - Mentes Perigosas nas Escolas: Como Identificar e Combater, de Ana Beatriz Barbosa Silva, foi&lt;br /&gt;lançado em 2010, mas já se tornou um clássico para se compreender esse antigo problema do universo escolar.&lt;br /&gt;Visite Cafe Historia em: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro é voltado para estudantes que estejam prestes a entrar no mercado de trabalho e cheios de dúvidas práticas: como montar um currículo, como participar de uma entrevista, quais características um editor busca para a equipe etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mais voltado para o mundo do jornalismo (tem inclusive questões como "sou formado em outra área e quero virar jornalista, o que fazer?"), mas também pode ajudar em outras profissões, porque as dúvidas são muito parecidas.&lt;br /&gt;Quem escreveu foi Cristina Castro e a editora de Treinamento da Folha, Ana Estela de Sousa Pinto. A gente tem um blog, chamado "Novo em Folha", também voltado para esse público, e o que mais chega é esse tipo de dúvida. Por isso achamos que poderá ser útil a muita gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo Irã: os riscos de uma Terceira Guerra Mundial&lt;br /&gt;As consequências de um ataque mais amplo por parte dos EUA, da OTAN e de Israel contra o Irã são de grande alcance. A guerra e a crise econômica estão intimamente relacionadas. A economia de guerra é financiada por Wall Street que, por sua vez, se ergue como credor da administração dos EUA. Por sua vez, “a luta pelo petróleo” no Oriente Médio e Ásia Central serve diretamente aos interesses dos gigantes do petróleo anglo-estadunidense. Os EUA e seus aliados estão “batendo os tambores da guerra” na altura de uma depressão econômica mundial, para não mencionar a catástrofe ambiental mais grave na história da humanidade. O artigo é de Michel Chossudovsky, diretor do Centro para Investigação sobre a Globalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16872&amp;amp;boletim_id=745&amp;amp;componente_id=12419"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16872&amp;amp;boletim_id=745&amp;amp;componente_id=12419&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Gênero, Cultura e Poder." em Didática da História&lt;br /&gt;&lt;a href="http://didaticadahistoria.ning.com/events/event/show?id=6001690%3AEvent%3A504&amp;amp;xgi=1G87Q2p4u83AMt&amp;amp;xg_source=msg_invite_event" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Horário: 28 setembro 2010 a 1 outubro 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Campus Jataí da UFG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizado por: UFG&lt;br /&gt;Descrição do evento:I Congresso Internacional do Curso de História da UFG/Jataí: Gênero, Cultura e Poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28 de setembro a 01 de outubro de 2010 – Campus Jataí da UFG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.congressohistóriajatai.org/2010"&gt;www.congressohistóriajatai.org/2010&lt;/a&gt; e-mail: congressohistoriajatai@gmail.com&lt;br /&gt;Ver mais detalhes e RSVP em Didática da História:&lt;a href="http://didaticadahistoria.ning.com/events/event/show?id=6001690%3AEvent%3A504&amp;amp;xgi=1G87Q2p4u83AMt&amp;amp;xg_source=msg_invite_event" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://didaticadahistoria.ning.com/events/event/show?id=6001690%3AEvent%3A504&amp;amp;xgi=1G87Q2p4u83AMt&amp;amp;xg_source=msg_invite_event&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;bibliotecadiplô e OUTRASPALAVRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="COLOR: rgb(29,30,206)" href="http://www.outraspalavras.net/?p=1602" rel="nofollow" target="_blank"&gt;O economista das revoluções pós-modernas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Christian Marazzi desvia-se do marxismo ortodoxo para enxergar quais são as novas estratégias do capital -- e como a multidão, em rede, pode vencê-las&lt;br /&gt;&lt;a style="COLOR: rgb(29,30,206)" href="http://www.outraspalavras.net/?p=1617" rel="nofollow" target="_blank"&gt;Política também é Cultura?&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A coordenadora da Conferência Nacional de Cultura apresenta as leis que podem -- se aprovadas no Congresso -- estimular milhões de produtores brasileiros&lt;br /&gt;&lt;a style="COLOR: rgb(29,30,206)" href="http://www.outraspalavras.net/?p=1630" rel="nofollow" target="_blank"&gt;Reportagem em Gaza&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisadora norte-americana narra como vive (e resiste) o território que os governantes de Israel querem isolar do mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IV Seminário História das Doençasocorrerá nos dias 1, 2 e 3 de setembro de 2010no Auditório do Museu da Vida /Fiocruz (Av. Brasil, 4365), Rio de Janeiro.Contamos com a presença de todos esolicitamos a divulgação do evento através do encaminhamento doconvite em anexo.Além de conferências e mesas-redondas,o evento prevê a inscrição para apresentação de trabalhos em sessõesorais e de pôsteres,que serão selecionados por uma comissão científica:Prazo 20 de agosto de 2010Informações(21) 34429904 (Luciana Kanhan)&lt;a href="mailto:eventofiocruz@terra.com.br" rel="nofollow" target="_blank"&gt;eventofiocruz@terra.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15116360-5410776858502665561?l=boletimmineirodehistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/feeds/5410776858502665561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15116360&amp;postID=5410776858502665561' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/5410776858502665561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/5410776858502665561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/2010/08/o-passado-e-o-presente-da-imprensa.html' title=''/><author><name>ricardo faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09158504463703150448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15116360.post-2386466494808514350</id><published>2010-08-08T10:15:00.007-03:00</published><updated>2010-08-10T10:08:15.297-03:00</updated><title type='text'>Número 240</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;Ando com dificuldades para fazer o Boletim, já que não estou em casa. Semana passada, perdi todo o material já pronto para ser postado...&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;Vamos tentar de novo, ja pedindo desculpas pelo amadorismo...&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;Nao vamos nos esquecer: de 12 a 22 de agosto, temos a Bienal Internacional do Livro, em Sao Paulo. O evento acontece no Ahembi.&lt;/span&gt;   &lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noticia muito seria, do Boletim da Anpuh. Nao deixe de ler e participar!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt; 																		&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:130%;"  &gt;NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL: AVISO AOS REFORMADORES&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; 																	&lt;p&gt; 																		&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:85%;"  &gt;por Silvia Hunold Lara (Depto. História - UNICAMP) &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; 																	&lt;p style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; 																		&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:85%;"  &gt;No início de junho desse  ano, o Anteprojeto de Código de Processo Civil, elaborado por uma  Comissão de Juristas que se reúne desde 2009, foi apresentado ao Senado.  Na semana passada, uma comissão foi criada para examinar as 261 páginas  do documento, com vários assuntos polêmicos. Certamente, deve haver  muita discussão. Mas há algo que precisa ser esclarecido desde já: a  comissão de juristas que elaborou o anteprojeto e o senador José Sarney,  que o encaminhou ao Senado, cometem um duplo atentado à cidadania, ao  autorizarem a destruição completa da memória do judiciário brasileiro e  ignorarem demandas sociais reivindicadas há décadas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; 																	&lt;p style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; 																		&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:85%;"  &gt;Sim, é disso que se  trata. O artigo 967 do atual anteprojeto repete as mesmas palavras do  antigo artigo 1.215 do Código, promulgado em 1973, que autorizava a  eliminação completa dos autos findos e arquivados há mais de cinco anos,  "por incineração, destruição mecânica ou por outro meio adequado". Em  total desrespeito ao direito cidadão de preservação da história e às  regras arquivísticas mais elementares, a determinação reforça a moda  burocrática de limpar o passado. Certamente, os processos findos há  cinqüenta, cem anos não servem mais para as partes envolvidas - mas  servem, e muito, para se conhecer a história do judiciário, dos  movimentos e das relações sociais no Brasil... A determinação decreta a  amnésia social e espezinha o direito que todos temos à memória e à história. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; 																	&lt;p style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; 																		&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:85%;"  &gt;A medida tem  antecedentes históricos. Em 1890, Rui Barbosa mandou queimar os  documentos referentes aos escravos existentes na Tesouraria da Fazenda,  na tentativa de eliminar a "nódoa da escravidão" e impedir que  ex-senhores insatisfeitos com a Abolição tivessem provas para abrir  processos de indenização. A medida era meramente prática, mas rende  muitos transtornos para quem quer conhecer os números da demografia  escrava no final do século XIX. Seu ato, mesmo aparentemente  justificável para um ministro da Fazenda preocupado em proteger o  Tesouro nacional, rende-lhe até hoje a pecha de ter mandado queimar  todos os arquivos da escravidão. Há algum tempo, os historiadores  conseguiram contornar parcialmente o ato lesivo de Rui Barbosa graças ao  acesso a outros documentos - em especial os guardados pelo judiciário brasileiro. Há muitos exemplos: as ações cíveis do século XIX incluíam  freqüentemente entre suas provas os registros de propriedade sobre os  escravos, com dados importantes como idade, condição matrimonial,  ofício, etc; os litígios sobre inventários traziam documentos que  permitem aos historiadores conhecer a vida cotidiana das fazendas e  engenhos daquele período; diversos autos cíveis trataram de negociações  sobre a alforria de cativos e libertos, revelando aspectos importantes  da história da liberdade em nosso país. O uso dessa documentação, nas  últimas décadas, permitiu redimensionar a história da escravidão e tem  sido utilizada cada vez mais para conhecer a história dos trabalhadores  livres e da vida cotidiana no Brasil dos séculos XIX e XX. Valor  documental similar têm os processos criminais e os da Justiça do Trabalho - fontes preciosas que voltam a ser ameaçadas.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; 																	&lt;p style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; 																		&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:85%;"  &gt;Sim, voltam a ser  ameaçadas. Promulgado o Código de Processo Civil em 1973, a comunidade  nacional e internacional de historiadores, juristas e arquivistas,  depois de muita gritaria e vários artigos em jornais e revistas  especializadas, conseguiu, em plena ditadura, suspender a vigência do  tal artigo 1.215 (lei 6.246, de 7/10/1975). O que terá levado a Comissão  de juristas a ignorar toda essa movimentação e a lei 6.246? Talvez  sejam adeptos da mencionada moda de limpeza burocrática, talvez  concordem com os argumentos aparentemente singelos (mas facilmente  contestáveis) da necessidade de economia com a redução de custos de  armazenamento de papéis velhos, ou confortem-se com cláusula que  prosaicamente manda recolher aos arquivos públicos os "documentos de  valor histórico" existentes nos autos a serem eliminados. Talvez ainda se sintam à vontade para tal ato de soberania, diante das  dificuldades muitas vezes enfrentadas por historiadores e magistrados  para suspender autorização análoga existente no âmbito da Justiça do  Trabalho. Apesar das vitórias conseguidas com a criação de memoriais e  centros de documentação em vários Estados e de numerosas resoluções  aprovadas consensualmente em encontros nacionais sobre a preservação da  memória da Justiça do Trabalho, com participação expressiva de  pesquisadores, arquivistas e, principalmente, dos magistrados, milhares  de autos trabalhistas findos há mais de cinco anos têm sido destruídos,  sob a proteção da Lei 7.627, de novembro de 1987.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; 																	&lt;p style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; 																		&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:85%;"  &gt;Rui Barbosa pelo menos lidava com questões mais concretas. No caso do atual projeto de lei, nada justifica tal barbaridade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; 																	&lt;p style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; 																		&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:85%;"  &gt;Restaurar a autorização  para eliminar os processos cíveis findos, além de atentar contra o  direito constitucional de acesso à informação (nele incluída a  informação histórica, tenha ela 200, 100, 20 ou 10 anos), é também  ignorar que o atual Código de Processo Civil foi modificado em função de  reivindicações de entidades culturais e daqueles que são  profissionalmente responsáveis pela preservação da memória e da história  do Brasil. O Senado tem agora o dever de corrigir esse duplo atentado à  cidadania - ou será cúmplice desse crime? Por que não aproveitar a  ocasião para mudar, inscrevendo em lei a necessidade de proteger de fato  o patrimônio público nacional, do qual fazem parte os processos  judiciais (cíveis, criminais e trabalhistas)? Isso, sim, seria um bom modo de entrar para a  história! Com a palavra os Senadores. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  																 															 															 																 																	&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CPablo%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CPablo%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CPablo%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt; 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 &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Promoção automática ou progressão continuada?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;sábado, 31 de julho de 2010&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Em sabatina realizada com candidatos ao governo de São Paulo, o tema da promoção automática de alunos se confundiu com um conceito distinto, o de progressão continuada. Desta confusão nasce um dos debates mais equivocados a respeito da educação em nosso país: aquele em que identifica a progressão continuada como omissão pedagógica da escola e a repetência como rigor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;A confusão é generalizada e envolve pais e até mesmo professores. A repetência é uma face da mesma moeda em que se situa a promoção automática. Ambas simplesmente negam o acompanhamento efetivo do aluno que se encontra em dificuldades. Ambas são omissas. A repetência nasce de uma concepção taylorista educacional que se forjou na última década do século XIX nos EUA, formulada por Joseph Mayer Rice. Rice vinculou os objetivos da educação à formação para a indústria. A partir desta escolha, criou um ranking de conteúdos, tendo a matemática e a física como principais, seguidas pela biologia, química e comportamento social. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;O tempo de aula foi decomposto em módulos-aula em que o ranking de conteúdos era distribuído. E nasceu a seriação, onde um ano era base (pré-requisito) para o seguinte, criando uma escala linear de ensino. O problema é que esta concepção tem muito de administração racional do trabalho mas muito pouco de educação e desenvolvimento humano. Os seres humanos, para desespero dos educadores tayloristas, não saltam de patamar cognitivo ou afetivo a cada mês ou a cada ano. O “calendário humano” é outro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Este peculiar calendário do desenvolvimento humano foi tema de muitos pesquisadores muito citados, mas pouco compreendidos como Jean Piaget, Henri Wallon, reafirmados por outros pesquisadores contemporâneos, como o neurologista Antonio Damasio, para citar alguns. A repetência é um elemento do sistema de verificação da seriação, não de avaliação do processo de desenvolvimento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Explico: a seriação define um patamar ideal que o aluno deve atingir. Este patamar deve ser atingido indistintamente, sem que se tenha muita preocupação com as dificuldades peculiares de aprendizagem. A partir do patamar ideal, cria-se um ranking de classificação. E aqueles que não atingem um determinado índice deste ranking devem repetir. A repetência, por sua vez, repete (a redundância é inevitável) o que o aluno que não atingiu o patamar mínimo já assistiu em muitas aulas. As aulas de reforço incorrem no mesmo erro: acreditam que pela repetição o aluno passa a se condicionar à resposta certa. Contudo, num mundo em que uma novidade tecnológica ocorre a cada seis meses, por segmento produtivo, esta crença na memorização como carro-chefe do processo educacional cai por terra. Repetir um aluno, portanto, é anacrônico e um ato pouco profissional do ponto de vista educacional. A promoção automática também incorre neste erro porque tampouco leva em consideração o processo de aprendizagem. Entre repetir e promover automaticamente está justamente a educação. Interessante que o primeiro artigo sobre sistema de ciclos escrito por um brasileiro foi publicado na década de 1950, no Rio Grande do Sul. O título do artigo era "Promoção automática ou progessão continuada?". Mais de meio século depois, continuamos não compreendendo a diferença entre as duas propostas. São Paulo apresenta ainda mais dificuldade porque em 1921, Oscar Thompson, diretor geral do Ensino do Estado, propôs, na Conferência Interestadual de Ensino Primário, a promoção em massa. Sampaio Dória também sugeriu algo semelhante, a promoção automática. Em 1956, durante a Conferência Regional Latino-Americana sobre Educação Primária Gratuita e Obrigatória, promovida pela UNESCO foi amplamente discutido um estudo sobre reprovações na escola primária na América Latina. Dentre as medidas sugeridas estava a promoção automática. O sistema de ciclos não propõe a promoção automática, mas na adoção de enturmações múltiplas (além das turmas de referência) para alunos que apresentarem dificuldades específicas. Digamos que uma vez por semana as escolas se dedicam a estas enturmações diferentes. A promoção, naquela área em que se apresenta dificuldade de aprendizagem, ocorre quando o professor definir e considerar adequado. Naquilo em que está bem, o aluno é promovido. Naquilo em que está apresentando dificuldades, continua numa turma intermediária. O método adotado nesta enturmação específica é diferente do aplicado anteriormente. Não se trata de repetência. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;O Brasil tenta criar atalhos na educação. E não percebe que, por aí, banalizamos o caminho do desenvolvimento sustentável.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;Anna Karenina enviou:&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Jorge Furtado e as eleições 2010 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Dez falsos motivos para não votar na Dilma&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;por Jorge Furtado em 25 de julho de 2010, em seu blog&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Tenho alguns amigos que não pretendem votar na Dilma, um ou outro até diz que vai votar no Serra. Espero que sigam sendo meus amigos. Política, como ensina André Comte-Sponville, supõe conflitos: “A política nos reúne nos opondo: ela nos opõe sobre a melhor maneira de nos reunir”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Leio diariamente o noticiário político e ainda não encontrei bons argumentos para votar no Serra, uma candidatura que cada vez mais assume seu caráter conservador. Serra representa o grupo político que governou o Brasil antes do Lula, com desempenho, sob qualquer critério, muito inferior ao do governo petista, a comparação chega a ser enfadonha, vai lá para o pé da página, quem quiser que leia. (1)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Ouvi alguns argumentos razoáveis para votar em Marina, como incluir a sustentabilidade na agenda do desenvolvimento. Marina foi ministra do Lula por sete anos e parece ser uma boa pessoa, uma batalhadora das causas ambientalistas. Tem, no entanto (na minha opinião) o inconveniente de fazer parte de uma igreja bastante rígida, o que me faz temer sobre a capacidade que teria um eventual governo comandado por ela de avançar em questões fundamentais como os direitos dos homossexuais, a descriminalização do aborto ou as pesquisas envolvendo as células tronco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Ouço e leio alguns argumentos para não votar em Dilma, argumentos que me parecem inconsistentes, distorcidos, precários ou simplesmente falsos. Passo a analisar os dez mais freqüentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;1. “Alternância no poder é bom”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Falso. O sentido da democracia não é a alternância no poder e sim a escolha, pela maioria, da melhor proposta de governo, levando-se em conta o conhecimento que o eleitor tem dos candidatos e seus grupo políticos, o que dizem pretender fazer e, principalmente, o que fizeram quando exerceram o poder. Ninguém pode defender seriamente a idéia de que seria boa a alternância entre a recessão e o desenvolvimento, entre o desemprego e a geração de empregos, entre o arrocho salarial e o aumento do poder aquisitivo da população, entre a distribuição e a concentração da riqueza. Se a alternância no poder fosse um valor em si não precisaria haver eleição e muito menos deveria haver a possibilidade de reeleição. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;2. “Não há mais diferença entre direita e esquerda”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Falso. Esquerda e direita são posições relativas, não absolutas. A esquerda é, desde a sua origem, a posição política que tem por objetivo a diminuição das desigualdades sociais, a distribuição da riqueza, a inserção social dos desfavorecidos. As conquistas necessárias para se atingir estes objetivos mudam com o tempo. Hoje, ser de esquerda significa defender o fortalecimento do estado como garantidor do bem-estar social, regulador do mercado, promotor do desenvolvimento e da distribuição de riqueza, tudo isso numa sociedade democrática com plena liberdade de expressão e ampla defesa das minorias. O complexo (e confuso) sistema político brasileiro exige que os vários partidos se reúnam em coligações que lhes garantam maioria parlamentar, sem a qual o país se torna ingovernável. A candidatura de Dilma tem o apoio de políticos que jamais poderiam ser chamados de “esquerdistas”, como Sarney, Collor ou Renan Calheiros, lideranças regionais que se abrigam principalmente no PMDB, partido de espectro ideológico muito amplo. José Serra tem o apoio majoritário da direita e da extrema-direita reunida no DEM (2), da “direita” do PMDB, além do PTB, PPS e outros pequenos partidos de direita: Roberto Jefferson, Jorge Borhausen, ACM Netto, Orestes Quércia, Heráclito Fortes, Roberto Freire, Demóstenes Torres, Álvaro Dias, Arthur Virgílio, Agripino Maia, Joaquim Roriz, Marconi Pirilo, Ronaldo Caiado, Katia Abreu, André Pucinelli, são todos de direita e todos serristas, isso para não falar no folclórico Índio da Costa, vice de Serra. Comparado com Agripino Maia ou Jorge Borhausen, José Sarney é Che Guevara. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;3. “Dilma não é simpática”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Argumento precário e totalmente subjetivo. Precário porque a simpatia não é, ou não deveria ser, um atributo fundamental para o bom governante. Subjetivo, porque o quesito “simpatia” depende totalmente do gosto do freguês. Na minha opinião, por exemplo, é difícil encontrar alguém na vida pública que seja mais antipático que José Serra, embora ele talvez tenha sido um bom governante de seu estado. Sua arrogância com quem lhe faz críticas, seu destempero e prepotência com jornalistas, especialmente com as mulheres, chega a ser revoltante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;4. “Dilma não tem experiência”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Argumento inconsistente. Dilma foi secretária de estado, foi ministra de Minas e Energia e da Casa Civil, fez parte do conselho da Petrobras, gerenciou com eficiência os gigantescos investimentos do PAC, dos programas de habitação popular e eletrificação rural. Dilma tem muito mais experiência administrativa, por exemplo, do que tinha o Lula, que só tinha sido parlamentar, nunca tinha administrado um orçamento, e está fazendo um bom governo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;5. “Dilma foi terrorista”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Argumento em parte falso, em parte distorcido. Falso, porque não há qualquer prova de que Dilma tenha tomado parte de ações “terroristas”. Distorcido, porque é fato que Dilma fez parte de grupos de resistência à ditadura militar, do que deve se orgulhar, e que este grupo praticou ações armadas, o que pode (ou não) ser condenável. José Serra também fez parte de um grupo de resistência à ditadura, a AP (Ação Popular), que também praticou ações armadas, das quais Serra não tomou parte. Muitos jovens que participaram de grupos de resistência à ditadura hoje participam da vida democrática como candidatos. Alguns, como Fernando Gabeira, participaram ativamente de seqüestros, assaltos a banco e ações armadas. A luta daqueles jovens, mesmo que por meios discutíveis, ajudou a restabelecer a democracia no país e deveria ser motivo de orgulho, não de vergonha. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;6. “As coisas boas do governo petista começaram no governo tucano”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Falso. Todo governo herda políticas e programas do governo anterior, políticas que pode manter, transformar, ampliar, reduzir ou encerrar. O governo FHC herdou do governo Itamar o real, o programa dos genéricos, o FAT, o programa de combate a AIDS. Teve o mérito de manter e aperfeiçoá-los, desenvolvê-los, ampliá-los. O governo Lula herdou do governo FHC, por exemplo, vários programas de assistência social. Teve o mérito de unificá-los e ampliá-los, criando o Bolsa Família. De qualquer maneira, os resultados do governo Lula são tão superiores aos do governo FHC que o debate “quem começou o quê” torna-se irrelevante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;7. “Serra vai moralizar a política”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Argumento inconsistente. Nos oito anos de governo tucano-pefelista – no qual José Serra ocupou papel de destaque, sendo escolhido para suceder FHC – foram inúmeros os casos de corrupção, um deles no próprio Ministério da Saúde, comandado por Serra, o superfaturamento de ambulâncias investigado pela “Operação Sanguessuga”. Se considerarmos o volume de dinheiro público desviado para destinos nebulosos e paraísos fiscais nas privatizações e o auxílio luxuoso aos banqueiros falidos, o governo tucano talvez tenha sido o mais corrupto da história do país. Ao contrário do que aconteceu no governo Lula, a corrupção no governo FHC não foi investigada por nenhuma CPI, todas sepultadas pela maioria parlamentar da coligação PSDB-PFL. O procurador da república ficou conhecido com “engavetador da república”, tal a quantidade de investigações criminais que morreram em suas mãos. O esquema de financiamento eleitoral batizado de “mensalão” foi criado pelo presidente nacional do PSDB, senador Eduardo Azeredo, hoje réu em processo criminal. O governador José Roberto Arruda, do DEM, era o principal candidato ao posto de vice-presidente na chapa de Serra, até ser preso por corrupção no “mensalão do DEM”. Roberto Jefferson, réu confesso do mensalão petista, hoje apóia José Serra. Todos estes fatos, incontestáveis, não indicam que um eventual governo Serra poderia ser mais eficiente no combate à corrupção do que seria um governo Dilma, ao contrário. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;8. “O PT apóia as FARC”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Argumento falso. É fato que, no passado, as FARC ensaiaram uma tentativa de institucionalização e buscaram aproximação com o PT, então na oposição, e também com o governo brasileiro, através de contatos com o líder do governo tucano, Arthur Virgílio. Estes contatos foram rompidos com a radicalização da guerrilha na Colômbia e nunca foram retomados, a não ser nos delírios da imprensa de extrema-direita. A relação entre o governo brasileiro e os governos estabelecidos de vários países deve estar acima de divergências ideológicas, num princípio básico da diplomacia, o da auto-determinação dos povos. Não há notícias, por exemplo, de capitalistas brasileiros que defendam o rompimento das relações com a China, um dos nossos maiores parceiros comerciais, por se tratar de uma ditadura. Ou alguém acha que a China é um país democrático? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;9. “O PT censura a imprensa”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Argumento falso. Em seus oito anos de governo o presidente Lula enfrentou a oposição feroz e constante dos principais veículos da antiga imprensa. Esta oposição foi explicitada pela presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) que declarou que seus filiados assumiram “a posição oposicionista (sic) deste país”. Não há registro de um único caso de censura à imprensa por parte do governo Lula. O que há, frequentemente, é a queixa dos órgãos de imprensa sobre tentativas da sociedade e do governo, a exemplo do que acontece em todos os países democráticos do mundo, de regulamentar a atividade da mídia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;10. “Os jornais, a televisão e as revistas falam muito mal da Dilma e muito bem do Serra”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Isso é verdade. E mais um bom motivo para votar nela e não nele. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;***** &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;(1) Alguns dados comparativos dos governos FHC e Lula. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Geração de empregos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;FHC/Serra = 780 mil x Lula/Dilma = 12 milhões &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Salário mínimo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;FHC/Serra = 64 dólares x Lula/Dilma = 290 dólares &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Mobilidade social (brasileiros que deixaram a linha da pobreza):&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;FHC/Serra = 2 milhões x Lula/Dilma = 27 milhões &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Risco Brasil:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;FHC/Serra = 2.700 pontos x Lula/Dilma = 200 pontos &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Dólar:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;FHC/Serra = R$ 3,00 x Lula/Dilma = R$ 1,78 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Reservas cambiais:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;FHC/Serra = 185 bilhões de dólares negativos x Lula/Dilma = 239 bilhões de dólares positivos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Relação crédito/PIB:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;FHC/Serra = 14% x Lula/Dilma = 34% &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Produção de automóveis:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;FHC/Serra = queda de 20% x Lula/Dilma = aumento de 30% &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Taxa de juros:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;FHC/Serra = 27% x Lula/Dilma = 10,75% &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;(2) Elio Gaspari, na Folha de S.Paulo de 25.07.10: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;José Serra começou sua campanha dizendo: “Não aceito o raciocínio do nós contra eles”, e em apenas dois meses viu-se lançado pelo seu colega de chapa numa discussão em torno das ligações do PT com as Farc e o narcotráfico. Caso típico de rabo que abanou o cachorro. O destempero de Indio da Costa tem método. Se Tupã ajudar Serra a vencer a eleição, o DEM volta ao poder. Se prejudicar, ajudando Dilma Rousseff, o PSDB sairá da campanha com a identidade estilhaçada. Já o DEM, que entrou na disputa com o cocar do seu mensalão, sairá brandindo o tacape do conservadorismo feroz que renasceu em diversos países, sobretudo nos Estados Unidos. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Jorge Furtado é um cineasta e roteirista brasileiro, diretor de Ilha das Flores (1987) e Saneamento Básico (2007).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Vania me enviou este comentário publicado na Folha de Sao Paulo&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;CLAUDIO WEBER ABRAMO &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Presente fictício, futuro estático &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 51, 0); font-style: italic;"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Os candidatos são reacionariamente situacionistas; tanto faz quem seja eleito &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 51, 0); font-style: italic;"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;ELEIÇÕES TÊM a ver com o futuro. Plataformas eleitorais formulam-se em torno de visões sobre como a comunidade deve orientar-se na projeção do tempo. Para que alguém possa propor algo a respeito do futuro, é imprescindível que se baseie em alguma espécie de apreciação sobre o presente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 51, 0); font-style: italic;"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Qual é o presente que os candidatos "mainstream" à Presidência da República e aos governos estaduais têm em mente? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 51, 0); font-style: italic;"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Seja porque acreditem, seja porque tenham receio de exprimir claramente o que pensam, para esses candidatos o Brasil seria mesmo aquele país pujante e cheio de gente otimista dos reclames publicitários oficiais e das grandes empresas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 51, 0); font-style: italic;"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Todos, ou quase todos, parecem entregues ao simbolismo fictício dos Brics, como se realmente fizesse algum sentido mencionar o Brasil na mesma frase em que aparecem China, Rússia ou Índia. Todos acham que sediar a Copa do Mundo de futebol em 2014 seja algo sensato. Ninguém tem alguma palavra crítica ao Bolsa Família. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 51, 0); font-style: italic;"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;É claro que deve haver quem seja capaz de apresentar argumentos em favor da Copa de 2014, do Bolsa Família e de outros temas (embora quanto às pretensas condições de desenvolvimento brasileiras isso seja missão impossível). O que espanta é inexistência de vozes discordantes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 51, 0); font-style: italic;"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Enquanto os candidatos jogam o jogo do contente, o país real convive com um poder Legislativo irrelevante, com partidos com escassa ou nenhuma representatividade política, com um poder Judiciário incapaz de proporcionar justiça, com agências reguladoras capturadas pelos interesses que deveriam vigiar, com um funcionalismo público que, com raras e notáveis exceções, varia de incompetente a aproveitador, com um setor privado avesso ao risco e à inventividade, com uma academia improdutiva... a lista das disfuncionalidades brasileiras é inesgotável. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 51, 0); font-style: italic;"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;No entanto, nenhuma dessas e outras ineficiências, incompetências e picaretagens aparece nas plataformas dos candidatos com alguma chance de sucesso eleitoral. Para eles, o presente está ótimo e nada há a mudar em relação ao futuro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 51, 0); font-style: italic;"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Na prática, portanto, e independentemente das siglas partidárias sob as quais se apresentam ou de seus eventuais apoiadores, os candidatos são todos reacionariamente situacionistas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); font-style: italic;"&gt;O que, ao fim e ao cabo, é natural e esperado. Num país que vive de ilusões, eleições representam apenas mais uma vertente ficcional. De modo que tanto faz quem venha a ser eleito. Mudarão apenas os personagens, os grupos beneficiados por privilégios e os aventureiros entre os quais o Estado será repartido. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;CLAUDIO WEBER ABRAMO é diretor-executivo da Transparência Brasil&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Governo avança no modelo de universidade subordinado ao Banco Mundial &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Escrito por Valéria Nader &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Com exígua divulgação pela mídia, foi há alguns dias anunciado pelo governo o ‘Pacote de Autonomia Universitária’, através da MP 435/2010 e dos Decretos de nº. 7232, 7233 e 7234. Esta é mais umas das medidas do governo Lula que, a partir de um olhar raso, pode levar às tão corriqueiras críticas dos setores mais conservadores, ressaltando uma suposta maior participação do Estado na economia e o desperdício dos recursos públicos. Caminha-se, no entanto, no sentido oposto, em irrefutável rota de colisão relativamente à autonomia universitária. Roberto Leher, professor da Faculdade de Educação da UFRJ, nos fala sobre o pacote.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4901/9/"&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4901/9/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt;Outra colaboracao do Guilherme Souto:&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alerta para quem crê na mídia: o que vendem os “especialistas”?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“Elite Oculta”: Você sabe a quem interessa a pauta que lhe vendem?&lt;br /&gt;31/1/2010, Janine R. Wedel, Huffington Post&lt;br /&gt;Traduzido por Caia Fittipaldi&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Na  comunidade de menos de duas mil almas onde fui criada, os famosos seis  graus de separação derretem. Em cidades muito pequenas você é obrigado a  desempenhar vários papéis: cuidar dos filhos do vizinho, o qual é seu  professor e amigo do seu pai, e que é casado com a professora da Escola  Dominical. Há aí algum espaço para nepotismo e corrupção? Há. Mas, ao  mesmo tempo, todos sabem o que todos estão fazendo, e as agendas e  pautas ocultas são quase impossíveis. Em cidades muito pequenas,  agendas, pautas, papéis sociais, relacionamentos e apadrinhamentos são  bem visíveis.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Ao contrário, entre os operadores do poder, os “flexibilizadores” [1]  que operam hoje no mundo – a elite oculta –, o público jamais consegue  ver com clareza todas as agendas, pautas, papéis, relacionamentos e  apadrinhamentos que os ligam.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Examinamos alguns desses “flexibilizadores” e vimos que mesmo quando são  processados por fraudar o fisco, eles continuam dando jeito de garantir  seu lugar à mesa, e sempre voltam. Onde antes havia poucos agentes de  poder e as afiliações eram mais estáveis, a nova geração de atores –  cujos muitos e sempre fluidos relacionamentos refletem a multiplicidades  de empresas que vivem hoje muito próximas do Estado – atuam globalmente  e são difíceis de rastrear.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Os papéis se sobrepõem e interconectam, podem criar comunidades  vibrantes e fortes – e podem ajudar a explicar por que uma pequena  comunidade pode ser ao mesmo tempo insular e altamente engajada no  mundo. Essa estrutura admite e dá apoio a mobilizações, seja para  organizar uma festa ou um movimento de ajuda comunitária. A comunidade  onde nasci, que tem raízes na tradição Menonita de serviço social,  organizou-se muito rapidamente para ajudar o Haiti. Em boa parte porque  lá todos têm informação de primeira mão e há sólida rede de  interdependência.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Em pequena escala, a interdependência de papéis e relacionamentos é  benéfica. Mas se se aplica à elite oculta, o modelo cria riscos  imediatos à democracia. Enquanto, numa pequena comunidade, há instalado  um apparatus que impede que se constituam agendas ocultas e ajuda a  discernir entre o que interessa aos muitos e o que não interessa –  pode-se sempre conhecer e verificar a fonte da informação e os  interesses de quem informa –, nada semelhante a isso existe na grande  esfera pública, que acaba ocupada por uma elite oculta. (A elite oculpa  depende, é claro, da troca de informação de primeira mão, mas esconde  atentamente essa informação e a oferece já interpretada.) O grande  público é deixado sem meios confiáveis para saber o que os  ‘flexibilizadores’ estão interessados em obter com o que fazem – seja  porque os papéis se sobrepõem, seja porque os interesses ocultam-se em  tramas muito densas de interesses, seja porque jamais se conhecem os  padrinhos reais de cada iniciativa. Sem acesso a essa informação básica,  a opinião pública fica desarmada para construir opiniões adequadamente  embasadas.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Em comunidades pequenas, quando um conhecido se aproxima de você numa  reunião social, sob o pretexto de apresentar condolências pela morte de  um ente querido e você sabe que o tal seu conhecido vive de vender  seguros de vida, você tem meios para adivinhar facilmente a agenda dele e  sua pauta de interesses e assuntos. Assim, num segundo, você pode  decidir se agradece mais ou menos pessoalmente, ou, mesmo, se lhe dá as  costas. Assim, sob sua pessoal responsabilidade, vc pode escolher se se  deixa ou não manobrar, e até que ponto. Nada disso é assim, onde opere a  elite oculta: ninguém jamais consegue saber como, quando e o quanto  está sendo manipulado.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Considere-se, por exemplo, o ex-secretário de Segurança Nacional Michael  Chertoff que, desde o Natal fala pelo rádio e televisão, sem parar. Não  faz outra coisa além de defender o emprego de scanners de corpo  inteiro, como remédio infalível contra todas as inseguranças e riscos e  falhas de segurança nos vôos. Depois de ele muito falar, acaba-se  descobrindo que o ex-secretário representa agora a única empresa  fabricante de scanners já qualificada para vender equipamentos ao  governo.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Antes de esse fato vir à tona, como o público poderia saber que estava  sendo ativamente induzido a aceitar um ponto de vista (mercantil)  interessado? O público não tinha nenhum meio para descobrir a  manipulação, porque o público sequer sabia que lhe faltava uma  informação básica crucial. E, mesmo depois de a informação crucial  afinal se tornar pública, ainda assim o público sempre lembrará mais ‘as  vantagens’ de usar-se aquela marca de scanner, do que dos interesses  pessoais de Chertoff.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Ou o embaixador Peter Galbraith. Galbraith, veterano defensor da  autonomia dos curdos, gastou muita sola de sapato indo e vindo entre o  Curdistão Iraquiano e os EUA. Foi secretário-conselheiro para assuntos  do Curdistão do governo Bush e ajudou os curdos a preparar a  constituição do Iraque. Apresentado como “especialista”, publicou  inúmeras análises e opiniões na New York Review of Books, no New York  Times, no Washington Post e em muitos outros veículos, sempre defendendo  a independência dos curdos e o direito dos curdos sobre o petróleo que  abunda na terra deles. E todo o tempo – como só agora se sabe –,  trabalhava a favor de seus negócios, que hoje alcançam os 100 milhões de  dólares, nos quais negocia o mesmíssimo petróleo. Os parceiros  não-comerciais de Galbraith no Iraque talvez não soubessem dos seus  negócios. Como disse um ex-diplomata iraquiano e advogado: “A ideia de  que uma empresa estrangeira de petróleo esteve na sala na qual se  preparava a Constituição do Iraque deixa-me tonto… Todo o processo  parece escondido numa nuvem de ilegitimidade.”&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Embora os flexibilizadores não sejam necessariamente aéticos ou  antiéticos, a opinião pública é induzida a crer no que digam e escrevam,  porque os toma por especialistas – de política exterior a segurança  nacional, tanto quando de reforma da saúde pública, sistema financeiro e  quanto aos melhores modos de aplicar dinheiro. A opinião pública tente a  aceitá-los pelo valor de face: são o que dizem ser. Mais ou menos como  acontece nas pequenas comunidades. Mas não há como saber que aqueles  personagens não são só o que dizem ser e que, portanto, não são  imparciais.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Menos ainda as pessoas podem fazer, para não tomar conhecimento das  opiniões deles. É impossível não ouvi-los, não vê-los. Não há qualquer  mecanismo em tempo real, ou próximo disso, no fluxo de informações que  chega à opinião pública, que permita que as pessoas filtrem a informação  que os flexibilizadores oferecem abundantemente. De fato, é  praticamente impossível detectar todo o âmbito em que agem os  flexibilizadores e o alcance de todos os seus atos e feitos.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Uma sociedade democrática procura a imprensa – pilar da transparência –  para obter informações que ajude a julgar a ação e a fala dos  flexibilizadores. O problema começa, porque pode interessar à própria  imprensa – e quase sempre interessa aos veículos da imprensa – manter  ocultadas todas, ou algumas, das filiações dos flexibilizadores.  “Especialistas” como Chertoff e Galbraith estão constantemente nos  jornais, rádios e televisões, sem que se informem à opinião pública  todos, nem, que fosse, os principais papéis sociais, relacionamentos e  apadrinhamentos ou associações daqueles “especialistas”. Domingo  passado, um dos editores do New York Times Clark Hoyt denunciou os dois  flexibilizadores citados acima, além de outros dois, por não revelarem  atividades e papéis e atividades que comprometeriam a imparcialidade de  seus discursos e declarações públicas. Disse que seria tarefa dos  repórteres que os entrevistaram recolher esse tipo de informação.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Fato é que esse é remédio para paciente que já morreu. Quando essas  ‘denúncias’ vêm à tona, o mal já está feito. A opinião pública já foi  manipulada. Por exemplo, as revelações sobre Galbraith vieram tarde  demais e não impediram qualquer efeito danoso que a duplicidade de  papéis tenha tido ou ainda possa vir a ter. E ajudam a fortalecer a  opinião de todos que, Iraquianos ou não, acreditem que os EUA e aliados  invadiram o Oriente Médio por cobiça, pelo petróleo.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Para piorar ainda mais o quando, a certeza de que o público confia neles  e nos veículos pelos quais distribuem informação interessada estimula  as figuras públicas e todos os especialistas a dizer o que mais lhes  interesse dizer, a cada momento. Como se desaparecesse a necessidade  jornalística de confirmar o que dizem ‘as fontes’.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;O exemplo que me ocorre a todo instante, nos últimos tempos, nos EUA, é o  mantra “a economia está melhorando.” Não está. De cada seis  norte-americanos que procuram emprego de período integral, só um  encontra. No mundo em que vivemos, cercados de notícias 24 horas/dia, 7  dias/semana, já praticamente não há jornalismo investigativo. E  dissipa-se a lembrança que o público tenha do currículo e das atividades  das vozes que lhes falam pela televisão, porque é como se só o aqui e  agora interessasse na sociedade da ‘credibilidade’ (se é crível, é  fato).&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Até que encontremos um meio que nos ofereça sistema que permita  verificar a informação que a imprensa oferece, capaz de neutralizar o  opinionismo dos flexibilizadores e das redes de flexibilização da  opinião pública, esses agentes do poder terão cada vez mais influência,  enquanto vai-se criando uma nova geração de flexibilizadores do já  flexibilizado, cada vez mais influente frente a uma opinião pública cada  vez mais incapaz de avaliar e julgar coisa alguma. Lenta e  consistentemente, os flexibilizadores estão flexibilizando todos os  marcos que a sociedade criou, ao longo da história e que visavam a  garantir que a democracia significasse alguma coisa.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;Nota de tradução&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;[1] “Ao contrário do que o nome parece significar,  os “flexibilizadores” [ing. f lexians] – objeto do estimulante trabalho  da antropóloga e especialista em políticas públicas Janine Wedel, Shadow  Elite [Elite Oculta] – não são alienígenas saídos de algum episódio de  Star Trek. São uma constelação de atores sociais, relativamente novos,  especificamente terrenos, e que estão remodelando a paisagem da  governança global. Emblema da nova era das “flexibilizações”, esses  atores da elite constroem a própria influência e o próprio poder indo e  vindo entre vários papeis sociais, a maioria dos quais, e suas  interrelações, são mantidos ocultados da opinião pública” (Global  Integrity Commons).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.viomundo.com.br/"&gt;www.viomundo.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 5pt 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:18pt;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 5pt 0cm; line-height: normal; page-break-after: avoid;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;a href="http://blogdomello.blogspot.com/2010/08/serra-e-alckmin-sao-campeoes-produziram.html"&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;Serra e Alckmin são campeões: produziram a mais infame peça de campanha de todos os tempos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 5pt 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Usar crianças de uma escola de São Paulo como material de propaganda, já seria repugnante. Mas não há nada que esteja tão ruim que os tucanos não consigam piorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O patético "diretor" corrigindo as crianças que gritavam "Lula, Lula" e as incentivando a gritar Geraldo (o Alckmin, ou picolé de chuchu) e Serra (o vampiro caçador de cabeças de jornalistas que o criticam) é, &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=clqkBhOCdok"&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;como diria o Macalé, "nojento"&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Vai ficar para a história das campanhas políticas como uma das mais desprezíveis manipulações de todos os tempos. Confira no Blog do Mello ou então aqui&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 5pt 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=v8LV8rhaZyc"&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=v8LV8rhaZyc&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;informo que a &lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-weight: bold;"&gt;Revista Espaço Acadêmico,&lt;/span&gt; edição nº 111, agosto de 2010, foi publicada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="pt"&gt;Destaque da edição: ESPECIAL: FUTEBOL &amp;amp; POLÍTICA. Acesse: &lt;a href="http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/issue/current"&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/issue/current&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;C O N V I T E&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O  Programa de Pós-graduação em Geografia do Instituto de Geociências da  UFMG convida para a apresentação da Defesa de Dissertação de &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Érika Lopes, &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;cujo trabalho intitulado "O Projeto Linha Verde e a remoção de cinco vilas: um estudo de caso da prática do &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;desfavelamento de novo tipo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;  no espaço urbano de Belo Horizonte", desenvolvido sob a orientação do  Prof. Geraldo Magela Costa, será apresentado no dia 26 de agosto de  2010, às 14 horas, no Auditório do IGC.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;No Cafe Historia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vinho e História&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A saga de uma das bebidas mais tradicionais do mundo envolve deuses  gregos, a resistência francesa, soldados nazistas e até tratados  internacionais entre poderosas nações. Confira&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Historiador britânico Tony Judt morre nos EUA aos 62 anos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Qual a sua opinião sobre a obra e vida de Joaquim Nabuco?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Participe: &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/qual-a-sua-opiniao-sobre-a?xg_source=msg_mes_network"&gt;http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/qual-a-sua-opiniao-sobre-a&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Qual revolta ocorrida durante a monarquia brasileira teve maior adesão popular?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Participe:&lt;/span&gt; &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/qual-revolta-ocorrida-durante?xg_source=msg_mes_network"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/qual-revolta-ocorrida-durante&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o historiador Eric Hobsbawn&lt;/strong&gt;  &lt;p&gt;Assista: &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cafehistoria.ning.com/video/eric-hobsbawn-entrevista-12?xg_source=msg_mes_network"&gt;http://cafehistoria.ning.com/video/eric-hobsbawn-entrevista-12&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma Breve História do Vinho do Porto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Assista: &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cafehistoria.ning.com/video/uma-breve-historia-do-vinho-do?xg_source=msg_mes_network"&gt;http://cafehistoria.ning.com/video/uma-breve-historia-do-vinho-do&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vinho dos Mortos - Uma Saga Portuguesa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Assista: &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cafehistoria.ning.com/video/vinho-dos-mortos-uma-saga?xg_source=msg_mes_network"&gt;http://cafehistoria.ning.com/video/vinho-dos-mortos-uma-saga&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vinho e História&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Participe: &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cafehistoria.ning.com/group/vinhoehistria?xg_source=msg_mes_network"&gt;http://cafehistoria.ning.com/group/vinhoehistria&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;História do Brasil através da Música&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Participe: &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cafehistoria.ning.com/group/historiadobrasilatravesdamusica?xg_source=msg_mes_network"&gt;http://cafehistoria.ning.com/group/historiadobrasilatravesdamusica&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Darcy Ribeiro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Participe: &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cafehistoria.ning.com/group/darcyribeiro?xg_source=msg_mes_network"&gt;http://cafehistoria.ning.com/group/darcyribeiro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Historiador em tempo de Cultura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; O crescimento da História Cultural nas últimas décadas colocou na  pauta dos historiadores assuntos antes renegados pela historiografia,  como a cultura pop, o samba ou ainda o estudo dos símbolos modernos.  Saiba mais sobre esse universo de temas da nova historiografia&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Leia:&lt;/strong&gt; &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network"&gt;http://cafehistoria.ning.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Costumes dos Faraós Egípcios&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Assista:&lt;/strong&gt; &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cafehistoria.ning.com/video/costumes-dos-faraos-egipcios?xg_source=msg_mes_network"&gt;http://cafehistoria.ning.com/video/costumes-dos-faraos-egipcios&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;História Cultural - Teoria e Historiografia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Assista:&lt;/strong&gt; &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cafehistoria.ning.com/video/historia-cultural-teoria-e?xg_source=msg_mes_network"&gt;http://cafehistoria.ning.com/video/historia-cultural-teoria-e&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;BLOG EM DESTAQUE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tupinambás - O Massacre de um Povo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Leia: &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/tupinambas-o-massacre-de-um?xg_source=msg_mes_network"&gt;http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/tupinambas-o-massacre-de-um&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;                                                &lt;p&gt;Visite Cafe Historia em: &lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network"&gt;http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;         &lt;small&gt;         &lt;div style="border-bottom: 1px solid rgb(170, 170, 170); height: 10px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/small&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TGFNsYc9W_I/AAAAAAAAEb0/u4dKuP-2npg/s1600/lvro.htm"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 136px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TGFNsYc9W_I/AAAAAAAAEb0/u4dKuP-2npg/s200/lvro.htm" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503765644496952306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-size:85%;" &gt;&lt;strong&gt;Annablume Editora &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-size:85%;" &gt;&lt;strong&gt;e &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-size:85%;" &gt;&lt;strong&gt;Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-size:85%;" &gt;&lt;strong&gt;convidam para o lançamento do livro organizado por&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-size:85%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-size:85%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-size:85%;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;Eduardo França Paiva&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;Isnara Pereira Ivo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt; Ilton César Martins&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-family:Arial;" &gt;&lt;strong&gt;Dia 17 de agosto de 2010, terça-feira, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-family:Arial;" &gt;&lt;strong&gt;às 19h30.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:Arial;" &gt;Museu Regional da UESB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);"&gt;Praça Tancredo Neves, nº. 114 - Centro - Vitória da Conquista - BA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;(77) 3422.2559&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Formato: 16x23cm, 310 páginas&lt;br /&gt;ISBN: 978-85-391-0060-6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As  abordagens teórico-metodológicas são variadas, assim como é diverso o  universo das fontes e dos temas enfocados pelos autores. No geral,  entretanto, são textos nos quais se estudam a escravidão negra e a  indígena; o trânsito de culturas africanas nas Américas; as dinâmicas  históricas das mestiçagens biológicas e culturais; o mundo dos  alforriados e os aspectos econômicos da sociedade brasileira durante o  período colonial e o Império. O Brasil é, naturalmente, o foco principal  dos textos, mas as comparações e as conexões estabelecidas o colocam,  em vários momentos, relacionado a outras sociedades, marcadamente as da  América espanhola, da Europa e da África, assim como se procedeu a  comparações entre as distintas áreas internas brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Encontro Rotas do Patrimonio Mundial America Latina&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Prorrogamos o prazo de inscrição para artigos cientificos no evento ...assim, pedimos a colaboração para ampla divulgação, ok?&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TGFNn5fg2KI/AAAAAAAAEbs/AYczm5BUG4c/s1600/livro+2.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15116360-2386466494808514350?l=boletimmineirodehistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/feeds/2386466494808514350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15116360&amp;postID=2386466494808514350' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/2386466494808514350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/2386466494808514350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/2010/08/numero-240.html' title='Número 240'/><author><name>ricardo faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09158504463703150448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TGFNsYc9W_I/AAAAAAAAEb0/u4dKuP-2npg/s72-c/lvro.htm' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15116360.post-7634033490744437414</id><published>2010-07-28T12:17:00.002-03:00</published><updated>2010-07-28T12:57:30.029-03:00</updated><title type='text'>Numero 239</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;Este numero ira ao ar meio improvisado, porque estou fora de base. O computador que estou usando nao tem acentos...rsss... mas acho que tudo saira dentro dos conformes.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;Temos dois artigos bem interessantes logo no inicio. E alguns links em seguida.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;Um abraco&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Link Permanente paraUm paradoxo na República brasileira: ditadura na democracia" href="http://espacoacademico.wordpress.com/2010/07/10/um-paradoxo-na-republica-brasileira-ditadura-na-democracia/" rel="bookmark"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;Um paradoxo na República brasileira: ditadura na democracia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;por Wellington de Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;A Copa do Mundo é nossa, não há quem possa com os brasileiros! Eh, Eh, esquadrão de ouro… (Trechos da música alusiva à seleção brasileira comemorativa da conquista do Bicampeonato, 1962)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://espacoacademico.wordpress.com/2010/07/10/um-paradoxo-na-republica-brasileira-ditadura-na-democracia/laranja/" rel="attachment wp-att-412"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;É fato, em 1962 o técnico do “escrete canarinho”, talvez ninguém se lembre, mas todo mundo se recorda quem foram os “heróis” da conquista, quem nunca ouviu falar de Garrincha, Didi, Djalma Santos e, ai sim, o fabuloso Amarildo que coube a ele a incumbência de substituir o insubstituível, Pelé.&lt;br /&gt;Outra pergunta se coloca, qual era o esquema tático do time brasileiro? Caso existisse, provavelmente existia, não era a tônica da crônica esportiva tampouco era a preocupação do povo brasileiro, colados com seus ouvidos nos radiozinhos de pilha e não com os “amigos da Rede Globo”, torciam eufóricos com aquela conquista.&lt;br /&gt;O Brasil, politicamente, vivia um momento democrático, conflituoso, porque os setores conservadores faziam uma oposição crônica ao governo do presidente João Goulart que havia assumido o posto máximo de nossa nação compromissado com as “Reformas de Base”, de cunho popular e desenvolvimentista. Os representantes de uma determinada direita, principalmente aquela ligada ao capital internacional se articulava em torno e em volta dos militares um golpe contra a democracia que acabou se concretizando em 1964. O país entrou nos chamados “anos de chumbo”, foi a “Ditadura Militar” que se instalou e se consolidou até 1985.&lt;br /&gt;Outras copas vieram. Em 1966, foi um fiasco! Os “heróis” de 1958 e 1962 envelheceram e a geração que poderia superá-los, jogadores como Gérson, Carlos Alberto, Tostão, não foram o eixo central da seleção naquele momento. Pelé estava lá também, mas não em seus melhores dias, inclusive, fortemente “caçado” literalmente na partida contra Portugal de Eusébio (outro que mereceria uma crônica à parte) nada fez. Garrincha estava lá, mas envelhecido e sem a condição que o havia transformado no “Anjo das pernas tortas”. Enfim, 1966, me parece foi a cara de um Brasil atônico, sem saber o que estava acontecendo.&lt;br /&gt;Em 1970, a Copa do Tri, das “Feras do Saldanha” e depois as “Formiguinhas de Zagalo”. Parece-me que aqui se revelam as contradições da sociedade brasileira. A conjuntura era do momento áureo da ditadura militar no Brasil. Sob o ponto de vista econômico vivia-se o “Milagre Econômico” capitaneado pelo economista mor da ditadura, Delfim Neto. Aproveitando esse crescimento econômico o governo Médici prendia e torturava com a classe média respaldando. Era o “Ame ou deixe”.&lt;br /&gt;A pergunta central ai é essa, onde está paradoxo? O governo militar ditatorial, através da Confederação Brasileira de Desporto – CBD, com o ultra-reacionário João Havelange à frente, indica o comunista João Saldanha, crítico do governo e da estrutura do futebol brasileiro. A relação que se estabelece entre os jogadores era democrático e essa seleção montada por Saldanha se organiza para a Copa do México.&lt;br /&gt;Ora, será que o governo Médici  admitiria um comunista à frente de uma seleção que participaria de uma Copa? Um técnico que respondia à imprensa internacional sem medo, esse era inclusive o seu apelido (João Sem Medo), que existia tortura no nosso país. Pois bem, três meses antes do início da Copa, João Saldanha foi substituído pelo Zagalo, sabidamente homem do establishment, como diria Norbert Elias. A equipe brasileira foi campeã e arrebatou definitivamente a taça Jules Rimet. O que vimos foi uma democracia na ditadura, não que o governo brasileiro promoveu uma abertura na ditadura para o caso específico da seleção brasileira. Mas o espírito daquele grupo de jogadores que por sinal se identificava com a torcida, pois viviam, jogavam e se relacionavam com seu público aqui no Brasil e penso eu, a presença, inicialmente, de uma pessoa que renegava a ditadura, no caso do Saldanha, mesmo após sua saída, permitiu essa identificação, essa idéia de pertencimento. Se os mentores da ditadura almejavam ganhar apoio junto à população a história veio demonstrar o contrário, em 1974, foi momento de maior votação para o partido de oposição consentida que era o Movimento Democrático Brasileiro (MDB).&lt;br /&gt;A vitória do Brasil na Copa de 1970 marca o espírito da população brasileira na década, ou seja, a alegria de jogar e de se relacionar dos jogadores dizia claramente, queremos um país plenamente democrático. Foi a década que emerge as lutas sindicais do ABC paulista, o renascimento de um movimento estudantil culminando com o movimento das “Diretas Já” e o retorno à democracia com a eleição da dupla Tancredo/Sarney, inaugurando a “Nova República”, apesar da triste morte de Tancredo.&lt;br /&gt;O meu objetivo nesse pequeno espaço não é fazer uma análise da participação da Seleção Brasileira em todas as copas, portanto não investirei analiticamente em outras. Minha tentativa é lançar luzes sobre essa última participação de nossa seleção na Copa da África do Sul em 2010. Vejo no contexto preparativo e na participação brasileira na referida competição aquilo que estou chamando de “paradoxo da república brasileira”.&lt;br /&gt;Como já havia escrito anteriormente o espírito libertário e democrático da seleção de 1970, possibilitou um diálogo seleção com sua torcida e não com o governo ditatorial da época. Mas já em 2010, a idéia de disciplinar, centralizar que é contrário do que está presente na sociedade brasileira, que cada vez mais clama por democracia, agora não só representativa, mas também e, sobretudo, participativa, foi hegemônica. A figura de seu técnico, o famoso Dunga (espero que sua época tenha acabado), foi bastante emblemática para aquilo que estou dizendo: sem elegância, sem educação e autoritário.&lt;br /&gt;Formou-se um grupo fechado que a linguagem popular chama, acertadamente, de panela e aquelas pessoas que não comungavam com esse grupo estavam fora, é o “ame ou deixe-o” da ditadura, ai mora o paradoxo, isso já acabou, mas permanece na mentalidade principalmente dos nossos dirigentes esportivos. O espírito da seleção não estava em conformidade da população, quando isso acontece, penso eu, a “copa não é nossa” é “deles”.&lt;br /&gt;“Eles”, jogadores, não são “nós”, a idéia de identidade não aparece, mesmo porque “eles” não vivem mais entre “nós”. “Eles”, só aparecem em nossos lares pelas mídias, principalmente a televisa. Alguns só aparecem nas “TVs pagas”, ai que a maioria da população não vê e tampouco conhece. E não podemos esquecer que vivemos o ápice da mercantilização das relações sociais. É aquilo que o velho Marx nos apontava no capítulo I da sua grande obra, O Capital, tudo se transforma em mercadoria, inclusive a arte.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://espacoacademico.wordpress.com/Meus%20documentos/2010_blogs/REA/Um%20paradoxo%20na%20Rep%C3%BAblica%20brasileira.doc#_ftnref1"&gt;*&lt;/a&gt; WELLINGTON DE OLIVEIRA é Professor adjunto da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Doutor em Educação pela UFMG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Link Permanente paraA burocratização do professor universitário" href="http://espacoacademico.wordpress.com/2010/07/24/a-burocratizacao-do-professor-universitario/" rel="bookmark"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;A burocratização do professor universitário&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;por WALTER PRAXEDES&lt;a href="http://espacoacademico.wordpress.com/Meus%20documentos/2010_blogs/REA/029%20A%20burocratiza%C3%A7%C3%A3o%20do%20professor%20universit%C3%A1rio.doc#_ftn1"&gt;*&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000099;"&gt;Em uma carta ao professor Fernando de Azevedo, datada de 13 de novembro de 1935, o sociólogo Gilberto Freyre confessa ao amigo que jamais  assumiria “deveres definitivos de professor” e se explica: “tenho medo de me burocratizar – e a burocracia pedagógica é a mais esterilizante”.&lt;br /&gt;Qualquer professor universitário sabe que suas obrigações rotineiras o deixam muito longe de realizar o seu projeto de vida como alguém voltado para a busca do conhecimento e para a ação educativa.&lt;br /&gt;Membro de comissões de inquéritos administrativos, autor de inúmeros e inúteis relatórios e participante de reuniões intermináveis, o professor universitário tem seu tempo de pesquisa e de ensino roubado. Some-se a tudo isso o tempo dedicado às articulações políticas em defesa ou ataque à sanha competitiva dos pares e encontraremos um pseudo-educador que precariamente pesquisa, escreve e leciona.&lt;br /&gt;Como já advertia Florestan Fernandes nos anos setenta, o professor universitário corre o risco de deixar de ser um investigador, um cientista, para tornar-se um mero funcionário com horário marcado e ponto para assinar, deixando, assim, embaixo do tapete do cumprimento das normas a sua covardia, mediocridade e falta de criatividade.&lt;br /&gt;Sufocado pela burocracia e corrompido pela competição por cargos e prestígio institucional, resta ao professor universitário tornar-se repetidor mecânico daqueles pensadores que conseguiram fazer de seus projetos de vida o oposto do que nós estamos fazendo com o nosso.&lt;br /&gt;A sentença para a nossa decadência já foi proclamada por Hegel: “Naquilo com que um espírito se satisfaz, mede-se a grandeza de sua perda”.&lt;br /&gt;A competição meritocrática da vida universitária pode até produzir gênios, mas todos nós sabemos como produz também neuróticos e esquizofrênicos. A concentração obsessiva facilmente se transforma em introversão narcisista. O medo de ousar na busca do novo tem nos tornado a cada dia mais conformistas.&lt;br /&gt;Acredito que temos que pensar em novas possibilidades de reeducação daqueles que têm como missão a educação das novas gerações. Venho tentando imaginar alternativas que apontem para a nossa reeducação. Ainda não cheguei a nenhuma conclusão que possa ser apresentada para o debate, mas não tenho dúvidas de que a responsabilidade pela passividade, evasão ou oportunismo e falta de compromisso com o conhecimento por parte de muitos dos nossos alunos pode ser atribuída aos exemplos que lhes apresentamos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://espacoacademico.wordpress.com/Meus%20documentos/2010_blogs/REA/029%20A%20burocratiza%C3%A7%C3%A3o%20do%20professor%20universit%C3%A1rio.doc#_ftnref1"&gt;*&lt;/a&gt; Graduado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, mestre e doutor em Educação pela mesma instituição. Co-autor dos livros O Mercosul e a sociedade global (São Paulo, Ática, 2002, 12ª Edição) e Dom Hélder Câmara: Entre o poder e a profecia (São Paulo, Ática, 1997 / Brescia (It.), Editrice Queriniana, 1999). Professor de sociologia da Universidade Estadual de Maringá e Faculdades Nobel em Maringá, Paraná. Publicado na REA, nº 29, outubro de 2003, disponível em &lt;a href="http://www.espacoacademico.com.br/029/29wlap.htm"&gt;http://www.espacoacademico.com.br/029/29wlap.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#660000;"&gt;Verde demagogia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Como sabemos, o capitalismo é responsável por toda a sorte de agressão à natureza. Os políticos verdes são contraditórios porque assumem compromissos com o capitalismo norte-americano e vem pousar ou desfilar com as bandeiras dos partidos verdes, em moda no Ocidente. Parece que o povo brasileiro sabe compreender essa incoerência e essa demagogia, pois as posições de Marina Silva e de Gabeira nas pesquisas eleitorais são de lanterninhas. Como é que alguém que é a favor do lucro capitalista pode falar em natureza. Segundo Gilberto Vasconcelos, Marina, quando ministra, não moveu uma palha pelo projeto das micro-destilarias a álcool, em pequenas propriedades. Agora defende a grande plantação e as grandes fábricas de óleos vegetais. Os projetos sociais de Gabeira e de Marina são iguais a manga de colete. São como uma faca sem cabo e sem lâmina também.&lt;br /&gt;          Belo Horizonte, 23 de julho de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Antonio de Paiva Moura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;A Revolução de Maio de 1810 (1&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;)&lt;br /&gt;Este e o primeiro de uma serie de 3 artigos, escritos por Mario Maestri   &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4878/9/"&gt;http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4878/9/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://bcm2008.mktsender.net/registra_clique.php?id=H2323101546912139130&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cartamaior.com.br%2Ftemplates%2FmateriaMostrar.cfm%3Fmateria_id%3D16822%26boletim_id%3D736%26componente_id%3D12288" target="_blank" rel="nofollow"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;A América do Sul em 2022&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As características da América do Sul – grande riqueza mineral e energética; grandes extensões de terras aráveis não utilizadas; população cada vez mais urbana em processo de estabilização demográfica; regimes políticos estáveis; inexistência e distância geográfica de áreas de conflitos intensos – tenderão a condicionar o papel da América do Sul em um cenário político mundial em que a disputa pelo acesso a recursos naturais e a alimentos será fundamental. em 2022, quer se queira ou não, devido a razões econômicas, políticas e sociais, o Brasil se encontrará inserido na América do Sul de forma muito mais intensa, complexa e profunda, tanto política quanto economicamente, do que se encontra hoje. A análise é de Samuel Pinheiro Guimarães.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16822&amp;amp;boletim_id=736&amp;amp;componente_id=12288"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16822&amp;amp;boletim_id=736&amp;amp;componente_id=12288&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="TEXT-DECORATION: none" href="http://bcm2008.mktsender.net/registra_clique.php?id=H2323102146912139130&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cartamaior.com.br%2Ftemplates%2FmateriaMostrar.cfm%3Fmateria_id%3D16820%26boletim_id%3D736%26componente_id%3D12291" target="_blank" rel="nofollow"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;A privatização da segurança e a democracia nos EUA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Empresas privadas estão atuando em todos os setores que cuidam da segurança nacional dos serviços de inteligência dos EUA (cerca 70% do orçamento). Com o fim da Guerra Fria, as companhias militares privadas passaram a converter-se em soluções do mercado frente às novas tendências à privatização de várias funções governamentais. Crescimento do mercado privado de segurança anda de mãos dadas com a também crescente avaliação nos EUA de que as democracias não conseguem vencer as “pequenas guerras”, principalmente porque as exigências morais e políticas vão muito além do que a oposição doméstica está disposta a aceitar. O artigo é de Reginaldo Nasser.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16820&amp;amp;boletim_id=736&amp;amp;componente_id=12291"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16820&amp;amp;boletim_id=736&amp;amp;componente_id=12291&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programa REDE de ARTE&lt;br /&gt;Coordenadora  Paula Braga&lt;br /&gt;Início  03 de Agosto&lt;br /&gt;Dias  Terças feiras, às 19hs&lt;br /&gt;Duração  8 encontros por bimestre&lt;br /&gt;Local  Diversos&lt;br /&gt;Valor  R$ 200,00 na inscrição + duas parcelas de R$ 220,00&lt;br /&gt;A REDE de ARTE propiciará aos seus membros conhecer de perto o sistema da arte, por meio de visitas a galerias, ateliês de artistas e exposições guiadas, leia mais&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.projetocultura.com.br/linksinternos/l5rededearte/rededearte.htm"&gt;http://www.projetocultura.com.br/linksinternos/l5rededearte/rededearte.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:: Nicarágua após 31 anos da vitória sandinista de 1979&lt;br /&gt;(Sergio Ferrari)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&amp;amp;cod=49425&amp;amp;lang=PT"&gt;http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&amp;amp;cod=49425&amp;amp;lang=PT&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15116360-7634033490744437414?l=boletimmineirodehistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/feeds/7634033490744437414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15116360&amp;postID=7634033490744437414' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/7634033490744437414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/7634033490744437414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/2010/07/numero-239.html' title='Numero 239'/><author><name>ricardo faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09158504463703150448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15116360.post-1859864719855643589</id><published>2010-07-21T12:46:00.018-03:00</published><updated>2010-07-21T13:14:47.746-03:00</updated><title type='text'>Numero 238</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcXI3zP18I/AAAAAAAAEas/NX4JnS5VnS8/s1600/novo+banner2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496387311414269890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 64px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcXI3zP18I/AAAAAAAAEas/NX4JnS5VnS8/s400/novo+banner2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;Uma descarga de vírus, cavalos de tróia e etc quase impede este Boletim de ir ao ar. Mas consegui recuperar tudo e ai está ele!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496388478990092722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcYM1XBCbI/AAAAAAAAEbc/sqRfvXb71x0/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;O problema dos ex&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;08/07/2010 17:35:07 (Carta Capital)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcos Coimbra&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;Poderíamos aprender com os americanos a lidar com os que ocuparam a Presidência da República. Lá eles não incomodam&lt;br /&gt;Um dos problemas brasileiros (certamente não o maior) são nossos ex-presidentes. Vira e mexe, um deles causa algum embaraço. Fala o que não deve, se comporta de maneira inconveniente, dá maus exemplos.&lt;br /&gt;Poderíamos aprender com os americanos a lidar com eles. Lá, faz tempo que não incomodam. Os contribuintes pagam para que não sejam forçados a lutar pela sobrevivência, lhes dão um gordo estipêndio e provêm a todos de amplas condições para que se dediquem a fazer nada.&lt;br /&gt;Ficam à frente de suas fundações, disponíveis para missões humanitárias, participações esporádicas no debate público e, se tiverem aptidão, enriquecer no circuito internacional de palestras e consultorias. Os que terminam bem seus mandatos, como Bill Clinton, continuam a merecer o carinho de todos. Os que não, somem (como o último Bush).&lt;br /&gt;Por aqui, quanta diferença! José Sarney zelava pela liturgia do cargo até no corte de seus jaquetões. Se tivesse o mesmo cuidado com verbas públicas e nomeações depois que saiu do Planalto, ninguém reclamaria dele. Fernando Collor era tão jovem e ficou tão pouco tempo no cargo que era natural que quisesse disputar outras eleições. O que não precisava é que fossem tantas, desde projetos bizarros como a prefeitura de São Paulo, ao de agora, de mais uma tentativa de voltar ao governo de Alagoas. Nessa vontade de permanecer a todo custo na vida política, Itamar Franco se parece com ele. Já foi governador de Minas Gerais e, neste ano, pretende ser senador outra vez, mesmo sabendo que o tempo passa para todos.&lt;br /&gt;Ainda bem que os presidentes-ditadores tiveram a boa educação de morrer. Dá para imaginar o que seria se tivessem a longevidade de um Oscar Niemeyer? Contando todos, inclusive os três da Junta Militar, até seis poderiam estar vivos, dois (Geisel e Figueiredo) provavelmente. Quantas conspirações e articulações não estariam fazendo!&lt;br /&gt;E Fernando Henrique? O mais recente e mais ilustre?&lt;br /&gt;Faz tempo, mas FHC já foi considerado o mais importante cientista social do País. Todos gostavam dele, alguns com a exuberância de Glauber Rocha, que o chamava de “príncipe da sociologia brasileira”. E não era só no Brasil que tinha renome. Era respeitado internacionalmente, autor de livros que marcaram mais de uma geração.&lt;br /&gt;De quem esperar uma atuação notável como ex-presidente senão daquele que mais se distinguira antes de assumir o cargo? Com sua biografia, era natural esperar que estabelecesse o padrão para seus sucessores. Depois dele, todos saberiam o que era ser um ex-presidente da República.&lt;br /&gt;Semana passada, Fernando Henrique publicou mais um artigo, como tem feito com frequência nos últimos meses. É sua maneira de intervir no debate sucessório, pois a campanha Serra vê com preocupação qualquer movimento seu de maior aproximação. Ela já tem problemas de sobra com a administração da imagem negativa do ex-presidente e não quer que o candidato seja ainda mais identificado com ele.&lt;br /&gt;No texto, intitulado “Eleição sem maquiagem”, FHC rea-liza uma proeza de malabarismo intelectual: consegue ser, ao mesmo tempo, um sociólogo que abdicou da sociologia e um ex-presidente que não governou.&lt;br /&gt;Chega a ser fascinante ver como descreve os graves riscos que confrontam hoje o Brasil, aos quais o governo Lula estaria respondendo com uma atitude de otimismo irresponsável: “Tudo grandioso. Fala-se mais do que se faz”. Para ele, “a encenação para a eleição de outubro já está pronta. Como numa fábula, a candidata do governo, bem penteada e rosada, quase uma princesinha nórdica, dirá tudo o que se espera que ela diga, especialmente o que o mercado e os parceiros internacionais querem ouvir”.&lt;br /&gt;O comentário é misógino, pois ele nunca se referiria a questões de aparência se o PT tivesse um homem como candidato (por mais vaidoso e preocupado com a aparência que fosse) e não uma mulher. Seu tom choca quem conheceu o Fernando Henrique soció-logo, sempre progressista.&lt;br /&gt;Mas o mais extraordinário é ver como apagou da memória o que foi seu governo e as duas eleições presidenciais que ganhou. Será que esqueceu de como aconteceu sua primeira vitória, uma avalanche provocada pelo Real- lançado 90 dias antes, naquela que foi a eleição onde fatores não políticos mais interferiram no resultado? Será que não lembra como foi a reeleição, escorada em um câmbio artificialmente mantido pelos “parceiros internacionais”, que estourou três meses depois da apuração dos votos?&lt;br /&gt;É ótimo que proponha eleições sem maquiagem. Mas é impossível levá-lo a sério, enquanto não estiver disposto a enfrentar suas verdades. Como ele mesmo diz: assumir a responsabilidade pelo que fez e deixou de fazer, mais do que falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496386906374056194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcWxS6IqQI/AAAAAAAAEaM/abLOuz8V2po/s400/divul2%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;África do Sul antecipa horizonte desanimador para 2014&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Assim como o Pan do Rio em 2007, a Copa do Mundo não deixou legado algum ao povo local, apenas decepções e muitas contas a pagar depois de um mês de inesquecível e anestesiante festança. Em ambos os casos, isolou-se a pobreza dos olhos do mundo e gastou-se muito dinheiro além do previsto, com fortes rastros de corrupção. Como mostraram diversos estudos econômicos, uma Copa tem poucas chances de fazer o PIB de um país variar acima de 1%. A lição que devemos trazer da África do Sul (fora a de nunca mais inventar Dungas) é a de que um evento esportivo, por maior que seja, não é capaz de resolver os grandes gargalos de uma nação.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4850/9/"&gt;http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4850/9/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496388423915013826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcYJoMGBsI/AAAAAAAAEbU/Vw_cuJWTXMM/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;E pra não dizer que não falei de Copa do Mundo...&lt;br /&gt;Vejam como a Vuvuzela é antiga!!!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496387381036101682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 297px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcXM7KYsDI/AAAAAAAAEa0/DQBn2VZLOSA/s400/vuvuzela.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Do Correio Caros Amigos:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Associação Atlética Brás Cubas &amp;amp; Macunaíma Futebol Clube selam acordo: RUMO A 2014!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Luiz Ricardo Leitão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Se algum demiurgo burlesco convertesse os maiores ícones da malandragem de nossas letras em patronos de agremiações esportivas, os novos clubes decerto arrebanhariam inúmeros sócios entre as elites de Bruzundanga. Não é difícil prever que a fração secular da burguesia tropical que até hoje se comporta como herdeira de Brás Cubas (aquele defunto-autor cujas memórias foram dedicadas ao verme que pela primeira vez lhe roeu as frias carnes do cadáver) logo assumiria a direção da briosa entidade, ao passo que o grupo mais arrivista e solerte não hesitaria em eleger o Conselho Deliberativo do Macunaíma Futebol Clube (uma homenagem ao herói sem nenhum caráter que, com sua ambiguidade, mimetiza o mote da identidade nacional – esse velho fantasma que há muito assusta a intelligentsia da colônia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sócios da Associação Atlética Brás Cubas até hoje preservam os costumes do seu protetor: gostam de zombar do povo com a mesma desfaçatez que o narrador de Machado de Assis reservava aos leitores e jamais se preocupam em honrar as promessas que, com rara grandiloquência e cinismo, enunciam na vida pública, fazendo corar até o defunto-senador Collor de Melo. Já os associados do Macunaíma F. C. são meros aprendizes na arte da maracutaia, que, apesar de sua eventual esperteza e picardia, se tornam o mais das vezes peças muito úteis para a execução das grandes ‘jogadas’ do capital nestas plagas. Tão preguiçosos e manhosos quanto o patrono, eles se deitam em berço esplêndido, sonhando em viver nas Oropas; à falta de saúvas, divertem-se decepando salários dos tapuias, mas, quando põem os olhos em dinheiro, se movem com extrema rapidez para dandar vintém...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A face mais óbvia da moeda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sr. Ricardo Teixeira, que desde 1989 segue à frente da CBF, seria um nome perfeito para a presidência honorária do clube. Há anos sua figura se associa às mais escusas negociatas do “país do futebol”: afilhado do todo-poderoso João Havelange (capo mor da FIFA de 1976 a 1998), com cuja filha esteve casado até 1997, Teixeira aprimorou-se na grande arte de mudar para não mudar (traço essencial da modernização sem ruptura nesta via periférica de capitalismo), sobrevivendo sem maiores sequelas aos inúmeros escândalos que colecionou na CBF. Após uma falida incursão pelo mercado financeiro (em sociedade com o próprio sogro, o pai e um irmão), ele fez da entidade seu balcão preferencial de negócios e, por isso, teve de responder a sucessivas denúncias de nepotismo e corrupção, que incluem convocações para duas CPIs no Congresso (a do Futebol e a da CBF-Nike) e investigações da Receita por omissão de declarações de rendimentos nos anos 90, além da importação irregular de equipamentos para a choperia El Turf, no Rio de Janeiro, depois da Copa de 94 e do histórico voo da muamba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a mídia da província e a nebulosa opinião pública debatem acirradamente quais são os “culpados” pela precoce eliminação dos soldadinhos de Dunga na África, especulando a todo vapor sobre o nome e o perfil (liberal ou disciplinador / discreto ou midiático?) do futuro técnico da seleção, o ambicioso “Rico” Terra porta-se como uma eminência parda em terras da Mãe África. Pouco importa se o time que ele representa já foi embora, amargando a segunda pior campanha desde a Copa de 90: 2014 já está logo ali, bem ao alcance dos consórcios e empresas que operam o futebol, sem dúvida a mais valiosa mercadoria da sociedade espetacular pós-moderna. Não é à toa que o Sr. Rico, há 21 anos no cargo, agora se apressa em pregar renovação (obviamente, só para o time e o técnico), sob a cúmplice chancela da TV Globo, a emissora ‘oficial’ da festa. De fato, há muito a faturar com a próxima Copa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o diga a onipotente FIFA, que somente pelos direitos de transmissão do Mundial 2010 recebeu das redes televisivas a bagatela de 2,5 bilhões de dólares, mais que o dobro do que se pagou há quatro anos na Copa da Alemanha. O evento da África, aliás, parece ter sido o ápice da gestão mafiosa e Blatter &amp;amp; Cia: com cotas mínimas de US$ 240 milhões para cada sponsor (patrocinador, na língua do capital), logrou uma arrecadação total não inferior a US$ 3,4 bilhões, dos quais ‘míseros’ 30 milhões são destinados ao campeão do torneio. Graças à ‘magia da bola’, em meio a rumorosos casos de corrupção, suborno, compra de votos e desvio de ingressos (vale a pena ler o livro do jornalista esportivo Andrew Jennings, ainda inédito no Brasil, Foul! The secret World of FIFA), cresce o faturamento da entidade, que em 2009 obteve uma receita de US$ 1,059 bilhão, ao passo que os grandes clubes europeus acumulam centenas de milhões em dívidas (o deficit de Manchester United e Real Madri supera US$ 800 milhões!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cá na terrinha, Brás Cubas e Macunaíma já selaram seu acordo rumo a 2014. A Copa promete, sem dúvida, lucros fabulosos para as entidades promotoras e, como sempre, despesas infindáveis para o poder público, como bem o sabe a África do Sul, que continuará a pagar cifras astronômicas para custear o torneio (R$ 2,92 bilhões pelos estádios + 3,32 bi em transporte + 325 milhões por segurança, segundo informa o Ministério das Finanças de lá). Não é difícil prever o destino da tão decantada parceria público-privada (PPP), a fórmula mágica com a qual a tchurma de Teixeira justificou às nossas ‘autoridades’ o financiamento do convescote. A atual previsão de gastos para o evento em Bruzundanga já gira em torno de R$ 17 bilhões (estádios + transporte + infraestrutura urbana), além de R$ 5 bi para os aeroportos, um valor total duas vezes maior do que a despesa sul-africana. Quem pagará essa conta, Dilma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra face imponderável do (vil) metal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio às expectativas pela partilha dos contratos, há surdas e renhidas disputas políticas em jogo, como a sinuosa definição do estádio de abertura da Copa, um imbróglio de que participam desde os tucanos e demos paulistas até os aliados do Sr. “Rico”. O cenário, sem dúvida, é de dar dó: quando vejo Orlando Silva, Sérgio Cabral e outras sorridentes criaturas na telinha, logo ponho a mão no bolso, ciente do que nos aguarda. Depois de décadas de infortúnio com os governos do PMDB, desde o casal Little Rose &amp;amp; Little Boy até o atual Playboy, o Rio arcará com mais essa conta. Não faltarão, decerto, confete e serpentina para o carnaval de inverno, enquanto os professores permanecem há nove anos sem reajuste, com salários mensais de R$ 540,00 (culpa dos royalties do pré-sal!, diz o playboy), e o nível do ensino médio no estado disputa com Sergipe o último lugar no país (cf. os dados do IDEB 2009).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, ao contrário de alguns pares, desanimados com a pífia atuação dos canarinhos e com a enxurrada de maracutaias que se anuncia, vislumbro nos fatos mais recentes alguns sinais auspiciosos para o futuro. Não me incomoda o fascínio da pelota: nascido em um pacato subúrbio carioca e criado desde os dez anos na Vila de Noel, o futebol representa a primeira paixão de minha vida. Socializei-me nas peladas de rua e desde cedo me encantei com as artimanhas do jogo. Militante clandestino na luta contra o regime militar e torcedor do Botafogo de João Saldanha, Afonsinho e Paulo César Caju, jamais dissociei a política do futebol. Os embates que esses craques sustentaram contra os ‘donos da bola’ me ensinaram precocemente que nem tudo deve ser conformismo nas manifestações da cultura popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conta disso, escrevi esta semana em uma crônica que, apesar da Jabulani e do famigerado padrão toyotista do “futebol de resultados”, nem tudo é motivo para pessimismo no planeta-bola. A Copa da África, em especial, suscitou um intenso debate acerca das relações sociais e mercantis que gravitam ao redor do bilionário espetáculo. Até as mazelas desta era pós-moderna e biocibernética do capital nos foram expostas, como atesta o total desequilíbrio da França de Raymond Domenech, retrato da fratura étnica e social do país, onde a imigração pós-colonial africana assusta a ‘elegante’ burguesia e acirra as reações racistas dos torcedores, que, três dias após o vexame na África, invadiram a sede da Federação para exigir “uma seleção branca e cristã”, sem nenhum atleta negro ou muçulmano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio duelo entre Dunga e a mídia nos ensejou uma rara chance de refletir sobre o estágio em que se encontra a civilização de Bruzundanga, onde os atos de truculência e destempero são uma súmula irretocável do comportamento que as elites da colônia cultivam há séculos, hoje disseminado pelo conjunto da classe média e já visível em vários estratos populares. A turma de Brás Cubas e Macunaíma também não se esqueceu de destilar seu ódio de classe contra os vizinhos do Mercosul, mas, ao menos desta vez, o tiro parece ter saído pela culatra, como se viu na tosca matéria do Sportv sobre o Paraguai, tachado de “paraíso obscuro do mundo” pelo canal – a agressão, similar àquela que o tucano Serra fez à Bolívia de Evo Morales, gerou reação indignadas do público e um inédito pedido de desculpas ao vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Malgrado o sucesso dos europeus, a Pátria Grande terá sido, afinal, a grande personagem da primeira Copa em solo africano. Além de belos gestos de fair-play dos atletas, atos como o apoio dos argentinos à indicação das Avós da Plaza de Mayo para o Nobel da Paz, ou a singela iniciativa uruguaia de firmar um acordo de intercâmbio técnico com seus anfitriões na África, indicam-nos que ainda há sinais de vida inteligente entre nós. Se o chauvinismo barato de Galvão &amp;amp; Cia parece estar em baixa e até Lulinha Paz &amp;amp; Amor já sugeriu à CBF que realize eleições de 8 em 8 anos, é bom que os donos da pelota não se esqueçam de que toda moeda possui o seu reverso – a contraface inelutável do (vil) metal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Luiz Ricardo Leitão é escritor e professor adjunto da UERJ. Doutor em Estudos Literários pela Universidade de La Habana, é autor de Noel Rosa: Poeta da Vila, Cronista do Brasil (lançado em 2009 pela Expressão Popular).&lt;br /&gt; &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcWZJEGR4I/AAAAAAAAEZs/BqdA2zhu49o/s1600/bergson_release.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496386491414628226" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 136px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcWZJEGR4I/AAAAAAAAEZs/BqdA2zhu49o/s200/bergson_release.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#cc33cc;"&gt;O fim do século XX e o começo do XXI viram ressurgir os estudos sobre a filosofia de Henri Bergson. Com isso, uma nova geração de filósofos tem se dedicado à releitura de sua obra.  Muitas de suas ideias estão presentes no pensamento contemporâneo, em autores centrais para o debate atual, como Gilles Deleuze, cuja obra está repleta de temas caros a Bergson.&lt;br /&gt;Neste livro, organizado por Débora Cristina e Silena Torres Marques, o significado desse retorno é analisado tendo em vista a variedade de trabalhos em torno de seus temas. Dessa maneira, Henri Bergson é também um convite à leitura desse autor clássico do século XX, que soube como poucos depurar a crosta linguística que há séculos recobre nossa experiência e conferir originalidade a noções como duração, memória, vida, intuição, absoluto, criação e mesmo ao “velho” conceito de metafísica.&lt;br /&gt;Bergson nos faz pensar sobre nós mesmos, sobre o que somos: nossa dualidade complexa, nossa relação com um universo criador que nos ultrapassa. Provocando espanto, além de revelar o imediatamente dado, mas não constatado. Assim, este livro convida-nos a uma experiência profunda, original e absoluta. Mas ao mesmo tempo mostra-nos, na existência e no eu, diferentes níveis de profundidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores: Frédéric Worms, Franklin Leopoldo E Silva, Arnaud François, Rita Paiva, Patrice Maniglier, Maria Adriana Cappello, Hisashi Fujita, José Gonçalves Coelho, Eduardo Socha, Geovana Da Paz Monteiro, Aristeu Mascarenhas, Fernando Monegalha, Débora Morato Pinto.&lt;br /&gt;Alameda Editorial&lt;br /&gt;Preço: R$36&lt;br /&gt;278 páginas&lt;br /&gt;Autor: Débora Cristina Morato Pinto e Silene Torres Marques (orgs.)&lt;br /&gt;Gênero: Filosofia&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496388266364575666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcYAdRJH7I/AAAAAAAAEbM/qajuVj-fKe4/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;O intelectual, entre mitos e realidades&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;por HELENICE RODRIGUES DA SILVA&lt;br /&gt;Convertido em objeto de estudo, no momento mesmo em que o modelo do intelectual engajado, na versão francesa, perde a sua eficácia, esse novo ator histórico vem suscitando debates e questionamentos. Presente na luta política ao longo dos três quartos do século XX, portanto, participando ativamente da História, o intelectual engajado desaparece da cena pública no início dos anos 1980, em razão mesmo das mudanças de paradigmas intelectuais e das transformações conjunturais. O enfraquecimento das ideologias do progresso e a ascensão dos valores individualistas explicam, em grande parte, o final de um modelo de intelectual que buscava, através de seus atos públicos, aliar moral e política. Na verdade, o engajamento intelectual, sob a forma de combates políticos (contra as opressões e as injustiças), pretendeu reduzir a distância que separa pensamento e ação... LEIA NA ÍNTEGRA: &lt;a href="http://espacoacademico.wordpress.com/2010/07/03/o-intelectual-entre-mitos-e-realidades/"&gt;http://espacoacademico.wordpress.com/2010/07/03/o-intelectual-entre-mitos-e-realidades/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496388706734432930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcYaFxf4qI/AAAAAAAAEbk/JMNvj8OVDao/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;As tentações imperiais da França&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A incapacidade do Estado Francês em desenvolver uma política eficiente que integre os imigrantes está fortemente baseada no desejo de promover a homogeneidade numa nação “única e indivisível”, que na verdade é impossível de se realizar, a não ser que Sarkozy assuma de vez o seu desejo de restaurar o velho e detestável Império francês. As identidades dentro das nações são instáveis e é muito difícil uma comunidade cultural coincidir com uma entidade política, tornando impossível buscar a realização daquilo que se chama “França autêntica”. O artigo é de Reginaldo Nasser.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16808&amp;amp;boletim_id=730&amp;amp;componente_id=12234"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16808&amp;amp;boletim_id=730&amp;amp;componente_id=12234&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496388196582478674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcX8ZTy01I/AAAAAAAAEbE/YkP-r06dqjk/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Editora Contexto apresenta um importante lançamento: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;História da sexualidade&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, de &lt;a href="http://dual-pem-2.dualtec.com.br/link.php?M=13401760&amp;amp;N=9756&amp;amp;L=43556&amp;amp;F=H" target="_blank"&gt;Peter N. Stearns.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Falar de sexo usando a História, este é o projeto deste livro escrito por Peter N. Stearns.&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcW9-q9Z3I/AAAAAAAAEac/CA4iXdkMU3U/s1600/historia_sexualidade.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496387124279994226" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 140px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcW9-q9Z3I/AAAAAAAAEac/CA4iXdkMU3U/s200/historia_sexualidade.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Na obra sua preocupação principal é a de lançar luz sobre aspectos da sexualidade ligados à maioria das pessoas."O público leitor brasileiro não precisa de lembretes acerca da importância da sexualidade", considera Stearns, em sua introdução escrita especialmente para o leitor brasileiro. Mas se não precisa ser lembrado de sua importância, certamente pode aprender muito conhecendo a sua história. Até agora não havia em nossa língua uma única obra abrangente, no tempo e no espaço, como esta História da sexualidade.Obra pioneira de historiador experiente, leitura agradável, envolvente e necessária.&lt;br /&gt;Nº de Páginas: 288Formato: 16 x 23Preço: 47,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MISCELÂNEA&lt;br /&gt;Um Império de Documentos&lt;br /&gt;Site disponibiliza milhares de documentos sobre a vida e a obra de José Bonifácio e ajuda a compreender a importância política e cultural de uma das figuras mais emblemáticas do Império Brasileiro&lt;br /&gt;Filosofia: amiga e vizinha&lt;br /&gt;Site "Dossiê Gilles Deleuze &amp;amp; Félix Guattari" reúne importante acervo sobre os dois filósofos contemporâneos franceses e mostram que mesmo na internet a filosofia é tanto amiga quanto vizinha dos historiadores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAFÉ EXPRESSO NOTÍCIAS&lt;br /&gt;ANPUH Intitui o prêmio Manoel Luís Salgado Guimarães&lt;br /&gt;França guilhotina festa do Dia da Bastilha para economizar&lt;br /&gt;Arqueólogos encontram arma de caça de 10 mil anos nos EUA&lt;br /&gt;Nixon queria Allende fora da presidência do Chile&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;CINE-HISTÓRIA&lt;br /&gt;"Poucas e Boas", de Woody Allen fala sobre uma personagem ficcional dos Estados Unidos dos anos 1930.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;VÍDEOS IMPERDÍVEIS&lt;br /&gt;2ª Olimpíada nacional em História do Brasil&lt;br /&gt;Assista: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/video/2-olimpiada-nacional-em?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/video/2-olimpiada-nacional-em&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Iluminismo&lt;br /&gt;Assista: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/video/iluminismo-1" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/video/iluminismo-1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;FÓRUNS EM DESTAQUE&lt;br /&gt;O que leva um professor a cometer um Bullying ?&lt;br /&gt;Acesse: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/o-que-leva-um-professor-a?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/o-que-leva-um-professor-a&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Visite Cafe Historia em: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496387835109237218" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcXnWt24eI/AAAAAAAAEa8/6fjHskqHcDA/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#33cc00;"&gt;Recomendação de minha amiga Débora Amorim:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 26 a 30 de novembro acontecerá a &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;III Conferência Internacional sobre Humanização do parto e Nascimento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. As inscrições são feitas pelo site: &lt;a href="http://www.conferenciarehuna2010.com.br/" target="_blank"&gt;www.conferenciarehuna2010.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.conferenciarehuna2010.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;Quem ainda não conheceu o blog que fiz sobre o assunto, pode visitar no &lt;a href="http://www.parirsorrindo.blogspot.com/" target="_blank"&gt;www.parirsorrindo.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496387039398262178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 105px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcW5Cdk9aI/AAAAAAAAEaU/xrb_1jnD2dg/s400/ferroviario.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informamos que, a pedidos, foi prorrogado até 10 DE AGOSTO o prazo para encaminhamento de propostas de apresentação de trabalhos no evento Preserve 2010 - XI Seminário Nacional de Preservação e Revitalização Ferroviária, que será realizado no Auditório do CREA-RJ, no Rio de Janeiro, no período de 16 a 18 de setembro próximo, conforme cartaz anexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São os seguintes os eixos temáticos sobre os quais poderão ser encaminhadas as propostas de apresentação de trabalhos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A - Preservação do Patrimônio Construído&lt;br /&gt;B - Memória - Museologia, História e Documentação&lt;br /&gt;C - Turismo Cultural&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações, consultar o REGULAMENTO, que está disponível na Internet, na página principal do site do MPF. Clicar neste link:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.trembrasil.org.br/" target="_blank"&gt;www.trembrasil.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhos selecionados e apresentados no evento serão editados em CD Rom, que será distribuído para os participantes do evento e para autoridades dos setores de cultura, turismo, transportes etc.&lt;br /&gt;  &lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496386584479403554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 191px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcWejweDiI/AAAAAAAAEZ0/sVmb0woirrU/s400/convite%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496386668284498146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 191px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcWjb9KUOI/AAAAAAAAEZ8/12SF6eDZm9k/s400/convite_verso%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Portaria CNPq/Capes autoriza acúmulo de bolsa com atividade remunerada&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Portaria conjunta assinada ontem (15) pelos presidentes da Capes/MEC e do CNPq/MCT, Jorge Guimarães e Carlos Alberto Aragão, permite aos bolsistas dessas agências matriculados em programas de pós-graduação no país receberem complementação financeira proveniente de outras fontes. Esta iniciativa vem atender antiga reivindicação dos bolsistas que, a partir de agora, poderão exercer atividade remunerada, especialmente quando se tratar de docência como professores nos ensinos de qualquer grau. É vedada, porém, a acumulação de bolsas provenientes de agências públicas de fomento. Aragão disse que para receber complementação financeira ou atuar como docente, o bolsista deve obter autorização, concedida pelo seu orientador, e devidamente informada à coordenação do curso ou programa de pós-graduação em que estiver matriculado e registrada no Cadastro Discente da Capes. No caso de comprovado desrespeito às condições estabelecidas na Portaria, o bolsista será obrigado a devolver a Capes ou CNPq os valores recebidos a título de bolsa, corrigidos conforme legislação vigente. Além disso, a concessão prevista na portaria não exime o bolsista de cumprir com suas obrigações junto ao curso de pós-graduação e à agência de fomento concedente da bolsa, inclusive quanto ao prazo de sua vigência. Bolsas PQTambém foi assinada ontem outra Portaria conjunta Capes/CNPq que autoriza o recebimento da bolsa de Produtividade em Pesquisa (PQ) ou de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora (DT) do CNPq, bem como dos recursos financeiros relativos ao Adicional de Bancada elas vinculados, pelos bolsistas beneficiários destas modalidades que estejam participando do Programa Professor Visitante Nacional Sênior (PVNS) da Capes. A Portaria destaca que o nível da bolsa PQ ou DT e sua vigência ficam inalterados, devendo o interessado solicitar renovação nos prazos regulares de acordo com o calendário do CNPq.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15116360-1859864719855643589?l=boletimmineirodehistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/feeds/1859864719855643589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15116360&amp;postID=1859864719855643589' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/1859864719855643589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/1859864719855643589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/2010/07/numero-238.html' title='Numero 238'/><author><name>ricardo faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09158504463703150448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TEcXI3zP18I/AAAAAAAAEas/NX4JnS5VnS8/s72-c/novo+banner2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15116360.post-8655360721518551703</id><published>2010-07-14T10:30:00.025-03:00</published><updated>2010-07-14T11:21:40.483-03:00</updated><title type='text'>Número 237</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD28wKGBSPI/AAAAAAAAEXk/2QyUjJKTxWc/s1600/novo+banner2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493754655991220466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 64px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD28wKGBSPI/AAAAAAAAEXk/2QyUjJKTxWc/s400/novo+banner2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Depois de um mês ausente, em função do agravamento do estado de saúde de minha filha mais velha, Raquel, e seu falecimento ocorrido dia 1º de julho, estamos de volta hoje, retomando nosso propósito de informar, discutir, analisar e divertir também.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Não posso deixar de agradecer aqui as dezenas de manifestações que chegaram por email, por telefone, por telegrama. Impossivel responder a todos(as) que ficaram ao nosso lado nesse momento realmente dificil. Impossivel, ainda, transcrever todas aqui. Por isso, transcrevo apenas duas, muito tocantes.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Nosso grande colaborador, Guilherme Souto escreveu:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Raquel foi um mulher fabulosa. Eu a conheci de longe, nas constantes mensagens do seu pai Ricardo Faria. Mas, apesar de não conhecê-la, sei que ela foi uma guerreira. E tive a confirmação disso hoje, na missa de 7º dia em intenção à sua alma. Ela lutou bravamente contra uma doença que apareceu na sua vida por 6 anos, mas foi vencida na semana passada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso afirmar que a Raquel é uma guerreira, primeiro pelos relatos do seu pai, e agora devido a fala do padre que celebrou a missa. Já que ele nos revelou que a Raquel se submeteu, sem perder totalmente a esperança, a quase 100 aplicações de quimioterapia. Isso, na minha opinião, é que confirmar que é uma guerreira, pois apenas as guerreiras são assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai, Raquel, descanse em paz. E muito obrigado por me transmitir essa lição. Sinto muito, do fundo do meu coração, que você tenha que ter pago um preço tão alto para me ensinar que viver vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guilherme Souto&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Leila Brito, amiga, poeta e filósofa nos enviou:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493754284901546418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 284px; CURSOR: hand; HEIGHT: 369px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD28ajrWObI/AAAAAAAAEXM/sOOBmW-sAcs/s400/image002.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Caro amigo Ricardo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se direcionarmos nosso pensamento exclusivamente&lt;br /&gt;para o significado da Morte como o limite máximo da vida,&lt;br /&gt;com toda certeza, vamos chorar inconformados&lt;br /&gt;a morte inaceitável de uma pessoa maravilhosa que merecia viver.&lt;br /&gt;Mas, se ao contrário, nos conscientizarmos de que entre a Vida e a Morte&lt;br /&gt;reside um encantamento que paira além da nossa compreensão,&lt;br /&gt;vamos comemorar a vida de uma pessoa maravilhosa que precisou morrer.&lt;br /&gt;Basta entender que, se nascemos para viver, obviamente, morremos para nascer.&lt;br /&gt;Todos somos submetidos a esse processo de inversão existencial&lt;br /&gt;em dois momentos cruciais da nossa passagem pelo planeta Terra:&lt;br /&gt;quando nascemos e quando morremos.&lt;br /&gt;Primeiro, nascemos para a Morte; depois, morremos para a Vida.&lt;br /&gt;O processo do encantamento ocorre, justamente,&lt;br /&gt;antes do nascimento e depois da morte,&lt;br /&gt;fases de total dissolução física em que permanecemos sumariamente ENCANTADOS.&lt;br /&gt;Foi, exatamente, a este encantamento que paira entre a Vida e a Morte,&lt;br /&gt;e que a nossa compreensão não alcança,&lt;br /&gt;que o sábio Riobaldo, personagem de Guimarães Rosa,&lt;br /&gt;se referiu em suas divagações filosóficas, ao concluir:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Só as pessoas não morrem; tornam a ficar encantadas...&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Assim como a sua amada filha RAQUEL.&lt;br /&gt;Basta fechar os olhos e buscar a imagem dela em sua memória;&lt;br /&gt;basta pensar nela e sentir a emoção da sua presença, para conseguir entender, que&lt;br /&gt;ELA SE ENCONTRA ENCANTADA&lt;br /&gt;em seu sentimento mais puro, mais bonito e mais intenso.&lt;br /&gt;E isto a torna maravilhosamente ETERNA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com todo meu Amor-Philia,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leila Brito&lt;br /&gt;www.chacomletras.com.br&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493754740346379074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 490px; CURSOR: hand; HEIGHT: 296px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD281EV220I/AAAAAAAAEXs/_GYFzYDY7ZI/s400/raquel.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;O governo de Minas Gerais fez parcerias e convênios com grandes empresas brasileiras e multinacionais para a implantação do que aqui é denominado CIRCUITO CULTURAL PRAÇA DA LIBERDADE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os prédios de fins do seculo XIX e inicio do XX, que compõem o conjunto arquitetônico da Praça e que são patrimônio do povo mineiro, abrigarão em breve "centros culturais" bancados pela Vale, Tim, Fundação Roberto Marinho, EBX (leia-se Eike Batista), Banco do Brasil, CEMIG e Fiat (museu do automóvel? muitoooo importante).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se fosse pouco, há ainda a intenção de se construir um hotel-boutique no atual predio do IPSEMG, sob a forma de parceria público-privada. É mole?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para completar, a UFMG assina conjuntamente com a Tim um espaço de ciência, cedendo inclusive funcionários que lá trabalham. E fez parceria com a Vale, para pesquisa histórica que viabilize a implantação do Memorial de Minas - VALE. Foi-se o tempo em que a Universidade pública, financiada com o imposto do povo, para ele trabalhava. A VALE é povo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Minas se governa assim: retirando do povo o seu patrimônio, e entregando-o aos gatunos de plantão, os de sempre. Assim, se transfere renda aqui em Minas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo feito como manda o figurino da direita: de cima pra baixo, sem consulta à sociedade civil.&lt;br /&gt;Não é bacana?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O discurso legitimador de tudo isso seria risível, se não fosse revoltante.&lt;br /&gt;Taí, oficialmente:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.circuitoculturalliberdade.mg.gov.br/acontece-tres-predios-cppl.php" target="_blank"&gt;http://www.circuitoculturalliberdade.mg.gov.br/acontece-tres-predios-cppl.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493756431928923682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; CURSOR: hand; HEIGHT: 20px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD2-Xh-kFiI/AAAAAAAAEZk/yN-HxGBtgt8/s400/separador4.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#990000;"&gt;Isso não saiu na imprensa, assistam ao vídeo e passem para frente, vamos salvar as sagradas montanhas de Minas Gerais!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=IN8M91IagNM" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=IN8M91IagNM&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493755631892948850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; CURSOR: hand; HEIGHT: 20px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD29o9nH53I/AAAAAAAAEX0/6tuHW-2pOdQ/s400/separador4.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Minha amiga Erica defendeu dissertação de mestrado com o titulo Cidadania e multiculturalismo: a Lei 10.639/03 no contexto das escolas municipais de Belo Horizonte &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;Esta dissertação analisa a repercussão da Lei 10.639/03 e das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana no contexto das bibliotecas escolares da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte. A Lei 10.639/03 alterou dispositivos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/1996) e tornou obrigatório o ensino de História da África e da cultura Afro-Brasileira em todas as escolas de ensino fundamental e médio do Brasil. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;Buscou-se neste trabalho recuperar algumas concepções e idéias presentes no debate acerca da lei e de suas Diretrizes Curriculares correlatas. Procurou-se, ainda, contextualizar o cenário da aprovação dessa lei, apontando os desafios que esta indica ao Estado e à sociedade civil ao dar visibilidade a temas como a educação anti-racista, a pluralidade cultural e o multiculturalismo, além de colocar em pauta a discussão do novo papel do Estado na conformação da cidadania. Este trabalho partiu do pressuposto de que a biblioteca escolar na Rede Municipal de Belo Horizonte é um espaço educativo importante, portanto apresenta-se como um lócus privilegiado para análise da recepção da Lei 10.639/03, no que se refere à discussão da cidadania, do multiculturalismo e da pluralidade cultural. A escolha de bibliotecas das escolas da Rede Municipal de Belo Horizonte como universo de análise se deu pelas especificidades da proposta de educação do município. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;A Proposta Escola Plural, em vigor desde 1994, defende princípios ligados à inclusão e ao respeito à pluralidade cultural. Além disso, existe na cidade um programa que busca “revitalizar” as bibliotecas escolares da Rede. Assim, procurou-se analisar como a Lei 10.639/03 e as Diretrizes Curriculares foram interpretadas e operacionalizadas nesse contexto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;Pela natureza do problema desta pesquisa e pelas especificidades da organização das bibliotecas escolares da Rede, optou-se por uma pesquisa em três etapas: na primeira, foram recolhidos e analisados os documentos referentes à Lei 10.639/03, realizaram-se, ainda, entrevistas com a coordenadora do Núcleo de Relações Étnico-Raciais e de Gênero e com a ex-coordenadora do Núcleo de Coordenação de Bibliotecas; na segunda etapa, buscou-se mapear se os bibliotecários das bibliotecas-pólo conheciam a Lei 10.639/03 e quais as suas concepções a respeito desta; na terceira, pretendeu-se identificar e analisar as práticas e as opções político-pedagógicas de uma biblioteca escolar no que se refere à Lei 10.639/03. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;Na pesquisa, confirmou-se a idéia preliminar de que a proposta educacional do município de Belo Horizonte apresenta aspectos em comum com a discussão da Lei 10639/03, oferecendo um ambiente privilegiado para a implementação da lei. Percebeu-se que os discursos e ações no âmbito político-administrativo do município estão de acordo com as concepções das Diretrizes Nacionais, mas que a discussão sobre a temática da lei sensibiliza os bibliotecários da Rede de maneiras diferentes. Características pessoais como auto-identificação racial e interesse pela temática interferem na forma como estes processam a temática da Lei. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;Os bibliotecários que participaram desta pesquisa, embora conhecessem a lei e reconhecessem a sua importância, tiveram opiniões muito distintas a respeito do papel da biblioteca na implementação dessa Lei. A estrutura administrativa do município de Belo Horizonte contribui para criar espaços para a discussão da Lei 10.639/03, mas os sujeitos se apropriam destes espaços de maneiras múltiplas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto completo da dissertação estará disponível no site da UFMG dentro de dois meses.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493756316313984802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; CURSOR: hand; HEIGHT: 20px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD2-QzR0HyI/AAAAAAAAEZU/ztIBB3TONSA/s400/separador4.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Você conhece a história da British Petroleum?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Não é possível contar toda a história de canalhices da British Petroleum em poucas páginas, nem as conseqüências de seus negócios na geopolítica, na balança da guerra e da paz, na economia, no meio ambiente e no mundo em geral, envolvendo desde a política do Oriente Médio até pessoas sem posses, às vezes assassinadas em comunidades remotas. Este artigo oferece apenas um vislumbre da enormidade de crimes cometidos por essa empresa. A BP não representa nenhuma exceção entre as empresas petroleiras nem entre as grandes corporações. Sua história, além do vazamento de petróleo no Golfo do México, constitui um exemplo de enorme poder e impunidade. O artigo é de Julie Wark, do SinPermiso.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16795&amp;amp;boletim_id=727&amp;amp;componente_id=12200"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16795&amp;amp;boletim_id=727&amp;amp;componente_id=12200&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493756211349784354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; CURSOR: hand; HEIGHT: 20px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD2-KsQZhyI/AAAAAAAAEZE/997NtQZh-x8/s400/separador4.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bcm2008.mktsender.net/registra_clique.php?id=H2322696845820139130&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cartamaior.com.br%2Ftemplates%2FmateriaMostrar.cfm%3Fmateria_id%3D16796%26boletim_id%3D727%26componente_id%3D12201" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Problemas na investigação sobre a mudança climática&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bcm2008.mktsender.net/registra_clique.php?id=H2322696845820139130&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cartamaior.com.br%2Ftemplates%2FmateriaMostrar.cfm%3Fmateria_id%3D16796%26boletim_id%3D727%26componente_id%3D12201" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Atravessamos já a primeira década do século XXI e todas as previsões sobre a mudança climática se cumpriram. Mas aqueles que fazem montanhas de dinheiro vendendo combustíveis fósseis negam-se a reconhecer os danos já causados e, quando reconhecem, dedicam uma pequena parte de seus imensos lucros para o desenvolvimento de energias alternativas. Uma das coisas que fazem é tentar desmoralizar investigadores sérios que estudam a evolução do clima. O artigo é de Antonio Ruiz de Elvira, pesquisador do Fórum Europeu do Clima.&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16796&amp;amp;boletim_id=727&amp;amp;componente_id=12201"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16796&amp;amp;boletim_id=727&amp;amp;componente_id=12201&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD28qMBmadI/AAAAAAAAEXc/VFNW01UkNaw/s1600/livro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493754553430338002" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 149px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD28qMBmadI/AAAAAAAAEXc/VFNW01UkNaw/s200/livro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;CIÊNCIA, CIVILIZAÇÃO E REPÚBLICA NOS TRÓPICOS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Organizador(es).: ALDA HEIZER E ANTONIO AUGUSTO PASSOS VIDEIRA&lt;br /&gt;Páginas: 384&lt;br /&gt;Edição: 1ª&lt;br /&gt;Idioma: Português&lt;br /&gt;Ano: 2010&lt;br /&gt;Preço: R$ 46,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#006600;"&gt;Ciência, Civilização e República nos Trópicos é uma coletânea que reúne 21 textos relacionados às práticas das ciências no Brasil no período chamado de Primeira República ou República Velha. São trabalhos que descrevem, objetivamente, o domínio da ciência no País daquela época, procurando propor discussões sobre a produção intelectual no campo das ciências nos primeiros anos da República e dialogando com a historiografia conhecida. Os artigos têm origem no encontro acadêmico que, com o mesmo título do livro, foi realizado em 2008 no Rio de Janeiro e, em seu conjunto, apresentam uma unidade que pode ser traduzida por uma preocupação em propor temas com abordagens originais para a História das Ciências. Organizado pelos professores Alda Heizer e Antonio Augusto Passos Videira, Ciência, Civilização e República nos Trópicos tem uma gama de temas intencionalmente grande, trazendo à cena contribuições de competentes especialistas em suas áreas&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493756381916049186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; CURSOR: hand; HEIGHT: 20px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD2-UnqkLyI/AAAAAAAAEZc/Ldx2WTGMh2E/s400/separador4.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;O Sistema FINANCIAR informa nova(s) oportunidades(s) na sua área de atuação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes/MG):&lt;a href="https://www.financiar.org.br/programa.asp?pro_codigo=2876" target="_blank"&gt;Prêmio de Divulgação Científica e Tecnológica Francisco de Assis Magalhães Gomes 2010 &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;European Commission EuropeAid, European Union (EU):&lt;a href="https://www.financiar.org.br/programa.asp?pro_codigo=10998" target="_blank"&gt;FP7 Call for Proposals People Programme: Marie Curie International Incoming Fellowships (SP3-People Calls: FP7-PEOPLE-2010-IIF) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;European Commission EuropeAid, European Union (EU):&lt;a href="https://www.financiar.org.br/programa.asp?pro_codigo=10999" target="_blank"&gt;FP7 Call for Proposals People Programme: Marie Curie International Outgoing Fellowships for Career Development (SP3-People Calls: FP7-PEOPLE-2010-IOF) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes):&lt;a href="https://www.financiar.org.br/programa.asp?pro_codigo=10516" target="_blank"&gt;Edital DRI/CGBE nº 12/2009 - Programa de Apoio à Participação em Eventos no Exterior (PAEX) - Processos Seletivos em 2010 &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes):&lt;a href="https://www.financiar.org.br/programa.asp?pro_codigo=11870" target="_blank"&gt;Edital DRI/CGCI nº 40/2010 - Bolsa CAPES/Fulbright de Estágio de Doutorando nos EUA 2011-2012 &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes):&lt;a href="https://www.financiar.org.br/programa.asp?pro_codigo=11881" target="_blank"&gt;Edital nº 42/2010 - Programa CAPES-FCT &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes):&lt;a href="https://www.financiar.org.br/programa.asp?pro_codigo=10535" target="_blank"&gt;Edital CAPES nº 4/2010/DPB/CAPES - Seleção Pública de Propostas de Projetos de Eventos Voltados ao Programa de Apoio a Eventos no País (PAEP) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES):&lt;a href="https://www.financiar.org.br/programa.asp?pro_codigo=1046" target="_blank"&gt;Chamada Pública de Seleção para Apoio a Projetos de Preservação de Acervos 2010 &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;American Council of Learned Societies (ACLS):&lt;a href="https://www.financiar.org.br/programa.asp?pro_codigo=1338" target="_blank"&gt;Comparative Perspectives on Chinese Culture and Society &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;American Association for the Advancement of the Science (AAAS):&lt;a href="https://www.financiar.org.br/programa.asp?pro_codigo=1802" target="_blank"&gt;AAAS Award for International Scientific Cooperation &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493754083643799090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 378px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD28O17wtjI/AAAAAAAAEXE/7YooaqBmaKk/s400/festival.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Periódico Eletrônico Discente do Programa de Pós-graduação em História da UFMG - &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Temporalidades&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - está recebendo trabalhos, para seu quarto número, nas seguintes modalidades: artigos, transcrições documentaiscomentadas, resenhas.Para maiores informações sobre a Revista Temporalidades e informações para colaboradores verifique o site: &lt;a href="http://www.fafich.ufmg.br/temporalidades"&gt;www.fafich.ufmg.br/temporalidades&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A data final para envio de textos para o quarto número é 09 de agosto de 2010.O periódico receberá materiais em fluxo contínuo para edições semestrais.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Quaisquer dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail:&lt;a href="http://br.mc343.mail.yahoo.com/mc/compose?to=temporalidades@gmail.com" target="_blank"&gt;temporalidades@ gmail.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493756161449889282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; CURSOR: hand; HEIGHT: 20px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD2-HyXVjgI/AAAAAAAAEY8/FZ44z1dr-cY/s400/separador4.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições de trabalhos para o &lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;VI Congresso Brasileiro de História da Educação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; que acontecerá na Universidade Federal do Espírito Santo, de 16 a 19 de maio de 2011, estarão abertas no período de 15 de julho a 30 de agosto de 2010.  Informações sobre o evento podem ser encontradas na página da SBHE (www.sbhe.org.br) ou diretamente no sítio do congresso (www.cbhe6.com.br).&lt;br /&gt;  &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493755700860748882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; CURSOR: hand; HEIGHT: 20px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD29s-iVBFI/AAAAAAAAEX8/9IFjslWAgvc/s400/separador4.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; Revista Espaço Acadêmico&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, edição nº 110, julho de 2010, foi publicada (anexo).&lt;br /&gt;Destaque da edição: DOSSIÊ ERICH FROMM, organizado pelo Prof. Nildo Viana.&lt;br /&gt;Acesse: &lt;a href="http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/index"&gt;http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/index&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecemos a todos que contribuíram, especialmente ao Prof. Nildo Viana, e que tornaram possível mais este número.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD28B6ob4NI/AAAAAAAAEW0/RTbmSL8BIAs/s1600/diamantina1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493753861566619858" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD28B6ob4NI/AAAAAAAAEW0/RTbmSL8BIAs/s200/diamantina1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Diamantina ganha Teatro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Teatro Municipal Santa Isabel, mais novo espaço dedicado às artes na cidade, esta pronto para ser inaugurado depois de três anos de reforma.&lt;br /&gt;Foram gastos R 1. 768.740,45, sendo 70% do Programa Monumenta e 30% de contrapartida Municipal.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Teatro Municipal Santa Isabel possui capacidade para receber 142 espectadores  e uma área de mais 760 m². O espaço ainda conta com um sofisticado foyer, logo na entrada, que pode abrigar diversos eventos, como sessões de autógrafos, exposições e vernissages.&lt;br /&gt;Somando à beleza e ao conforto, o Teatro Municipal Santa Isabel também tem os mais modernos mecanismos cênicos do país e sua acústica respeita a variação de som de cada tipo de espetáculo utilizando o que há de melhor no mundo. Além de peças, o teatro ainda permite a exibição de filmes de 35 mm e digitais.&lt;br /&gt;Somando à beleza e ao conforto, o Teatro Municipal Santa Isabel também tem os mais modernos mecanismos cênicos do país e sua acústica respeita a variação de som de cada tipo de espetáculo utilizando o que há de melhor no mundo. Além de peças, o teatro ainda permite a exibição de filmes de 35 mm e digitais. A inauguração foi terça-feira, 13 de julho, com presença de autoridades, representantes do IPHAN e Programa Monumenta.&lt;br /&gt;Fotos: Carlos Emanuel Lopes &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD28JuC7DBI/AAAAAAAAEW8/xrwOFZz_kOo/s1600/diamantina2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493753995627006994" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD28JuC7DBI/AAAAAAAAEW8/xrwOFZz_kOo/s200/diamantina2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title=": amor e pós-capitalismo" href="http://www.outraspalavras.net/?p=1359" target="_blank"&gt;Commonwealth: amor e pós-capitalismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Inédito no Brasil, novo livro de Negri e Hart desafia pessimismo acadẽmico e enxerga, nos novos desejos, rebeldia e subversão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="O cartunista da &amp;#10;luta palestina" href="http://www.outraspalavras.net/?p=1349" target="_blank"&gt;O cartunista da luta palestina&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Reconhecido internacionalmente (embora boicotado na mídia brasileira), Latuff expõe seu trabalho. Entrevista para Niara de Oliveira e colaboradores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="De José Saramago &amp;#10;para o Fórum Social Mundial" href="http://www.outraspalavras.net/?p=1371" target="_blank"&gt;De José Saramago para o Fórum Social Mundial&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em carta ao II FSM, escritor viu democracias contemporâneas reduzidas a rituais vazios e apostou na resistência global&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Fragmento de &amp;#10;esperança em outro desenvolvimento" href="http://www.outraspalavras.net/?p=1399" target="_blank"&gt;Fragmento de esperança em outro desenvolvimento&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fracassados ambientalmente, os países "desenvolvidos" ensaiam um discurso de "sustentabilidade". O Brasil será capaz de sugerir outro caminho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Quem pode deter &amp;#10;Israel" href="http://www.outraspalavras.net/?p=1336" target="_blank"&gt;Quem pode deter Israel&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os políticos tradicionais falharam. Mas o mundo fartou-se de Telavive e as sociedades ensaiam o "já basta!" Por Robert Fisk&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Petrobrás: a &amp;#10;ideologia e o debate real" href="http://www.outraspalavras.net/?p=1377" target="_blank"&gt;Petrobrás: a ideologia e o debate real&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A sociedade brasileira tem o direito de decidir o que fará com o petróleo; a mídia prefere um discurso rançoso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493756025870253058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; CURSOR: hand; HEIGHT: 20px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD29_5SofAI/AAAAAAAAEYs/ySKTzaLfBpk/s400/separador4.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;&lt;strong&gt;Didática da História&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; é uma rede social que busca integrar pesquisadores e professores que se interessam pela pesquisa em Ensino de História&lt;br /&gt;&lt;a href="http://didaticadahistoria.ning.com/"&gt;http://didaticadahistoria.ning.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493756104990840738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; CURSOR: hand; HEIGHT: 20px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD2-EgCc16I/AAAAAAAAEY0/BvXdr5jRzRM/s400/separador4.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;I Encontro Nacional de Pesquisadores em Histórias das  Ciências&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;ENAPEHC 2010&lt;br /&gt;22, 23 e 24 de setembro&lt;br /&gt;Belo Horizonte - MG&lt;br /&gt;Fafich/UFMG&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com intuito de fortalecer espaços de interação entre grupos e pesquisadores em História das ciências, o Programa de Pós-Graduação em História da UFMG – PPGHIS e o Grupo Scientia – Grupo de Teoria e História da Ciência da UFMG realizarão, com apoio da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas – Fafich/UFMG, o I Encontro Nacional de Pesquisadores em História das Ciências – ENAPEHC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ENAPEHC ocorrerá nos dias 22, 23 e 24 de setembro de 2010, em Belo Horizonte, na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas – Fafich/UFMG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serão apresentadas Mesas-Redondas e Conferências com importantes pesquisadores em História das ciências de todo o Brasil. Os interessados poderão se inscrever nas modalidades: Simpósio Temático (doutores e doutorandos), Comunicação (titulação livre) e Ouvinte. Haverá publicação de anais eletrônicos (com ISBN) e entrega de certificados emitidos pelo Centro de Extensão – CENEX/UFMG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições para Simpósios Temáticos: de 01 de junho a 01 de julho.&lt;br /&gt;Inscrições de Comunicações: de 15 de julho a 15 de agosto.&lt;br /&gt;Resumos deverão ser enviados para o email: &lt;a href="http://br.mc564.mail.yahoo.com/mc/compose?to=enapehc.ufmg@gmail.com" target="_blank"&gt;enapehc.ufmg@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A programação do evento, bem como as informações referentes às inscrições e diretrizes para colaboradores, estará disponível no site: &lt;a href="http://www.fafich.ufmg.br/enapehc" target="_blank"&gt;www.fafich.ufmg.br/enapehc&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493756257705187810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; CURSOR: hand; HEIGHT: 20px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD2-NY8Y2eI/AAAAAAAAEZM/94JzTm3OYxo/s400/separador4.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério do Turismo, em convênio com a Fundação Universa, está oferecendo &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;20 ( vinte)  cursos na área de Turismo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Os que estiverem interessados deverão inscrever-se no endereço abaixo.  Os cursos são gratuitos e o interessado pode inscrever-se para mais de um curso.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.capacitacaoemturismo.org.br/portal/matricula.php" target="_blank"&gt;http://www.capacitacaoemturismo.org.br/portal/matricula.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493754443409992418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 343px; CURSOR: hand; HEIGHT: 297px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD28jyKtKuI/AAAAAAAAEXU/COGfB3FGgyA/s400/jose_serra_procurando_vice2.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;Um candidato à procura de um vice...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;INFORMATIVO DA ANPUH&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROCESSO SELETIVO PARA MESTRADO&lt;br /&gt;Instituição: Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)Inscrições: até 26/07/2010&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6014329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fccs.ufpel.edu.br%2Fwp%2Fwp-content%2Fuploads%2F2010%2F05%2Fedital-1-2010-ppg-historia.pdf" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRÊMIO DE PESQUISA - MEMÓRIAS REVELADAS&lt;br /&gt;Instituição: Arquivo NacionalInscrições: até 30/07/2010&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6015329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.portalmemoriasreveladas.arquivonacional.gov.br%2Fmedia%2FRegulamento%2520Memorias%2520Reveladas.pdf" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2ª OLIMPÍADA NACIONAL EM HISTÓRIA DO BRASIL&lt;br /&gt;Instituição: Museu Exploratório de Ciências (MC) da Unicamp&lt;br /&gt;Inscrições: até 06/08/2010&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6016329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mc.unicamp.br%2F2-olimpiada%2Finicio%2Findex" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XVII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-MG - CONHECER, PESQUISAR E ENSINAR HISTÓRIA: O LUGAR DO CONHECIMENTO NO MUNDO CONTEMPORÂNEO&lt;br /&gt;Data: 18 a 23 de julho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Uberlândia - Campus Santa Mônica&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6038329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.anpuhmg.com.br%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIV ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH RJ: MEMÓRIA E PATRIMÔNIO Data: 19 a 23 de julho 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal do Estado do rio de Janeiro (UniRio)&lt;br /&gt; &lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6039329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.encontro2010.rj.anpuh.org%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV CONGRESSO LATINO-AMERICANO IMAGENS DA MORTE&lt;br /&gt;Data: 19 a 23 de julho 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Salgado de Oliveira - Campus Niterói&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6040329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.prohola.pro.br%2Farquivo%2Fwebdoc02%2F2009%2Fwebdoc2g_a09.pdf" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CICLO DE DEBATES 2010- A PRESENÇA JESUÍTICA NA AMÉRICA PORTUGUESA&lt;br /&gt;Data: 22 a 29 de julho de 2010&lt;br /&gt;Local: Páteo do Collégio&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6041329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.pateocollegio.com.br%2Fnewsite%2Fconteudo.asp%3Fi%3Di1%26pag_id%3D27" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIV ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-PB: HISTÓRIA, MEMÓRIA E COMEMORAÇÕES&lt;br /&gt;Data: 26 a 29 de julho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal da Paraíba&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6042329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cchla.ufpb.br%2Fanpuhpb14%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;X ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-RS: HISTÓRIA E LIBERDADE&lt;br /&gt;Data: 26 a 30 de julho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Santa Maria&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6043329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.anpuh-rs.org.br%2Finformativo%2Fview%3FID_INFORMATIVO%3D360" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-BA: HISTÓRIA E MEMÓRIAS: LUGARES, FRONTEIRAS, FAZERES E POLÍTICAS&lt;br /&gt;Data: 27 a 30 de julho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Católica do Salvador (UCSAL)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6044329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ucsal.br%2Fvencontroanpuhba%2Fhome.asp" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV SEMINÁRIO NACIONAL DE HISTÓRIA DA HISTORIOGRAFIA: TEMPO PRESENTE &amp;amp; USOS DO PASSADO&lt;br /&gt;Data: 16 a 19 de agosto de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6045329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.seminariodehistoria.ufop.br%2Focs%2Findex.php%2Fsnhh%2F2009" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-RN: IDENTIDADES NA HISTÓRIA&lt;br /&gt;Data: 16 a 20 de agosto de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6046329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.rn.anpuh.org%2Findex.shtml" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEMINÁRIO CARIRI CANGAÇO&lt;br /&gt;Data: 17 a 22 de agosto de 2010&lt;br /&gt;Local: Aurora; Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha e Missão Velha&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6047329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fcariricangaco.blogspot.com%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FAZENDO GÊNERO&lt;br /&gt;Data: 23 a 26 de agosto de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Santa Catarina&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6048329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.fazendogenero9.ufsc.br%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIII ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA- 20 ANOS DE ANPUH-PE: O OFÍCIO DO HISTORIADOR E OS NOVOS TERRITÓRIOS DA HISTÓRIA&lt;br /&gt;Data: 24 a 27 de agosto de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6049329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fpe.anpuh.org%2Fconteudo%2Fview%3FID_CONTEUDO%3D457" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIII FÁBRICA DE IDÉIAS: PATRIMÔNIO, MEMÓRIA E IDENTIDADE&lt;br /&gt;Data: 09 a 27 de agosto de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal da Bahia (UFBA)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6050329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.fabricadeideias.ufba.br%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XI CONGRÈS INTERNATIONAL DES SCIENCES HISTORIQUES&lt;br /&gt;Data: 22 a 28 de agosto 2010&lt;br /&gt;Local: L'Universiteit van Amsterdam (UvA)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6051329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cish2010.org%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III SIRCP: SIMPOSIO INTERNACIONAL SOBRE RELIGIOSIDAD, CULTURA Y PODER Data: 25 a 27 de agosto de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidad de Buenos Aires&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6052329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fsircpdelgere-uba.blogspot.com%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VII ENCONTRO NACIONAL DO GRUPO DE TRABALHO EM HISTÓRIA ANTIGA DA ANPUH&lt;br /&gt;Data: 30 de agosto a 3 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6053329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.gtantiga.net%2Fencontro2010%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL&lt;br /&gt;Data: 04 e 07 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Pernambuco&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6054329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.eihc2010.com.br%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-SC - HISTÓRIA: DESAFIOS PARA O TEMPO PRESENTE&lt;br /&gt;Data: 05 a 08 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Comunitária da Região de Chapecó – Unochapecó&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6055329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.anpuh-sc.org.br%2Fencontro_estadual_2010.htm" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XX ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-SP: HISTÓRIA E LIBERDADE&lt;br /&gt;Data: 06 a 10 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Estadual de São Paulo - Campus Franca&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6056329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.encontro2010.sp.anpuh.org%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-MT: HISTÓRIA, NATUREZA E FRONTEIRAS&lt;br /&gt;Data: 08 a 11 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Mato Grosso - Cuiabá (UFMT)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6057329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.encontro2010.mt.anpuh.org%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA AMBIENTAL E MIGRAÇÕES&lt;br /&gt;Data: 13 a 15 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6058329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.labimha.ufsc.br%2Fsimposio%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II CONGRESSO INTERNACIONAL DO NÚCLEO DE ESTUDOS DAS AMÉRICAS: SISTEMAS DE PODER,PLURICULTURALIDADE E INTEGRAÇÃO&lt;br /&gt;Data: 20 a 24 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade do Estado do Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6059329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fcongresso.nucleasuerj.com.br%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL EM MEMÓRIA E PATRIMÔNIO&lt;br /&gt;Data: 22 a 24 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6060329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fsimpufpel.wordpress.com%2F" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-MA: PATRIMÔNIO HISTÓRICO, MEMÓRIA E ENSINO&lt;br /&gt;Data: 27 a 30 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Estadual do Maranhão - Caxias (UEMA)&lt;br /&gt;Sem mais informações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SIMPÓSIO INTERNACIONAL - GUERRA E HISTÓRIA&lt;br /&gt;Data: 28 a 30 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade de São Paulo (USP)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H6061329913004&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.anpuh.org%2Fdownload%2Fdownload%3FID_DOWNLOAD%3D210" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15116360-8655360721518551703?l=boletimmineirodehistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/feeds/8655360721518551703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15116360&amp;postID=8655360721518551703' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/8655360721518551703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/8655360721518551703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/2010/07/numero-237.html' title='Número 237'/><author><name>ricardo faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09158504463703150448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/TD28wKGBSPI/AAAAAAAAEXk/2QyUjJKTxWc/s72-c/novo+banner2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15116360.post-3854062553576335140</id><published>2010-05-26T14:17:00.024-03:00</published><updated>2010-05-26T15:09:14.253-03:00</updated><title type='text'>Numero 236</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff6600;"&gt;Greve dos professores: alguns aprendizados&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;José de Souza Castro &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;Foram 47 dias de greve. Com ela, os professores estaduais mineiros nos deram uma lição de resistência desesperada às pressões desfechadas pelo Palácio Tiradentes – teremos que nos acostumar com esse nome – e pelo Palácio Rodrigues Campos. Este último, poucos sabem disso, é a sede do Tribunal de Justiça. Foi inaugurada em 1911 na Av. Afonso Pena, centro da nova capital do Estado, e ficou hoje muito pequena. Melhor dizendo, apequenada. Vale a pena recordar. Em 1964, após seis anos de reforma, o palácio foi reinaugurado com o nome atual, uma homenagem ao pai do então senador Milton Campos. Quando governador, na década de 1950, numa greve de ferroviários de Divinópolis, aconselhado a enviar para lá um trem cheio de soldados, Milton Campos perguntou: não seria melhor mandar o trem pagador? Os salários estavam atrasados... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;Ao longo da história, os funcionários públicos mineiros, quando não sofriam o atraso do pagamento, era porque o salário se tornara insignificante, esmagado pela inflação e pela ausência de um reajuste justo e a tempo. Não há dinheiro – foi sempre essa a desculpa dos governantes que, no entanto, não abrem mão de seus palácios. O atual tem agora à disposição nada menos que quatro: Liberdade, Despacho, Mangabeiras e Tiradentes. Gostaria de estar aqui comemorando, com os professores, uma vitória da sua inegável coragem e persistência. Mas, não é o caso. Eles vão voltar às salas de aula, nesta quinta-feira, pior do que estavam no dia 8 de abril, no começo da greve. A tal comissão para estudar a reivindicação salarial dos professores é uma comissão como todas aquelas criadas por governos quando não querem resolver um problema. Essa aí, se não me engano, vai servir apenas para que o sindicato dos professores possa dizer que não cedeu simplesmente às pressões do governo e da Justiça. Pressões que, na sua face mais pragmática, se traduziram pela multa diária de 30 mil reais imposta pelo Tribunal de Justiça, e que seria paga – a quem? – pelo Sind-UTE, caso a greve não terminasse. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;Os grevistas vão ter que esperar algumas semanas para receber os dias parados e terão que repor as aulas que deixaram de dar. Ou seja, vão trabalhar mais, até o fim do ano, sem tempo para se curar do estresse da longa greve. E não receberão um centavo a mais no minguado salário. É verdade, receberam promessas. Só para lembrar: no governo Francelino Pereira, os professores terminaram uma greve depois de ouvirem muitas promessas. Um ano depois, nenhuma havia sido cumprida. Eles tiveram que fazer nova greve, mas aprenderam a lição: no ano seguinte, o candidato apoiado pelo governador foi derrotado por Tancredo Neves. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;Acho que o neto de Tancredo e seu candidato, Antônio Anastasia, gazetearam aquelas aulas... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;Os professores grevistas voltarão às aulas, no entanto, com uma promessa que talvez seja cumprida – a de não serem punidos. Até poderiam ser, pois a greve foi considera ilegal por um punhado de desembargadores. Também eles funcionários públicos estaduais, só que incrivelmente bem pagos pelo mesmo governo que alega não ter recursos para conceder aos professores um salário de 1.321 reais por mês. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;O que temos pela frente não é um panorama animador para os candidatos Aécio Neves e Antônio Anastasia, se dependerem do voto dos professores. Também não, para o principal adversário nas urnas do atual governador, o ex-ministro Hélio Costa. Alguém ouviu dele uma palavra de solidariedade aos grevistas? Até onde sei, foi ensurdecedor o silêncio do candidato do PMDB sobre as reivindicações dos professores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;E os pais que recorreram ao Ministério Público exigindo a volta às aulas? Acho que esses pais – se é que são mesmo pais de alunos – têm, ainda, muito a aprender...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475632490822432482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 8px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1avUAO9uI/AAAAAAAAEWs/H6PNpx_xX3I/s400/separador3.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff6600;"&gt;Por que Washington rejeita a paz&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Antonio Martins (&lt;a href="http://www.outraspalavras.net/?p=1233"&gt;http://www.outraspalavras.net/?p=1233&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#cc33cc;"&gt;O desfecho da disputa que Estados Unidos e Irã travam, em torno da energia nuclear, tornou-se imprevisível, após uma série de reviravoltas diplomáticas. Tão logo Brasil e Turquia anunciaram, em 16 de maio, um acordo que cria espaço para entendimento, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, saiu a campo para bombardear a iniciativa. Na manhã desta terça-feira (18/5), ela anunciou, no Comitê de Relações Exteriores do Senado dos EUA, ter costurado com Rússia e China um rascunho de resolução contra Teerã, a ser submetido ao Conselho de Segurança da ONU. Apesar de ter aprovação aparente dos cinco membros-permanentes do conselho, a aprovação desta proposta é incerta. Tanto a articulação brasileiro-turca quanto a resposta-relâmpago do governo Obama são fatos novos e surpreendentes, que ajudam a revelar traços da conjuntura global que se abre na virada da década.&lt;br /&gt;1.&lt;br /&gt;Revelado no final da noite de segunda-feira, o texto anunciado por Hillary é, como afirmou a própria secretária, particularmente “duro”. As sanções previstas transformam o Irã, na prática, num Estado-pária. Fica proibido de construir instalações de enriquecimento de urânio (algo que o Tratado de Não-Proliferação Nuclear – TNP – considera um direito de qualquer país). É interditado de atividades banais (como a mineração de urânio). As nações são impedidas de vender-lhe oito tipos de armamentos convencionais (os mesmos oferecidos a todos os seus vizinhos), e mesmo de fornecer assistência técnica e treinamento militares.&lt;br /&gt;Estabelecem-se, além disso, constrangimentos humilhantes. Barcos com destino ao Irã podem ser inspecionados em alto-mar. Fundos iranianos no exterior tornam-se passíveis de bloqueio, bastando para isso que algum Estado ofereça “bases razoáveis para acreditar” que o negócio “poderia contribuir” para que Teerã livre-se das sanções.&lt;br /&gt;A proposta de Hillary obriga os EUA a renegar posições já assumidas, afronta possíveis aliados e tende a ampliar a oposição e o ressentimento contra Washington, em especial no mundo árabe. Os compromissos que que Brasil e Turquia convenceram o Irã a assumir são, em essência, idênticos ao que os EUA exigiam de Teerã, em outubro último. Brasília e Ancara apostaram que, na condição de países do Sul, não-hostis ao Irã, teriam maiores chances de obter um compromisso. Esta tentativa foi comunicada previamente à Casa Branca – que a encorajou, em palavras.&lt;br /&gt;Ao renegar esta atitude, Washington sugere que não desejava, no ano passado, um entendimento: fazia apenas uma provocação. Ainda mais porque as novas ameaças contrastam com o prolongado apoio norte-americano a Israel – que mantém e desenvolve armas nucleares e se recusa a assinar o TNP.&lt;br /&gt;Na manhã de quarta-feira (19/5), surgiram, aliás, os primeiros sinais de que a tramitação do texto, no Conselho de Segurança, poderá ser lenta, complexa e desgastante para os EUA. Embora admitisse que seu país participou da redação do esboço de Hillary, o embaixador chinês na ONU, Li Badong, fez ressalvas. “Fazer circular este rascunho não significa que as portas para a diplomacia estão fechadas (…) Acreditamos que o diálogo, a diplomacia e as negociações são a melhor maneira de lidar com a questão iraniana”.&lt;br /&gt;Brasil e Turquia mantiveram-se firmes, anunciando que enviarão ao Conselho de Segurança um relato de suas gestões, que julgam suficientes para colocar o debate em novo tom. O chanceler brasileiro, Celso Amorim, afirmou que, após os sinais de boa-vontade emitidos por Teerã “não há nenhum motivo para manter uma linha de pressões e sanções”.&lt;br /&gt;Na própria sociedade norte-americana, não parece haver unanimidade em favor da postura de ameaças e confrontos. Na manhã de quarta-feira (19/5), uma ampla maioria dos leitores do New York Times pronunciava-se de forma francamente crítica a nova cartada da Casa Branca. O jornal elogiou Hillary Clinton em editorial. Mas na página de comentários aberta aos internautas, todas as dez opiniões mais pontuadas estavam contra as sanções. Um comentário emblemático perguntava: “Por que será que estou me tornando mais inclinado a acreditar em propostas feitas por países como a Turquia e o Brasil que nas manifestações de China, Rússia e Estados Unidos”?&lt;br /&gt;Nove votos, entre os quinze países que compõem o Conselho de Segurança, são necessários para aprovar sanções. Há enormes probabilidades de que Brasil, Turquia e Líbano rejeitem a resolução articulada pelos EUA. Ainda que os cinco membros permanentes confirmem adesão à proposta de Hillary, será preciso cabalar mais quatro apoios, entre os sete integrantes que faltam (Áustria, Bósnia, Gabão, Japão, México, Nigéria e Uganda). O sucesso é duvidoso. A maior parte dos que se atrevem a fazer previsões imaginam que as negociações deverão se estender até julho.&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;Por que, então, a sofisticada Hillary Clinton agiu tão brusca e rudemente? Dois textos publicados em Outras Palavras ajudam a encontrar respostas. Em A política de desarmamento de Obama, que foi ao ar no final de abril, o economista José Luís Fiori aponta como o presidente “mudou de foco”, depois de enfrentar o primeiro ano de crise econômica profunda, resistências no Congresso, movimentos sociais ultra-conservadores e queda de popularidade.&lt;br /&gt;Ao menos no momento, tais pressões conduziram o homem do Yes, we can, à condição de um aplicador do business as usual (“o mesmo de sempre”). As esperanças de um poder norte-americano benévolo, que ele espalhou pelo mundo em sua campanha eleitoral, reduziram-se a retórica. Diante da crise – e talvez da falta de mobilização, em seu país, para políticas progressistas – o presidente passou a reconhecer, nas palavras de Fiori, que “o poder militar é indispensável à reconstrução da economia dos EUA”; que estes “não abdicarão do poder global que já conquistaram”, nem “de sua expansão futura”.&lt;br /&gt;Em O plano militar do Pentágono, o jornalista Jack A. Smith parte de análise semelhante, e investiga em especial seus desdobramentos militares. Smith disseca dois documentos oficiais sobre estratégia publicados já no mandato de Obama. Trata-se do Relatório Quadrienal da Revisão de Política de Defesa (Quadriennial Defense Review Report, QDR, de fevereiro de 2010) e a a Revisão da Política Nuclear (Nuclear Posture Review, NPR, de abril de 2010).&lt;br /&gt;O novo governo, mostra o estudo, não se limitou a aprovar, um orçamento militar que é superior ao de todos os demais países do mundo somados, e supera inclusive o recorde de George W. Bush (741 bilhões de dólares no ano fiscal de 2011, contra US$ 651 bi em 2009). Ele formulou um leque de objetivos que acentuará, se alcançado, o aspecto militar da supremacia mundial norte-americana.&lt;br /&gt;O apoio na força bélica está explícito no QDR. O relatório proclama que “os interesses dos EUA e seu papel no mundo exigem forças armadas com capacidades superiores a tudo o que se conhece”. Defende “o domínio continuado das forças armadas norte-americanas, nas guerras de larga escala de exército contra exército”. Traduz tais propósitos num vasto elenco de metas militares: “Expandir as capacidades de ataque a longa distância; explorar as vantagens das operações subterrâneas; garantir acesso ao espaço e ao uso de recursos espaciais; aumentar a robustez de capacidades-chave de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento; derrotar sistemas inimigos de sensores; aumentar a presença e a prontidão de resposta das forças dos EUA, em todo o mundo”.&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;Em suma, a virada de Obama equivale a aceitar como projeto, conforme sumariza Fiori, “o congelamento da atual hierarquia do poder militar mundial”. Diante de tal propósito, e das armas e orçamentos mobilizados para alcançá-lo, a iniciativa pacifista e distensionadora de Brasil e Turquia só poderia ser encarada pelos EUA como… um disparate inaceitável. Que restará da estratégia de supremacia mundial com base nas armas, se puder ser desarmada, à primeira crise, por dois países de poder bélico menor, sem assento permanente no Conselho de Segurança da ONU e detentores de PIBs que, somados, não chegam a 1/5 do norte-americano?&lt;br /&gt;Significa, então, que apesar de suas boas intenções, a cartada de Brasília e Ancara foi imprudente e irrealista? As próximas semanas serão muito reveladoras, mas muitos fatores indicam que a respostas é não.&lt;br /&gt;Primeiro, porque continua cada vez mais atual a frase atribuída a Bonaparte: é possível fazer qualquer coisa com baionetas, exceto sentar-se sobre elas. Qualquer poder que se apoia nas armas emite um sinal de fraqueza. País mais endividado do planeta, candidato a perder em poucas décadas a liderança econômica, os Estados Unidos parecem imitar, com a estratégia de poder que praticam, a trajetória de declínio descrita pela Inglaterra, a partir do final do século 19.&lt;br /&gt;Segundo, porque a simples ousadia brasileiro-turca, a intensa repercussão que encontrou e as possibilidades reais de que tenha sucesso no Conselho de Segurança são sinais de outro fenômeno destacado da atualidade. Trata-se da ascensão dos países antes vistos como periféricos e seu desejo de uma ordem mundial multipolar. Em certo sentido, esta emergência recupera aspirações do “movimento dos não-alinhados” — que tateou em busca de espaço, a partir da segunda metade dos anos 1950, num cenário monopolizado por Estados Unidos e União Soviética.&lt;br /&gt;Agora, talvez as possibilidades sejam maiores. Uma atitude como a de Lula e Erdogan seria provavelmente irrelevante nos tempos da Guerra Fria; e estaria no campo do bizarro depois, durante o breve período em que os EUA dominaram sozinho a cena internacional. Vale notar, aqui, a posição dúbia da China, que oscila entre sentir-se parte dos periféricos (é força destacada nos BRICs) e a tentação de compor, com Washington, um novo e poderoso G-2.&lt;br /&gt;O terceiro fator não se relaciona com oportunidades geopolíticas, mas com projetos de sociedade. Num tempo também caracterizado pela emergência da sociedade civil planetária, da economia do conhecimento e das redes sociais, é possível aceitar que os destinos do planeta sejam decididos por uma potência armada até os dentes?&lt;br /&gt;Se a resposta for não, Brasil e Turquia ajudaram a tornar o presente respirável e abriram janelas para o futuro. Talvez haja mais que coincidência em Lula, o protagonista mais empenhado no projeto, ser o presidente do país onde surgiram os Fóruns Sociais Mundiais. Aqueles que sustentam a ideia, também irreverente, de que “outro mundo é possível”… &lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475632232272576530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 8px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1agQ1JQBI/AAAAAAAAEWU/-6zI2e-TOYg/s400/separador3.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Correio Caros Amigos:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff6600;"&gt;Alguns recados do Irã: a paz invadiu o meu coração &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por Beto Almeida &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#333399;"&gt;Após o anúncio do acordo construído entre Brasil, Irã e Turquia para evitar que a nação persa sofra novas sanções ou que tenha que renunciar ao seu direito de desenvolver a tecnologia nuclear para fins pacíficos, já se nota em certos segmentos políticos e midiáticos brasileiros uma tentativa de desmerecer a importância da iniciativa do presidente Lula que conseguiu apoio também da Rússia e da China. Por isso mesmo vale colocar em realce - como já tem feito a imprensa internacional - os desdobramentos políticos que o Acordo Nuclear Brasil-Irã-Turquia poderá promover. A viagem de Lula à Teerã foi cercada de imenso ceticismo, silencioso ou declarado, como o da Secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton que disse que o presidente brasileiro iria ter que enfrentar uma montanha de problemas, desacreditando do êxito de sua empreitada. É como se não soubesse que Lula, desde que nasceu, enfrentou os mais montanhosos e espinhosos problemas que seres humanos pobres, nascidos no Nordeste, foram obrigados a enfrentar, a começar por vencer a pena de morte a céu aberto que executava crianças nordestinas pela fome dia-a-dia, fenômeno político denunciado com franqueza e precisão por outro nordestino mundialmente respeitado, Josué de Castro. Na mesma linha, o chanceler francês - que não acredita que o fim da tarde é lilás - chegou a afirmar de modo deselegante e desrespeitoso, que Lula seria embromado pelos iranianos, sendo obrigado a corrigir-se e a desculpar-se por orientação do presidente Sarkozy, este talvez mais pragmático e interessado na bilionária venda dos aviões Rafale para o Brasil. O acordo é uma lição para muita gente. Não seria petulante afirmar que o episódio constitui grande recado para o presidente dos EUA, Barack Obama. Afinal, não deveria ser dele, Prêmio Nobel da Paz, a iniciativa principal de promover o diálogo, insistir em saídas pacíficas, apostar em soluções cooperativas, ao invés de falar precipitadamente na lógica das sanções que, obviamente, são muito interessantes para as encomendas da indústria bélica? Talvez por ser prisioneiro do Complexo-Militar-Industrial, denunciado por um ex-presidente dos EUA, Obama ainda não demonstrou claramente estar o Prêmio nas mãos mais adequadas.... O acordo firmado entre Lula, Ahmadinejad e o chanceler turco Ebergan manda recados também para o Conselho de Segurança da ONU, que, antes mesmo de explorar as possibilidades de uma saída pelo diálogo e que não implicasse no veto aos países que - como o Irã e o Brasil, entre outros - estão desenvolvendo tecnologias nucleares para finalidades pacíficas, deu péssimo exemplo de intolerância e prepotência ao mundo. O Conselho só tem falado em sanções, em ameaças, sem sequer referir-se ao fato que a via das sanções aplicadas por ele até hoje tem resultado, fundamentalmente, em castigos militares de gigantescos sofrimentos, perdas de vidas, destruição e rigorosamente nenhuma solução, como se observa no Afeganistão e no Iraque. Embora o impacto internacional positivo seja inegável, o acordo traz ingredientes novos para o debate político brasileiro já que o candidato oposicionista, José Serra, manifestou-se de maneira negativa à viagem de Lula ao Irã, afirmando que nem iria lá, nem convidaria o presidente iraniano a vir ao Brasil. Se o objetivo é buscar soluções negociadas, por meio de conversações complexas e delicadas, como podem Obama, o chanceler francês, o Conselho da ONU e José Serra não privilegiarem o diálogo direto com a parte envolvida, o Irã, para se alcançar a paz? Sintonia entre tucanos e falcões.... Para a mídia sobram muitas lições, sobretudo para grande parte da mídia brasileira que, desde o anúncio da viagem de mandatário brasileiro à antiga Pérsia encontrou inúmeras qualificações negativas e pessimistas para a iniciativa, algumas de escassa qualificação, como aquelas que davam a entender que o “Lula não se enxerga”, ou que “isto é apenas uma bravata”. Ou, então, que seria pretensioso acreditar que o Brasil poderia ter alguma importância na solução de um problema de tão grande porte e tão distante. Uma por uma estas conceituações midiáticas, provavelmente eivadas de uma certa dose de preconceito, foram, pouco a pouco, desmanchando-se no ar. Agora, até mesmo os mais pessimistas admitem que o acordo reveste-se de importância altamente relevante e que é uma vitória de Lula e da política externa brasileira independente e soberana. O mundo inteiro está discutindo o gesto brasileiro e rejeitá-lo será altamente desgastante para eles, sobretudo para o Prêmio Nobel da Paz. O curioso é que esta mesma mídia reconhece e destaca o protagonismo de outro brasileiro, Oswaldo Aranha, quando das gestões feitas para a criação de Israel, há décadas. Mas, agora, quando Lula insiste em ter voz ativa, convocando ou até mesmo desafiando as grandes potências a empenharem-se na via pacífica seja para o Irã, para o Iraque, como também, por desdobramento, para a Questão Palestina, nenhum reconhecimento. O difícil mesmo é acreditar que tanto o Prêmio Nobel da Paz, como os demais dirigentes dos países ricos, tenham coragem em apostar em caminhos que contrariem a indústria bélica. Coragem, que Lula, em sua dialética de retirante, tem demonstrado ter de sobra.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Beto Almeida é jornalista e membro da Junta Diretiva da Telesur &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475630640865926434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 211px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1ZDoYO3SI/AAAAAAAAEUM/7zRJIiFdgPY/s320/bucolica.JPG" border="0" /&gt;(Cena bucólica. Foto RMF)&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Republicamos o editorial de Mino Carta, na Carta Capital desta semana:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:180%;color:#ff6600;"&gt;Os interesses dos impérios e os nossos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;Ao ler os jornalões na manhã de segunda 17, dos editoriais aos textos ditos jornalísticos, sem omitir as colunas, sobretudo as de O Globo, me atrevi a perguntar aos meus perplexos botões se Lula não seria um agente, ocidental e duplo, a serviço do Irã. Limitaram-se a responder soturnamente com uma frase de Raymundo Faoro: “A elite brasileira é entreguista”.&lt;br /&gt;Entendi a mensagem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;A elite brasileira aceita com impávida resignação o papel reservado ao País há quase um século, de súdito do Império. Antes, foi de outros. Súdito por séculos, embora graúdo por causa de suas dimensões e infindas potencialidades, destacado dentro do quintal latino-americano. Mas subordinado, sempre e sempre, às vontades do mais forte.&lt;br /&gt;Para citar eventos recentíssimos, me vem à mente a foto de Fernando Henrique Cardoso, postado dois degraus abaixo de Bill Clinton, que lhe apoia as mãos enormes sobre os ombros, em sinal de tolerante proteção e imponência inescapável. O americano sorri, condescendente. O brasileiro gargalha. O presidente que atrelou o Brasil ao mando neoliberal e o quebrou três vezes revela um misto de lisonja e encantamento servil. A alegria de ser notado. Admitido no clube dos senhores, por um escasso instante.&lt;br /&gt;Não pretendo aqui celebrar o êxito da missão de Lula e Erdogan. Sei apenas que em país nenhum do mundo democrático um presidente disposto a buscar o caminho da paz não contaria, ao menos, com o respeito da mídia. Aqui não. Em perfeita sintonia, o jornalismo pátrio enxerga no presidente da República, um ex-metalúrgico que ousou demais, o surfista do exibicionismo, o devoto da autopromoção a beirar o ridículo. Falamos, porém, é do chefe do Estado e do governo do Brasil. Do nosso país. E a esperança da mídia é que se enrede em equívocos e desatinos.&lt;br /&gt;Não há entidade, instituição, setor, capaz de representar de forma mais eficaz a elite brasileira do que a nossa mídia. Desta nata, creme do creme, ela é, de resto, o rosto explícito. E a elite brasileira fica a cada dia mais anacrônica, como a Igreja do papa Ratzinger. Recusa-se a entender que o tempo passa, ou melhor, galopa. Tudo muda, ainda que nem sempre a galope. No entanto, o partido da mídia nativa insiste nos vezos de antanho, e se arma, compacto, diante daquilo que considera risco comum. Agora, contra a continuidade de Lula por meio de Dilma.&lt;br /&gt;Imaginemos o que teriam estampado os jornalões se na manhã da segunda 17, em lugar de Lula, o presidente FHC tivesse passado por Teerã? Ele, ou, se quiserem, uma neoudenista qualquer? Verifiquem os leitores as reações midiáticas à fala de Marta Suplicy a respeito de Fernando Gabeira, um dos sequestradores do embaixador dos Estados Unidos em 1969. Disse a ex-prefeita de São Paulo: por que só falam da “ex-guerrilheira” Dilma, e não dele, o sequestrador?&lt;br /&gt;A pergunta é cabível, conquanto Gabeira tenha se bandeado para o outro lado enquanto Dilma está longe de se envergonhar do seu passado de resistência à ditadura, disposta a aderir a uma luta armada da qual, de fato, nunca participou ao vivo. Nada disso impede que a chamem de guerrilheira, quando não terrorista. Quanto a Gabeira, Marta não teria lhe atribuído o papel exato que de fato desempenhou, mas no sequestro esteve tão envolvido a ponto de alugar o apartamento onde o sequestrado ficaria aprisionado. E com os demais implicados foi desterrado pela ditadura.&lt;br /&gt;Por que não catalogá-lo, como se faz com Dilma? Ocorre que o candidato ao governo do Rio de Janeiro perpetrou outra adesão. Ficou na oposição a Lula, primeiro alvo antes de sua candidata. Cabe outro pensamento: em qual país do mundo democrático a mídia se afinaria em torno de uma posição única ao atirar contra um único alvo? Só no Brasil, onde os profissionais do jornalismo chamam os patrões de colegas.&lt;br /&gt;Até que ponto o fenômeno atual repete outros tantos do passado, ou, quem sabe, acrescenta uma pedra à construção do monumento? A verificar, no decorrer do período. Vale, contudo, anotar o comportamento dos jornalões em relação às pesquisas eleitorais. Os números do Vox Populi e da Sensus, a exibirem, na melhor das hipóteses para os neoudenistas, um empate técnico entre candidatos, somem das manchetes para ganhar algum modesto recanto das páginas internas.&lt;br /&gt;Recôndito espaço. Ao mesmo tempo Lula, pela enésima vez, é condenado sem apelação ao praticar uma política exterior independente em relação aos interesses do Império. Recomenda-se cuidado: a apelação vitoriosa ameaça vir das urnas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475630946587002930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 222px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1ZVbR0SDI/AAAAAAAAEUk/ILHX6ogxoZI/s320/fotolog+14.4.2005.JPG" border="0" /&gt;                              (Estátua de Gatamelatta, do renascentista Donatello. Foto RMF)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Laboratório de Estudos Brasileiros (LEB) e o Laboratório de Turismo, Esporte e Lazer (LETEL) têm o prazer de convidar para o evento &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O Futebol vai ao CPDOC&lt;/span&gt;, no dia 28 de maio de 2010.&lt;br /&gt;11h: Futebol e Pensamento Social Brasileiro Conferência: José Miguel Wisnik (Departamento de Letras/USP) Mediador: Bernardo Buarque de Hollanda (Recém-Doutor/CPDOC)&lt;br /&gt;14h: Futebol, Memória e Patrimônio Mesa: Clara Azevedo – “A experiência do Museu do Futebol /Pacaembu” Ricardo Cravo Albin – “A experiência do Museu da Imagem e do Som /RJ” Mediador: Carlos Eduardo Sarmento (CPDOC/FGV)&lt;br /&gt;16h: Futebol e Cinema Mesa: Hernani Heffner (Cinemateca do MAM /RJ) Victor Andrade de Melo (Departamento de História/UFRJ) Mediadora: Mônica Kornis (CPDOC/FGV)&lt;br /&gt;O Futebol vai ao CPDOC &lt;div&gt;Data: 28 de maio de 2010 - sexta-feira, a partir de 11h Local: Auditório 1333, 13º andar, Fundação Getulio Vargas Praia de Botafogo 190, Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://br.mc1125.mail.yahoo.com/mc/welcome?.gx=1&amp;amp;.tm=1274835268&amp;amp;.rand=3i68nh2l0dr3d#topo" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475632441868114866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 8px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1asdonW7I/AAAAAAAAEWk/AGsDHurtaJA/s400/separador3.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Laboratório de Estudos Urbanos (LEU) do CPDOC tem o prazer de convidar para a palestra da Profª Leticia Veloso (UFF) intitulada "&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Sobre guetos e favelas: tem um gueto na favela?",&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; dia 27 de maio de 2010, às 14h.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cpdoc.fgv.br/noticias/eventos/27052010" target="_blank"&gt;http://cpdoc.fgv.br/noticias/eventos/27052010&lt;/a&gt; &lt;div&gt;Dia 27 de maio, quinta-feira, às 14hLocal: Fundação Getulio Vargas - Sala 418 (4º andar)Praia de Botafogo 190, Rio de Janeiro O evento é gratuito e não é necessário fazer inscrição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475631340832629346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 228px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1ZsX9TImI/AAAAAAAAEU8/STiFJkGO-8Q/s320/livro+valeska.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicação “&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;RPPN Mata Atlântica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;” apresenta os resultados de um projeto de pesquisa das instituições Fundação SOS Mata Atlântica, The Nature Conservancy e Conservação Internacional, a respeito da eficiência das Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) da Mata Atlântica na proteção e representatividade deste bioma. A Mata Atlântica, que atualmente possui cerca de 10% de sua área original, possui a grande maioria de seus remanescentes em propriedades particulares. Neste sentido, a criação de reservas privadas é uma importante ferramenta para a conservação deste bioma tão ameaçado. A publicação apresenta o número de espécies registradas e protegidas nestas reservas, enfocando espécies ameaçadas de extinção e espécies endêmicas (com ocorrência restrita a determinados hábitats); justamente as que necessitam de mais esforços conservacionistas. Também são apresentadas informações sobre a produção científica nestas reservas, caracterização das RPPNs estudadas e diversos comentários sobre a importância destas reservas para a proteção da biodiversidade. As RPPNs são Unidades de Conservação reconhecidas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação, o SNUC (Lei 9.985/2000) e são criadas pela vontade de seus proprietários.&lt;br /&gt;A publicação é gratuita. Mas os 500 exemplares iniciais já se esgotaram. Os autores estão tentando imprimir mais. Por enquanto, os interessados podem conseguir na versão PDF, nos seguintes locais: Conservação Internacional, em Belo Horizonte (Av. Getulio Vargas 1300/7º andar), na Fundação SOS Mata Atlântica, em São Paulo (rua Manoel da Nóbrega 456) e na The Nature Conservancy, em Curitiba (rua Padre Anchiete, 392).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475632006454679010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 190px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1aTHl9leI/AAAAAAAAEV8/yJVM4y7WPdM/s320/Viena2.JPG" border="0" /&gt; &lt;div align="center"&gt;(Jardins do palácio Schonbrunn, Viena - Foto RMF)&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Os desejos virulentos da antiga imprensa brasileira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nas horas seguintes aos primeiros anúncios do acordo com o Irã, começaram a surgir vozes e textos tentando diminuir ou simplesmente desqualificar o feito alcançado. A pressa era compreensível. Dias antes, o pré-candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, havia dito durante uma entrevista em Porto Alegre, que jamais receberia ou se reuniria, caso fosse eleito, com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. A diferença de horizonte expõe o tamanho, a qualidade da visão e o compromisso de quem fala. Mas, se a visão é curta, por um lado, é crescentemente virulenta, por outro. E o grau dessa virulência parece ser proporcional aos acertos do governo brasileiro.&lt;br /&gt;Editorial - Carta Maior&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16620&amp;amp;boletim_id=702&amp;amp;componente_id=11766" target="_blank"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16620&amp;amp;boletim_id=702&amp;amp;componente_id=11766&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475631404561346114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 222px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1ZwFXaLkI/AAAAAAAAEVE/j2XoFSv3dcA/s320/Londres+Galeria+Nacional.JPG" border="0" /&gt;                              (Idosa esperando a Tate Gallery, em Londres, abrir - Foto RMF)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;A dor da gente não sai no jornal&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Se as potências mundiais resolverem aplicar uma sanção contra o programa nuclear brasileiro a partir de pretexto de que aqui também se constrói uma bomba, o que já foi insinuado, a mídia brasileira ficará contra o Brasil e o seu povo? Para se medir até onde poderá chegar este anti-jornalismo, basta citar apenas um exemplo histórico: praticamente toda a imprensa fez campanha contra Vargas quando ele criava a Petrobrás. Essa mesma imprensa noticiava reiteradamente que não havia petróleo no Brasil, conforme diziam os relatórios de espertíssimos técnicos norte-americanos. O artigo é de Beto Almeida.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16625&amp;amp;boletim_id=702&amp;amp;componente_id=11767" target="_blank"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16625&amp;amp;boletim_id=702&amp;amp;componente_id=11767&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475630855773238530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 235px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1ZQI-INQI/AAAAAAAAEUc/uENONmzbQJI/s320/Floren%C3%A7a+-+Mercurio.JPG" border="0" /&gt;                                                (Estátua de Netuno, em Florença - Foto RMF)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Irã: os dilemas da aplicação das sanções&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se admitirmos que os efeitos das prováveis sanções serão mínimos, qual o sentido da tentativa do governo Obama sabotar o esforço diplomático do Brasil e da Turquia? Trata-se, ao que tudo indica, de uma resposta às crescentes críticas na sociedade norte-americana - provavelmente devido às eleições no Congresso norte-americano em novembro -, de que os EUA estão aceitando o seu declínio, ao permitir que países emergentes estejam preenchendo o vácuo de poder na política mundial. Talvez o custo dessa irresponsabilidade seja alto demais. A análise é de Reginaldo Nasser.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16626&amp;amp;boletim_id=702&amp;amp;componente_id=11764" target="_blank"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16626&amp;amp;boletim_id=702&amp;amp;componente_id=11764&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475631939545564578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 210px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1aPOVlhaI/AAAAAAAAEV0/VJKeecFVH6E/s320/Veneza+noturno.JPG" border="0" /&gt;                                                       (Noturno Veneziano - Foto RMF)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;O Irã que eu conheci&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;[Sonia Bonzi] A instabilidade no Oriente Médio não é causada pelo Irã. Apesar da força que a imprensa, os governos, as corporações fazem para denegrir a imagem do Irã, eu confesso que o Irã que eu conheci não é o que é descrito pela mídia ocidental.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&amp;amp;pid=1524" target="_blank"&gt;http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&amp;amp;pid=1524&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475631586196570226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 209px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1Z6qAnwHI/AAAAAAAAEVU/nSca-u44FKs/s320/Roma+arco+de+constantino.JPG" border="0" /&gt;                                                (Arco de Constantino, Roma - Foto RMF)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Escalada de sanções é atalho para ação militar contra Irã&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O problema não é a suposta bomba iraniana, mas a própria existência de um regime que confronta a hegemonia dos EUA. A expansão das grandes corporações e o acesso seguro às fontes de energia dependem, em ampla medida, da manutenção do unilateralismo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=4644&amp;amp;boletim_id=703&amp;amp;componente_id=11805" target="_blank"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=4644&amp;amp;boletim_id=703&amp;amp;componente_id=11805&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475631673284866018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1Z_ucFr-I/AAAAAAAAEVc/dPK0G8XFhVc/s320/Salzburgo.JPG" border="0" /&gt;                                     (O flautista e o pintor - Salzburgo, Áustria - Foto RMF)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Confiram as notícias do Festival de Tira Gosto - de Tira em Tira em São Gonçalo do Rio das Pedras&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cbn.globoradio.globo.com/colunas/cbn-sabores-bh/2010/05/20/SABIA-COMO-SURGIU-O-FESTIVAL-DE-TIRA-GOSTO-DE-SAO-GONCALO.htm" target="_blank"&gt;http://cbn.globoradio.globo.com/colunas/cbn-sabores-bh/2010/05/20/SABIA-COMO-SURGIU-O-FESTIVAL-DE-TIRA-GOSTO-DE-SAO-GONCALO.htm&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475632167167348930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 8px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1aceS2UMI/AAAAAAAAEWM/nmFqWKWxRNY/s400/separador3.gif" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;br /&gt;A tradicional Revista do IHGB já se encontra disponível on line, desde o primeiro número, lançado em 1839. O endereço para acesso ao conteúdo da Revista é &lt;a href="http://www.ihgb.org.br/rihgb.php" target="_blank"&gt;http://www.ihgb.org.br/rihgb.php&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475631034967900082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 194px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1Zakhdv7I/AAAAAAAAEUs/TZyL6UCtAb8/s320/image001.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Revista "INTERAGIR: PENSANDO A EXTENSÃO" (ISSN - 15198847) é uma publicação da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro que publica artigos, ensaios, resenhas e relatos de experiência com a finalidade de disseminar os saberes da extensão universitária e ampliar o debate de questões inseridas nas áreas temáticas definidas no Plano Nacional de Extensão.&lt;br /&gt;No período de 01 de maio a 30 de julho de 2010 a Revista receberá trabalhos para avaliação com vistas a publicação de seus dois próximos números. As normas podem ser acessadas pelo endereço eletrônico: &lt;a href="http://www.sr3.uerj.br/depext/depex_frentes_trabalho_revista_interagir.htm" target="_blank"&gt;http://www.sr3.uerj.br/depext/depex_frentes_trabalho_revista_interagir.htm&lt;/a&gt;. Assim, solicitamos sua ajuda na ampla divulgação dessa oportunidade de publicação de ações de extensão para seus pares. &lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475632104539889826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 4px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1aY0_TIKI/AAAAAAAAEWE/xyerohqAOrk/s400/separador3.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divulgando o Simpósio Temático: Ciência, Sociedade e Assistência &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Organização: Maria Renilda Nery Barreto (CEFET-RJ) e Maria Martha de Luna Freire (UFF)&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este Simpósio Temático pretende propiciar a discussão de pesquisas recentes sobre o tema Ciência, Sociedade e Assistência, bem como aprofundar as discussões levantadas no Simpósio Internacional Estado, Filantropia e Assistência realizado em novembro de 2009. Nesta ocasião, reunimos diversos convidados nacionais e estrangeiros para discutir as relações estabelecidas entre Estado, filantropia e assistências, a partir de diversas abordagens, entre os séculos XVII e XX. Tal evento revelou a crescente produção sobre a história da assistência no Brasil e a demanda por espaços de interlocução entre os pesquisadores. Interessa, nesse ST, debater acerca dos conceitos e abordagens, enfatizando as relações entre diferentes grupos sociais e considerando as perspectivas de quem oferecia e as de quem recebia ou demandava assistência. Para tal, seguiremos duas linhas de abordagens que reunidas possibilitarão uma melhor compreensão da prática da assistência. De um lado, as transformações na prática médica, o desenvolvimento da ciência que trouxe novos problemas para o hospital e seu papel. Nesta abordagem interessa-nos discutir a prática médica, o surgimento de novas especialidades médicas – como a puericultura, o papel dos médicos, as políticas públicas entre outros temas. De outro lado, o papel da sociedade civil na criação e manutenção de espaços de assistência – tanto no que concerne à ação filantrópica, quanto àquelas voltadas para o mundo do trabalho; entre outros temas.Interligando as temáticas, a assistência em suas diversas formas.Concebemos o SBHC como um fórum estimulante e privilegiado para reunir pesquisas e pesquisadores no âmbito da temática proposta. Este Simpósio Temático também visa reforçar as ações do Grupo de Pesquisa "História da Assistência à Saúde" que vem desenvolvendo projetos vinculados a temas como filantropia e assistência; assistência e escravidão; assistência, maternalismo e infância; entre outros.Prazo de inscrição: 30 de junhoMaiores informações: &lt;a href="http://www.sbhc.org.br/seminario.php" target="_blank"&gt;http://www.sbhc.org.br/seminario.php&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475632353424189842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 8px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1anUJ8KZI/AAAAAAAAEWc/HuyNww-efMo/s400/separador3.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rede de Empresários da Estrada Real, ROTA ER, está apoiando as festividades do Corpus Christi em Diamantina, com uma programação especial. Participe!&lt;br /&gt;Programação:&lt;br /&gt;Quinta-Feira - Dia: 03/06&lt;br /&gt;Missa - Local: Catedral - Horário: 10:30h&lt;br /&gt;Logo em seguida procissão do Santíssimo Sacramento, saindo da Catedral até a Paróquia São Paulo Apóstolo com a benção do Santíssimo.&lt;br /&gt;A construção do som – Apresentação do Grupo de Percussão Iukerê&lt;br /&gt;Local: Praça Doutor Prado - Horário: 20:00h&lt;br /&gt;Sexta-Feira - Dia 04/06&lt;br /&gt;Seresta - Local: Saída da Praça JK - Horário: 20:00h&lt;br /&gt;Sexta Nossa - Local: Mercado Velho - Horário: A partir das 19:00h&lt;br /&gt;Sabádo - Dia 05/06&lt;br /&gt;Concerto “Tributo a Lobo de Mesquita”&lt;br /&gt;Local: Igreja Nossa Senhora do Carmo - Horário: 20:00&lt;br /&gt;Domingo – Dia 06/06&lt;br /&gt;Café no Beco - Local: Beco da Tecla - Horário: A partir das 08:00h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475631489601012482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 304px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1Z1CKcgwI/AAAAAAAAEVM/XKSVD8CJcJ8/s320/mortes+vitorianas.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mortes Vitorianas&lt;br /&gt;Corpus, luto e vesturário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As atitudes e os comportamentos diante da morte mudaram de acordo com as diferentes épocas e as diferentes sociedades. De maneira geral, em todas elas, diversas práticas rituais acompanham o evento, preenchendo-o de carga simbólica. Uma vez que o conceito de morte é também histórico – transformando-se no decorrer do espaço-tempo e refletindo variadas visões de mundo em eras passadas – foi possível começar a produzir sua historiografia, ou seja, registros sobre a maneira como os grupos humanos vivenciam a morte. Neste livro, a pesquisadora Juliana Schmitt analisa a morte e suas representações sociais no século XIX.&lt;br /&gt;Mortes Vitorianas possui um especial relevo nos estudos históricos produzidos nas últimas décadas sobre esse assunto que tanto intriga a humanidade. O leitor poderá desfrutar e enfrentar o enigma de Thanatos, procurando desvendar as inesgotáveis vias que constituem o empenho humano de abordar o inabordável.&lt;br /&gt;Sobre o autor: Juliana Schmitt possui graduação em História pela Universidade Estadual de Londrina e mestrado em Moda, Cultura e Arte pelo Centro Universitário Senac. Atualmente é doutoranda do programa de História Social da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;Livro: Mortes Vitorianas&lt;br /&gt;Autor: Juliana Schmitt&lt;br /&gt;Edição: Alameda (11 3012-2400)&lt;br /&gt;Preço: R$ 40 (198 páginas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475631790292505074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 287px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1aGiU4kfI/AAAAAAAAEVk/RtmGybknGyo/s320/teia+mercantil.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teia mercantil&lt;br /&gt;Negócios e poderes em São Paulo colonial (1711-1765)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do século XVIII, quando as oportunidades na colônia despontavam por uma estreita relação com o brilho forte do ouro, lavradores, mercadores e aventureiros buscavam espaços onde ganhar suas vidas. Os atores das histórias que se desenrolam ao longo deste período envolveram-se nas mais diversas lides do comércio. Neste livro, a historiadora Maria Aparecida de Menezes Borrego faz uma minuciosa análise desses fatos denominados como “baixa especialização e a diversificação dos negócios”.&lt;br /&gt;O desafio colocado no desenrolar do texto fluente nos mostra uma verdadeira peregrinação da historiadora em busca de suas fontes, esparramadas por diversos arquivos. Dessa forma, o leitor irá perceber que, através da trajetória de investigação aqui exposta, é possível compreender as trajetórias dos homens de negócios que ganharam vida ao longo das páginas deste cativante livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores: Maria Aparecida Menezes de Borrego é doutora em História pela Universidade de São Paulo (USP).&lt;br /&gt;Livro: A teia mercantil&lt;br /&gt;Autor: Maria Aparecida de Menezes Borrego&lt;br /&gt;Edição: Alameda (11 3012-2400)&lt;br /&gt;Preço: R$ 68 (336páginas &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475630385484790866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 305px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1Y0xAn_FI/AAAAAAAAEUE/ND40TuxA7Mk/s320/a+finan%C3%A7a.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro: A Finança Capitalista&lt;br /&gt;Autor: Suzanne de Brunhoff, François Chesnais, Gérard Duménil, Dominique Lévy e Michel Husson&lt;br /&gt;Edição: Alameda (11 3012-2400)&lt;br /&gt;Preço: R$ 56 (358 páginas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Finança Capitalista&lt;br /&gt;Um estudo do Capital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A financeirização possui uma dupla função: ela instaura uma concorrência exacerbada, necessária para manter a pressão para a elevação da exploração; e estabelece um modo de repartição adequado às novas condições de reprodução do capital. A finança capitalista, livro seminal escrito por especialistas franceses que estudam o capital ao lado de François Chesnais tem como objetivo analisar e compreender os processos desse sistema.&lt;br /&gt;A imponente fachada da Bolsa, templo de uma divindade antiga de vários séculos, domina aqui a praça pública onde se resolvem os negócios do mundo; em frente fica o Parlamento; a Catedral fica exatamente lá, à direita. Nas avenidas vizinhas, se ligam as fachadas dos bancos e das sedes das grandes empresas. Os mármores brilhantes refletem a luz do dia com insolência; as letras de ouro destacam as marcas e as placas brilham sobre suas portas. Perto, as grandes torres de vidro dos escritórios. Mas, quando nós nos caminhamos em direção aos subúrbios, gradualmente, às vezes até subitamente, tudo muda. A opulência pertence a uma minoria privilegiada e a cada novo passo se confirma o diagnóstico.&lt;br /&gt;Mas onde estávamos exatamente? Sem dúvida em um desses centros do centro, no qual a “finança capitalista” dos países avançados redesenha o mundo na medida de suas próprias ambições e interesses. De bairro em bairro o um mundo familiar do final do século XX e do início do século XXI carrega essa estranha entidade.&lt;br /&gt;Este livro remete o leitor à contradição essencial para o capitalismo contemporâneo, que consiste na recusa em satisfazer uma parte crescente das necessidades sociais, uma vez que essas se distanciam, gradativamente, de seus próprios critérios de escolha e de eficácia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores: Suzanne de Brunhoff, François Chesnais, Gérard Duménil, Dominique Lévy e Michel Husson são professores de economia na França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475630751229784914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 333px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1ZKDhBs1I/AAAAAAAAEUU/avPBTeuwetw/s400/CONVITE-CINEMAM-10052010.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Direita pressiona, e governo recua nos direitos humanos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Movimentos sociais e organizações de direitos humanos qualificaram o decreto n.º 7.177, que alterou nove pontos da terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos, como um retrocesso. As modificações no texto, lançado em dezembro de 2009, foram uma resposta às reações de setores conservadores, que criticaram duramente o programa. “O Brasil está voltando atrás na visão de direitos humanos”, lamenta Alexandre Ciconello, assessor do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/na-contramao-dos-direitos-humanos/view"&gt;http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/na-contramao-dos-direitos-humanos/view&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475631873817536898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 222px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1aLZezaYI/AAAAAAAAEVs/nm4tKzCYLYA/s320/Veneza5.JPG" border="0" /&gt;                                                (O Palácio dos Doges, Veneza - Foto RMF)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Barbárie e modernidade no século 20&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Michael Löwy)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&amp;amp;cod=47877&amp;amp;lang=PT"&gt;http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&amp;amp;cod=47877&amp;amp;lang=PT&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15116360-3854062553576335140?l=boletimmineirodehistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/feeds/3854062553576335140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15116360&amp;postID=3854062553576335140' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/3854062553576335140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/3854062553576335140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/2010/05/numero-236.html' title='Numero 236'/><author><name>ricardo faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09158504463703150448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_1avUAO9uI/AAAAAAAAEWs/H6PNpx_xX3I/s72-c/separador3.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15116360.post-5029253781560211661</id><published>2010-05-19T09:36:00.014-03:00</published><updated>2010-05-19T10:07:44.065-03:00</updated><title type='text'>Numero 235</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_PbfsOlRCI/AAAAAAAAESc/s_Wu0bvReZU/s1600/novo+banner2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472959309680034850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 64px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_PbfsOlRCI/AAAAAAAAESc/s_Wu0bvReZU/s400/novo+banner2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Matérias significativas para debates surgiram nos últimos dias. Começamos pela decisão da UFMG de utilizar o ENEM como primeira etapa de seu vestibular. Rude golpe nos cursinhos...como se pode ver neste texto inicial, do sociólogo Rudá Ricci, que me foi enviado pelo leitor Guilherme Souto.&lt;br /&gt;Outro artigo também bem “mineiro” é o do jornalista José de Castro, que analisa a postura do atual governador mineiro e candidato declarado à eleição de outubro.&lt;br /&gt;Do portal do Luis Nassif, e também enviado pelo Guilherme Souto, um artigo comenta sobre as teorias de eugenismo utilizadas pelos nazistas, mas que, na verdade, eram teorias surgidas nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;Chamo a atenção de todos para o link sobre a questão do Irã e a atuação da política externa brasileira. Ele foi publicado ontem no portal da Agência Carta Maior. Com uma perspicácia muito grande, o autor discutia as prováveis reações das grandes potências, o que foi confirmado já nos noticiários de hoje cedo. E que nos deixam preocupados, ao percebermos, mais uma vez, que os interesses imperiais se sobrepõe à política, ao entendimento. É esperar para ver...&lt;br /&gt;Novamente entremeamos os artigos com campanhas publicitárias de grande impacto. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472959502894780930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 7px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_Pbq8AkUgI/AAAAAAAAES0/wjcJozC1B2Q/s400/separador2.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff6600;"&gt;Relatos de Sala de Aula: ENEM e apostila&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - Rudá Ricci&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#6633ff;"&gt;Ontem foi dia de inovação e destempero entre estudantes do Ensino Médio. A UFMG decidiu que a primeira fase de seu vestibular (até então, com questões fechadas) será substituída pelo ENEM. A TV Globo me chamou para gravar uma entrevista dentro de um cursinho pré-vestibular. A diretora da instituição estava indignada, o que estimulou os alunos a organizar uma manifestação. Aí, foi ela que me deixou indignado. Não acho que o papel de um educador é estimular estudantes para defender um negócio. Porque cursinho é um negócio, que vive às custas da necessidade de memorização dos alunos. Nada mais. Acabei discutindo com ela, na frente dos alunos. Expliquei que há dois anos o MEC articula a substituição do vestibular das universidades federais pelo ENEM. Perguntei para os alunos que nos rodeavam se eles foram informados sobre isto. Eles disseram que não. Eu argumentei que aquele cursinho deveria ter explicado isto para eles. A diretora mudou o argumento e disse que o reitor anterior havia empenhado sua palavra que não mudaria o sistema este ano. Ocorre que houve eleição para reitor na UFMG e o eleito não é da mesma corrente que o anterior. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#6633ff;"&gt;O fato é que o ENEM substituirá, gradativamente, todos vestibulares que, hoje, no Brasil, são realizados por universidade ou faculdade. Este é o modelo utilizado nos EUA. Faz-se uma prova nacional. Na graduação, eles precisam fazer o Scholastic Aptitude Test (SAT), exame que tem questões de matemática, leitura crítica e redações. Cada parte do teste vale 800 pontos. Mais de 2 milhões de estudantes prestam o SAT por ano e podem escolher entre as várias datas determinadas pelo College Board, entidade que administra o exame. Na parte escrita, além das redações, há questões em que é preciso melhorar parágrafos e corrigir sentenças. Elas têm graus variados de dificuldade e são misturadas. O candidato pode começar com matemática, pular para leitura crítica, fazer uma redação e voltar para a matemática. O SAT serviu de inspiração para o novo Enem. O exame brasileiro vai usar, como o americano, a Teoria da Resposta ao Item (TRI), modelo matemático em que as questões são pré-testadas para determinar seu peso na pontuação. Tanto que, no SAT, algumas questões não valem para o resultado final. O College Board as coloca no exame apenas para o pré-teste.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#6633ff;"&gt;O ENEM, inicialmente, se baseou nas teorias de Inteligências Múltiplas, elaborado por Howard Gardner (Projeto Zero, da Universidade de Harvard) e foi concebido por Nilson José Machado (matemático, do pós-graduação em educação da USP).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#6633ff;"&gt;A revolta dos alunos era a "surpresa" e o "aumento de competição". Surpresa? Dois anos sendo anunciada a intenção pelo MEC e ainda dizem que há surpresa? Um aluno bem preparado teria dificuldades em algum tipo de teste de conhecimento? Aí está o problema. Os alunos que estudam em cursinhos preparatórios são cobaias de técnicas de memorização. A começar pelas apostilas, "feitas por Deus", já que não apresentam teorias e teses contraditórias. O mundo das apostilas é linear, um imenso playmobil em que uma página se encaixa à anterior, formando um todo com sentido. Como se o mundo e a história fossem lineares e com sentido único!!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#6633ff;"&gt;O mundo real não é feito de uma única alternativa dentre múltiplas possibilidades. E também não é linear. O mundo real não é feito por certezas prescritivas. Nem por simulados.&lt;br /&gt;Aí o aluno entra na faculdade e aguarda uma nova apostila. Não consegue pensar por contraditórios, por pensamentos opostos. Porque foi treinado (este é o conceito) para pensar linearmente. O bom e o ruim, o certo e o errado, o preto e o branco, a verdade e a mentira. O mundo seria muito mais fácil se fosse assim. E muito mais chato.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472960274883400930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_PcX34_1OI/AAAAAAAAETs/YCM7nugAXzk/s320/viewerCAL0I6DI.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;O vôo rasteiro do tucano Anastasia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;José de Souza Castro&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Passados 47 dias da posse de Antonio Anastasia, resolvi dar uma olhada na galeria de fotos do Governo de Minas, pois ela registra os momentos mais importantes do governador. Queria avaliar se um artigo publicado aqui no dia 28 de março (“O tucano Anastasia em céu de brigadeiro”) se perdera pelos descaminhos de nossa política. Minha hipótese era que o novo governador poderia aproveitar os oito meses antes das eleições, com a chave do Tesouro nas mãos, para reforçar sua candidatura. Pelo que vi, o candidato desperdiçou quase dois meses desse precioso tempo. Que vida dura que o alfaia... ops, o governador tem!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Os assessores de Anastasia devem ter pensado que seu grande momento, no primeiro mês de governo, seria a comemoração da Inconfidência Mineira, em Ouro Preto, dia 21 de abril. Pois, das 42 páginas de fotos do governador na Internet (os interessados podem ver aqui: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/governo_de_minas_gerais/page42/" target="_blank"&gt;http://www.flickr.com/photos/governo_de_minas_gerais/page42/&lt;/a&gt;) &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;nada menos que 30 são dedicadas ao evento. Ou seja, 546 fotos, nas quais, o que menos se vê é povo. Parece-me discutível que as personalidades que lá compareceram e aguentaram horas ouvindo discursos e enfileirados para receber Medalhas da Inconfidência que pouco valem, votem no candidato tucano e, muito menos, cabalem votos para Anastasia. Sobre esse terrível evento oficial, já escrevi aqui no ano passado:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://massote.pro.br/2009/04/a-despedida-e-a-despedida-de-aecio-neves-jose-de-souza-castro/" target="_blank"&gt;http://massote.pro.br/2009/04/a-despedida-e-a-despedida-de-aecio-neves-jose-de-souza-castro/&lt;/a&gt;. &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Pelo que li em jornais, neste ano foi pior ainda...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Como se lembram, Anastasia tomou posse no dia 31 de março. “Em uma solenidade cheia de emoção e simbolismo”, diz a legenda da foto daquela data, “na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, o ex-governador Aécio Neves transmitiu o cargo ao novo governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia. Repetindo a tradição mineira, eles discursaram das sacadas do Palácio da Liberdade”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Emoção e simbolismo... Essa expressão me lembrou o dia 23 de abril de 1985. Uma multidão ocupara toda a Praça da Liberdade e quarteirões próximos para se despedir de Tancredo Neves, cujo corpo estava sendo velado ali. Cinco metros da cerca de ferro que protegia o palácio não resistiu à pressão. Ao desabar, provocou pânico. Pessoas foram pisoteadas e esmagadas. A viúva do presidente, dona Risoleta Neves, num discurso emocionante da sacada do Palácio, evitou que mais pessoas morressem no tumulto. Voz trêmula, ela gritou ao microfone: “Mineiros! Mineiros! Minha gente! Meu coração está em pedaços... eu não teria força suficiente para lhes dizer uma palavra sequer, mas, diante deste carinho imenso, diante desta multidão embebida em amor, em amor doado ao seu presidente, em amor, em amor que ele recebeu... e não fosse tamanho amor, não teria força suficiente para uma arrancada como a que ele realizou. Lutou, trabalhou, viveu para vocês, querendo dar a cada um dias melhores, condições de vida digna.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Ouvindo-a, a multidão se acalmou. Isso ficou na história, muito mais que essas homenagens fastidiosas em Ouro Preto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Palácio da Liberdade representa uma ideia de progresso do povo, muito mais que Palácio Tiradentes, de onde Anastasia despacha. E onde fez, no dia 5 de abril, a primeira reunião do secretariado, a que chamou de Reunião Gerencial. E de onde os professores em greve não puderam se aproximar, contidos por centenas de policiais militares. Tão diferente da Praça da Liberdade, onde, perto do ocaso da ditadura militar, no governo Francelino Pereira, milhares de professores se reuniram para mostrar “o rosto da greve”, depois que o secretário da Educação, Paulino Cícero, declarou que aquela era uma “greve sem rosto”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;No Palácio Tiradentes, que ajudou a construir, como vice-governador, Anastasia, longe de multidões insatisfeitas, se sentiu bem à vontade para dar posse, no dia 12 de abril, ao novo chefe do Gabinete Militar, coronel PM Luís Carlos Dias Martins. E, no dia seguinte, aos novos secretários de Cultura, Washington Mello, e de Relações Institucionais, Maria Coeli Simões Pires. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Foi lá também que, no dia 28 de abril, recebeu a diretoria da Stola Spa, fornecedora da Fiat Automóveis, que foi mostrar ao governador o plano de expansão de sua fábrica em Belo Horizonte – e, certamente, pedir incentivos fiscais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Que mais fez Anastásia? É difícil destacar alguma coisa importante. Talvez a apresentação, no dia 22 de abril, do modelo de gestão do Mineirão, que será modernizado para a Copa de 2014 e vai ser administrado em parceria com a iniciativa privada. Ou as visitas a Campina Verde, para a inauguração do Frigorífico Minerva, e a Uberaba, para a inauguração de uma usina de álcool de uma empresa privada e a abertura da Expozebu. A Araxá, para a posse da diretoria da Associação Comercial. A Almenara, Paulistas e Água Boa, para a inauguração de trechos asfaltados de rodovias. A Sabará, para o encerramento das celebrações da Semana Santa, acompanhando a Procissão do Triunfo – e lembrando que, em grego, “anastasia” significa “ressurreição”. A Campos Altos, para visitar o Santuário de Nossa Senhora Aparecida. A Ouro Branco, para a comemoração do Dia do Trabalho e visita à Igreja Matriz construída no século XVIII e que está sendo reformada pela Cemig...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Ou de novo a Campo Belo, para assinatura de termos de doação de geladeiras, chuveiros elétricos, lâmpadas e outros equipamentos de baixo consumo de energia a 17 entidades sociais de 5 municípios da região, parte do Programa Energia do Bem, da Cemig.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Bem, em Campo Belo, a viagem talvez tenha rendido alguns votos... Mas, parece que Aécio Neves não acreditou – como eu – no grande potencial de votos de todas essas viagens, pois, nelas, ele brilhou pela ausência.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Confesso que não tenho acompanhado a imprensa mineira. Não sei qual o espaço que o novo governador teve em jornais, rádios e televisões ao longo desses 47 dias. Mas ouso pensar que teve menos que pré-candidatos do PT e PMDB. E Anastasia acaba de perder, na imprensa, um forte aliado: o diretor de redação do jornal Hoje em Dia, Carlos Lindenberg. Ele foi substituído na sexta-feira pelo chefe da sucursal de Brasília, Marcelo Cordeiro, funcionário da TV Record. E que chega disposto a não dar refresco ao governo mineiro, para que esse jornal se diferencie da tradicionalmente governista imprensa de nosso grande e bobo Estado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Ah, se for verdade!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472959380165033698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 7px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_Pbjyzg_uI/AAAAAAAAESk/Q-If1AQla10/s400/separador2.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff6600;"&gt;Eugenia: um dos alicerces do nazismo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Do Portal Luís Nassif&lt;br /&gt;Do Blog de Zanuja Castelo Branco &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Nazismo: onde tudo começou&lt;br /&gt;Indico a leitura do texto “Quando a plutocracia demoniza os fracos” no site Vi o Mundo. Fala sobre o início da eugenia nos EUA nos anos 30 e 40 e como essa praga se espalhou pela Europa, Asia e outros continentes. Li sem quase respeirar esse texto que faz parte do livro “War Against the Weak”, de Edwin Black. Estou chocada, mas não deveria pq quase tudo que não presta no mundo vem dos americanos. É impressionante.&lt;br /&gt;Vale a pena a leitura.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993300;"&gt;Nota: O termo eugenia – bem nascido – foi cunhado em 1883 pelo antropologista e matemático britânico Francis Galton (1822 – 1911), que o definiu como melhoramento genético, ou “o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente.” Galton também foi pioneiro nos estudos sobre identificação individual por meio das digitais humanas. Influenciado pela teoria da seleção natural de seu primo Charles Darwin, Galton formulou a Teoria da Eugenia, em que discorria sobre o aperfeiçoamento da espécie humana através do cruzamento geneticamente forçado. As ideias eugênicas de aperfeiçoamento racial foram levadas ao extremo pelo regime nazista de Adolf Hitler.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993300;"&gt;A guerra contra os fracos&lt;br /&gt;Edwin Black&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993300;"&gt;Como a filantropia corporativa norte-americana lançou uma campanha nacional de limpeza étnica nos Estados Unidos, ajudou a fundar e financiar a eugenia nazista de Hitler e Mengele – e, em seguida, criou o movimento moderno de “genética humana”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993300;"&gt;Nas três primeiras décadas do século 20, a filantropia corporativa americana, combinada com a fraude acadêmica de prestígio para criar a pseudociência da eugenia, institucionalizou a política racial como política nacional. O objetivo: criar uma superior, nórdica, raça branca, e destruir a viabilidade de todas as outras.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993300;"&gt;Como? Ao identificar o chamado “defeito” nas árvores de família e submetê-las à segregação legal e programas de esterilização. As vítimas: os pobres, pessoas brancas de cabelos castanhos, afro-americanos, imigrantes, índios, judeus da Europa Oriental, enfermos e qualquer um realmente classificado como fora dos padrões de genética superior elaborados pelo raciologistas norte-americanos. Os principais culpados foram a Instituição Carnegie, a Fundação Rockefeller e a rica estrada de ferro Harriman, em aliança com os mais respeitados cientistas dos Estados Unidos vindos de universidades de prestígio tais como Harvard, Yale e Princeton, operando a partir de um complexo em Cold Spring Harbor, Long Island.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993300;"&gt;A rede eugênica trabalhou em conjunto com o Departamento de Agricultura dos EUA, o Departamento de Estado e vários órgãos governamentais estaduais e assembléias legislativas em todo o país, e até mesmo com o Supremo Tribunal de Justiça dos EUA. &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;They were all bent on breeding a eugenically superior race, just as agronomists would breed better strains of corn.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993300;"&gt;Todos estavam empenhados na criação de uma raça eugenicamente superior, da mesma forma que engenheiros agrônomos traçam linhagens melhores de milho. O plano era eliminar a capacidade reprodutiva dos fracos e inferiores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993300;"&gt;Finalmente, 60 mil norte-americanos foram coercitivamente esterilizados – legal e extra-legalmente. &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Many never discovered the truth until decades later&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. Muitos nunca descobriram a verdade por décadas. Aqueles que apoiaram ativamente a eugenia progressiva incluem as figuras mais progressivas da America: Woodrow Wilson, Margaret Sanger e Oliver Wendell Holmes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993300;"&gt;As cruzadas eugênicas norte-americana proliferaram em uma campanha mundial, e em 1920 chamou a atenção de Adolf Hitler. Sob os nazistas, os princípios eugênicos foram aplicados irrestritamente, ficando fora de controle no infame genocídio do Reich. Durante os anos pré-guerra, os eugenistas norte-americanos apoiaram abertamente o programa da Alemanha. A Fundação Rockefeller financiou o Instituto Kaiser Guilherme e o trabalho dos seus principais cientistas raciais. Uma vez iniciada a Segunda Guerra Mundial, a eugenia nazista passou de esterilização em massa e eutanásia para assassinato genocida. Um dos médicos do Instituto Kaiser Guilherme no programa financiado pela Fundação Rockefeller era Josef Mengele, que continuou sua pesquisa em Auschwitz, fazendo relatórios diários sobre a eugenia em gêmeos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993300;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993300;"&gt;Depois que o mundo recuou ante as atrocidades nazistas, o movimento eugenista norte-americano – suas instituições e cientistas de renome – mudou de nome e foi reagrupado sob a bandeira de uma ciência esclarecida chamada genética humana.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993300;"&gt;Edwin Black é um autor premiado. Com um milhão de livros impressos, seu trabalho se concentra em genocídio e ódio, crime e corrupção corporativa, improbidade governamental, fraude acadêmica, abusos filantrópicos, dependência do petróleo, energia alternativa e investigação histórica.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472959990839901090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_PcHVvv-6I/AAAAAAAAETk/W2_UELo1nxs/s320/viewerCAC6ZY9N.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Acordo Brasil-Irã resolve o impasse nuclear?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundamental, os termos do acordo são os mesmos da proposta oferecida por Estados Unidos, Rússia e França há oito meses, pela qual o Irã deveria entregar ao redor de 70% do seu urânio enriquecido a mais de 5%. A própria Agência Internacional de Energia Atômica já calculara que a neutralização de 1,2 toneladas do minério seria o suficiente para anular qualquer projeto atômico de caráter militar. A formação de alianças fora da órbita imperial, porém, é tudo o que não interessa a Washington e seus subservientes associados europeus. O artigo é de Breno Altman.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16607&amp;amp;boletim_id=699&amp;amp;componente_id=11730"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16607&amp;amp;boletim_id=699&amp;amp;componente_id=11730&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472959612643489874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 7px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_PbxU2suFI/AAAAAAAAETE/caQz89qkIdM/s400/separador2.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bcm2008.mktsender.net/registra_clique.php?id=H2321011740917139130&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cartamaior.com.br%2Ftemplates%2FmateriaMostrar.cfm%3Fmateria_id%3D16604%26boletim_id%3D698%26componente_id%3D11711" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Por que a América hispânica não se tornou uma só nação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://bcm2008.mktsender.net/registra_clique.php?id=H2321011740917139130&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cartamaior.com.br%2Ftemplates%2FmateriaMostrar.cfm%3Fmateria_id%3D16604%26boletim_id%3D698%26componente_id%3D11711" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Considerado um dos principais historiadores argentinos, Tulio Halperín Donghi, seguiu o destino de muitos intelectuais argentinos expulsos por uma ordem vertical e sem dissenso nas universidades: foi viver no exterior. Sin Permiso resgatou entrevista concedida por Tulio Halperín em 1997 ao jornal Clarín. Nela, o professor analisa o processo de independência da América Espanhola e a idéia de integração latinoamericana. "No esquema administrativo espanhol não existia uma unidade (burocrática) para as colônias, mas entidades separadas entre si, cada uma vinculada a uma metrópole. Os laços mais fortes foram construídos com a Europa e não entre os vice-reinados", analisa.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16604&amp;amp;boletim_id=698&amp;amp;componente_id=11711"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16604&amp;amp;boletim_id=698&amp;amp;componente_id=11711&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472959896752965122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_PcB3PrRgI/AAAAAAAAETc/3ehcwlDwODk/s320/viewerCA2P7X9G.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Duzentos anos da Argentina vistos pelo andar de baixo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A historiografia tradicional construiu vários mitos ao redor do processo da independência da Argentina. É uma narrativa repleta de silêncios e lacunas. Nos conflitos internos e externos, os negros, os índios, mestiços e mulatos sempre foram bucha de canhão. Em 1810, por exemplo, havia uma paridade entre homens e mulheres negras na Argentina. Em 1822, os homens negros adultos tinham desaparecido. No primeiro censo moderno da República Argentina, em 1868, os africanos e seus descendentes representavam apenas 9% da população total de Buenos Aires. Após a primeira epidemia de febre amarela, no censo de 1887, restaram só 1,8%. O artigo é de Carlos Abel Suárez.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16600&amp;amp;boletim_id=698&amp;amp;componente_id=11712"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16600&amp;amp;boletim_id=698&amp;amp;componente_id=11712&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472959557032348978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 7px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_PbuFr-DTI/AAAAAAAAES8/oqzW0jf9NdY/s400/separador2.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;A mágica da TV&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Brasil é um dos poucos grandes países do mundo cuja TV não apresenta sequer um programa de debates políticos em suas redes nacionais. Continuamos seguindo o modelo descrito por Bourdieu: uma TV que mostra o irrelevante para esconder o que interessa.&lt;br /&gt;Laurindo Lalo Leal Filho&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=4629&amp;amp;boletim_id=698&amp;amp;componente_id=11723"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=4629&amp;amp;boletim_id=698&amp;amp;componente_id=11723&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472959793471198482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_Pb72fYlRI/AAAAAAAAETU/c4czQzZn5dg/s320/viewer8.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bcm2008.mktsender.net/registra_clique.php?id=H2321012640917139130&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cartamaior.com.br%2Ftemplates%2FmateriaMostrar.cfm%3Fmateria_id%3D16598%26boletim_id%3D698%26componente_id%3D11714" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Bravatas de tucano e agenda de mudança histórica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://bcm2008.mktsender.net/registra_clique.php?id=H2321012640917139130&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cartamaior.com.br%2Ftemplates%2FmateriaMostrar.cfm%3Fmateria_id%3D16598%26boletim_id%3D698%26componente_id%3D11714" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Talvez o maior paradoxo resida na ilusão de que um candidato empalmado pelas forças conservadoras, como é o caso de Serra, possa alterar a dinâmica da repartição da riqueza em benefício do setor produtivo e dos trabalhadores. Sim, replicam alguns economistas respeitáveis, a China o faz. De fato, faz até mais que isso ao impor a paridade cambial que lhe convém às moedas do resto do mundo. Mas os olhos esbugalhados de Serra não são os olhos oblíquos de Hu Jintao. Tampouco a coalizão demotucana que ele representa neste pleito se confunde com o Partido Comunista Chinês. O artigo é de Saul Leblon. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16598&amp;amp;boletim_id=698&amp;amp;componente_id=11714"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16598&amp;amp;boletim_id=698&amp;amp;componente_id=11714&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472959439328269874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 7px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_PbnPNIVjI/AAAAAAAAESs/SBekfbOnzPA/s400/separador2.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Serra, a taxa de juros e a História&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A questão verdadeiramente estrutural que distingue Serra e Dilma é de natureza histórica, não retórica. Grosso modo, poder-se-ia condensá-la numa pergunta: desenvolvimento para quem? A resposta opõe, de um lado, os interesses mais retrógrados e reacionários da sociedade brasileira, que tem, objetivamente, em Serra seu estuário neste pleito, e, de outro, Dilma Rousseff, referência de continuidade do amplo espectro de forças aglutinadas em torno do atual governo. É isso que está em jogo nesta campanha presidencial.&lt;br /&gt;Editorial - Carta Maior&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16594&amp;amp;boletim_id=696&amp;amp;componente_id=11667"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16594&amp;amp;boletim_id=696&amp;amp;componente_id=11667&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472959713331652530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_Pb3L8oJ7I/AAAAAAAAETM/42HFT5eMXqc/s320/viewer7.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;História a Distância&lt;br /&gt;Site disponibiliza vídeos de centenas de aulas ministradas em algumas das melhores universidades do mundo. História é um dos cursos contemplados&lt;br /&gt;CAFÉ EXPRESSO NOTÍCIAS&lt;br /&gt;Museu do Computador reabre com a exposição “História dos Computadores”&lt;br /&gt;Exército vermelho e tropas da Otan celebram vitória sobre os nazistas&lt;br /&gt;NOVOS GRUPOS!&lt;br /&gt;Entre e participe:&lt;br /&gt;Samba e Historia&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/group/sambaehistoria?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/group/sambaehistoria?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;Itacoatiaras: Arte rupestre no Brasil&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/group/itacoatiarasbrasil?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/group/itacoatiarasbrasil?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;História Intelectual&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/group/carlosguilhermemota?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/group/carlosguilhermemota?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;Carlos Guilherme Mota&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/group/carlosguilhermemota?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/group/carlosguilhermemota?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;Oitocentos Brasil&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/group/fotografiaoitocentista?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/group/fotografiaoitocentista?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;História da Capoeira&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/group/histriadacapoeira?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/group/histriadacapoeira?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VÍDEOS HISTÓRICOS&lt;br /&gt;Mundo Medieval - Um mundo em transformação&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/video/mundo-medieval-um-mundo-em?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/video/mundo-medieval-um-mundo-em?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Revelando o Misterioso Mundo das Múmias - Documentário em cinco partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOTOS HISTÓRICAS&lt;br /&gt;Óleo sobre o Bosque(1568), tela de Bruegel, pintor Flamengo do século XVI&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/photo/oleo-sobre-o-bosque1568?context=latest&amp;amp;xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/photo/oleo-sobre-o-bosque1568?context=latest&amp;amp;xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BLOG EM DESTAQUE&lt;br /&gt;"13 de maio e a abolição da escravidão. Um marco na construção da cidadania", de Cláudio Roberto de Souza.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/13-de-maio-e-a-abolicao-da?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/13-de-maio-e-a-abolicao-da?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472961676702246210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 7px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_PdpeEp5UI/AAAAAAAAET0/nzYfZr6sZUw/s400/separador2.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CINEMA DE ARTISTA  INÊS CARDOSO &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A produção premiada da videoartista Inês Cardoso é tema da sétima edição do Cinema de Artista, que acontece neste mês. O público poderá assistir documentários, ficções e vídeos experimentais que consagraram a artista no Brasil e no mundo. &lt;a href="http://cache.easymailing.com.br/links.php?AGE_ID=345754&amp;amp;PES_ID=15958&amp;amp;n=14776&amp;amp;URL_ID=147&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mam.ba.gov.br%2Fnewsmam%2F2010%2F019%2Ffinal%2F%2301" target="_blank"&gt;LEIA MAIS&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;ACERVO  AQUISIÇÕES &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Três obras de jovens artistas brasileiros serão incorporadas ao acervo do MAM-BA. Os trabalhos foram doados pelo Grupo Iguatemi durante a SP Arte 2010, feira de arte internacional que aconteceu na capital paulista. &lt;a href="http://cache.easymailing.com.br/links.php?AGE_ID=345754&amp;amp;PES_ID=15958&amp;amp;n=14776&amp;amp;URL_ID=148&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mam.ba.gov.br%2Fnewsmam%2F2010%2F019%2Ffinal%2F%2302" target="_blank"&gt;LEIA MAIS&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;ACERVO  EMPRÉSTIMOS &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais uma vez, o MAM-BA empresta uma obra do seu acervo para uma importante instituição. A tela Retrato de Oswald de Andrade e Julieta Bárbara, de Flávio de Carvalho, está na retrospectiva do artista, em cartaz no MAM-SP até 13 de junho. &lt;a href="http://cache.easymailing.com.br/links.php?AGE_ID=345754&amp;amp;PES_ID=15958&amp;amp;n=14776&amp;amp;URL_ID=149&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mam.ba.gov.br%2Fnewsmam%2F2010%2F019%2Ffinal%2F%2303" target="_blank"&gt;LEIA MAIS&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;CINEMAM  RETROSPECTIVA PREMIADOS O CINEMAM ganha mais uma edição trazendo o melhor da videoarte contemporânea em uma mostra inédita em Salvador. Serão exibidas obras premiadas pelo Festival Internacional de Arte Eletrônica SESC-Videobrasil. &lt;a href="http://cache.easymailing.com.br/links.php?AGE_ID=345754&amp;amp;PES_ID=15958&amp;amp;n=14776&amp;amp;URL_ID=150&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mam.ba.gov.br%2Fnewsmam%2F2010%2F019%2Ffinal%2F%2304" target="_blank"&gt;LEIA MAIS&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;SEMANA NACIONAL DE MUSEUS  AGENDA Atividades educativas e culturais da agenda do MAM-BA voltam a acontecer na 8ª Semana Nacional dos Museus, comemorada de 17 a 23 de maio. A programação busca aproximar o Museu e a comunidade.&lt;a href="http://cache.easymailing.com.br/links.php?AGE_ID=345754&amp;amp;PES_ID=15958&amp;amp;n=14776&amp;amp;URL_ID=151&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mam.ba.gov.br%2Fnewsmam%2F2010%2F019%2Ffinal%2F%2305" target="_blank"&gt; LEIA MAIS&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;EDUCATIVO EM FOCO  ENTREVISTAS NO AR Entrevistas concedidas pelos professores dos cursos de arte, oferecidos durante a exposição Coleção MAM-BA  50 Anos de Arte Brasileira, podem ser lidas no site do MAM-BA. Não deixe de conferir. &lt;a href="http://cache.easymailing.com.br/links.php?AGE_ID=345754&amp;amp;PES_ID=15958&amp;amp;n=14776&amp;amp;URL_ID=152&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mam.ba.gov.br%2Fnewsmam%2F2010%2F019%2F%2303" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://cache.easymailing.com.br/links.php?AGE_ID=345754&amp;amp;PES_ID=15958&amp;amp;n=14776&amp;amp;URL_ID=153&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mam.ba.gov.br%2Fnewsmam%2F2010%2F019%2Ffinal%2F%2306" target="_blank"&gt;LEIA MAIS&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15116360-5029253781560211661?l=boletimmineirodehistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/feeds/5029253781560211661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15116360&amp;postID=5029253781560211661' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/5029253781560211661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/5029253781560211661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/2010/05/numero-235.html' title='Numero 235'/><author><name>ricardo faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09158504463703150448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S_PbfsOlRCI/AAAAAAAAESc/s_Wu0bvReZU/s72-c/novo+banner2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15116360.post-8207550784286903625</id><published>2010-05-12T15:07:00.025-03:00</published><updated>2010-05-12T16:18:39.444-03:00</updated><title type='text'>Numero 234</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-ru9IyjTxI/AAAAAAAAEQE/WPMjtLxzRQw/s1600/novo+banner2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470447431493832466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 64px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-ru9IyjTxI/AAAAAAAAEQE/WPMjtLxzRQw/s400/novo+banner2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;No Boletim desta semana damos destaque à greve dos professores do Estado de Minas Gerais. Iniciada há mais de um mês, “passou batido” na grande imprensa mineira. Até que um desembargador, em sentença bizarra, considerou-a ilegal. Ai sim, vários artigos apareceram nos jornalecos mineiros, defendendo o fim da greve e, como sempre, tentando dizer que o “movimento é político”, aquele discurso de sempre...&lt;br /&gt;O artigo do jornalista José de Souza Castro veio a calhar. Em seguida, a carta de um pai que não se deixou levar pelas banalidades fornecidas pela imprensa mineira.&lt;br /&gt;Temos, ainda, um trecho de uma longa entrevista concedida pelo historiador Eric Hobsbawm à revista New Left e uma contribuição de Guilherme Souto: um comentário de Rudá Ricci sobre o jeito mineiro de fazer política.&lt;br /&gt;Entre um artigo e outro, algumas peças publicitárias pouco conhecidas e que me foram enviadas pela Ana Vargas, nossa colaboradora.&lt;br /&gt;Bom proveito!&lt;br /&gt;Ah... não deixem de ler os comentários colocados para o número passado!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470448747489798770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rwJvQcKnI/AAAAAAAAERs/RLGjyANHzGM/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Desembargador é contra a greve, mas reconhece: trabalho do professor é essencial&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;José de Souza Castro&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;A decisão do desembargador Wander Marotta, dia 4 deste mês, deferindo antecipação de tutela para declarar a ilegalidade da greve dos professores e fixar multa diária de R$ 10 mil, a ser paga pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), caso a greve continue, tem pelo menos um mérito: reconhece como serviço essencial o trabalho dos professores. O salário que lhes paga o governo de Minas levava a crer que dar aulas em escolas públicas era irrelevante...&lt;br /&gt;A Lei 7.7783/1989 não incluiu a educação entre os serviços essenciais, o que tem provocado muita discussão nos tribunais. Mas, para Wander Marotta, não há dúvida sobre essa questão. E como tal, o Sind-UTE deveria ter notificado a Administração Pública 72 horas antes de iniciada a greve (que começou dia 8 de abril) e “garantir, durante a greve, a prestação de serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da sociedade. Como há informações no processo de que a paralisação supera 45% das escolas, o magistrado entendeu que a continuidade do serviço de educação está afetada”, conforme o texto divulgado pela Assessoria de Comunicação Institucional (Ascom) do TJMG.&lt;br /&gt;A decisão de Marotta foi tomada cinco dias depois de outro desembargador do mesmo tribunal, Alberto Vilas Boas, decidir em favor do Sind-UTE/MG, num mandado de segurança coletivo, contra medida administrativa da secretária da Educação. Em sua decisão, ele também citou a Lei nº 7.783/89, que em seu artigo 7º, parágrafo único, veda a rescisão de contrato de trabalho durante greve, bem como a contratação de trabalhadores substitutos. Assim, no entendimento do desembargador, não é “aparentemente lícito que as contratações temporárias sejam efetivadas para realizar a substituição dos servidores, que, de forma legítima, exercem direito salvaguardado pela Constituição”.&lt;br /&gt;Como o Sind-UTE/MG informou que vai recorrer da decisão de Marotta, o assunto ainda não está encerrado. Em nota divulgada dia 5 pelo site do sindicato, o sindicato afirma que a greve deve continuar, apesar da ameaça da multa. Diz: “A greve por tempo indeterminado deflagrada em Minas Gerais no dia 8 de abril configura-se no maior movimento dos últimos anos em nosso estado. Enfrentamos até aqui ameaças, tentativas de demissão, arbitrariedades, repressão, agressão física. Respondemos com organização, mobilização, manifestações e a continuidade da greve. Temos um claro objetivo: a implementação do piso salarial profissional de R$ 1.312,85 para jornada de 24 horas e nível médio de escolaridade. Enfrentamos uma articulação do Governo do Estado envolvendo mídia paga, inteligência do serviço de segurança pública, decisões políticas do Poder Judiciário.” (Às duas da tarde, milhares de professores se reuniram, naquele mesmo dia, em frente à Assembleia Legislativa, e decidiram por unanimidade que a greve continua.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com essa nota, o desembargador Wander Marotta “não ouviu o Sind-UTE/MG antes de decidir. A decisão é de 4/5/10, véspera da nossa assembleia estadual, que acontece hoje às 14h, na Praça da Assembleia Legislativa. O Sind-UTE/MG cumpriu todos os requisitos determinados pela Lei Federal 7.783/89 que é aplicada ao direito de greve do setor público. No entanto, o Tribunal de Justiça optou por declarar a ilegalidade da nossa greve. O Sind-UTE/MG recorreu da decisão do TJMG e está se organizando para assumir a multa diária de R$ 10.000,00.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a imprensa?&lt;br /&gt;Ao que parece, a imprensa mineira só percebeu que há quase um mês centenas de milhares de alunos das escolas estaduais estão sem aulas, quando o desembargador Marotta mandou que a greve acabasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão foi notícia hoje nos jornais Estado de Minas, O Tempo e Hoje em Dia, entre outros. O Portal Uai, dos Associados, abriu espaço para a notícia. Nos 26 dias anteriores, só se referiu à greve, assim mesmo superficialmente, por cinco vezes. Ontem, às 19h11, sob a manchete “Justiça suspende greve dos professores da rede estadual”, o portal informou sobre o que decidira Marotta. Até as 15h50 de hoje, o portal registrou 121 comentários à notícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escreveu o leitor que se identificou como Volney Costa: “Professores, sou de Belo Horizonte, acompanho tudo pela imprensa , e não tinha visto nada noticiado. Já ouvi dizer que tem muitos jornalistas na folha de pagamento do estado. Não seria possível requerer judicialmente quais os jornalistas estão na folha, pois não noticiam nada?” Fabrício Leite, pouco antes, escrevera: "Nossa! quando é contra os professores vocês procuram colocar a maior letra; a favor desse estado irresponsável, o destaque é grande. Mas, mesmo assim, quero agradecê-los, porque ainda é o único espaço que temos para colocar a nossa insatisfação contra esse governo sanguessuga."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos comentários, que podem ser vistos aqui&lt;/span&gt; (&lt;a href="http://www.uai.com.br/htmls/app/noticia173/2010/05/04/noticia_minas,i=158354/JUSTICA+"&gt;http://www.uai.com.br/htmls/app/noticia173/2010/05/04/noticia_minas,i=158354/JUSTICA+&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;SUSPENDE+GREVE+DOS+PROFESSORES+DA+REDE+ESTADUAL.shtml) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;reclama dos salários. Como o de alguém identificado como Carlos José Assunção: “Sr. Desembargador Wander Marotta: O auxílio reclusão de um assassino, estuprador, ladrão, pedófilo, contrabandista, traficante, etc... é de R$ 700,00. O salário base de um professor P1 em Minas Gerais é de R$ 336,00 ( menos que o salário mínimo); por isso, A GREVE CONTINUA...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve quem duvidasse dessa choradeira. Um leitor, José Roberto da Silva, escreveu: “Caro Rodrigo , gostaria de ver um contracheque com estes valores que vocês estão dizendo; o governo diz uma coisa, vocês dizem outra, em quem acreditar?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é: seria o trabalho da imprensa esclarecer isso... De qualquer forma, há ainda quem acredite na independência da imprensa mineira. Como parece ser o caso de Rodrigo Sousa, que respondeu a José Roberto: “assista amanhã o Jornal da Alterosa, estarei lá mostrando meu contra-cheque de 356,00 e os meus diplomas de mestrado e doutorado, o investimento que fiz para ser professor público.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, a TV Alterosa mostrou à noite a assembleia dos professores, a passeata que eles fizeram até a Praça 7, e o contracheque de três professores entrevistados pelos repórteres da televisão dos Associados: Rodrigo Luís Soares, Daniel Amorim e Clarice Faria. A reportagem pode ser assistida aqui:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.alterosa.com.br/html/noticia_interna,id_sessao=9&amp;amp;id_noticia=33357/noticia_interna.shtml"&gt;http://www.alterosa.com.br/html/noticia_interna,id_sessao=9&amp;amp;id_noticia=33357/noticia_interna.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Desse modo, com a confusão no trânsito do Centro da capital causada pela passeata e com os contracheques que comprovaram que os professores realmente ganham muito pouco, não é mais possível ao governo de Antonio Anastasia esconder essa realidade: é preciso mesmo valorizar o trabalho dos professores estaduais do ensino público – que exercem, de fato, um serviço essencial para a população. Mas que recebem apenas um terço do que ganham os professores da rede privada e metade dos salários dos professores da prefeitura de Belo Horizonte – que também paga muito pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imprensa, que insiste em afirmar que lida com fatos, não pode continuar desconhecendo esse fato.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470448306234036306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rvwDc3kFI/AAAAAAAAEQ8/ut5O30e1OXU/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Publico esta carta que me foi enviada por email&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Olá, caros internautas!&lt;br /&gt;Vejam a situação da Educação em Minas, do ponto de vista de um pai. Por favor, ajudem a divulgar. É de fato um pai de alunas da Rede Estadual de Educação. E o que ele fala precisa ser considerado! Obrigada por divulgar.&lt;br /&gt;Um abraço,&lt;br /&gt;Márcia&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#330099;"&gt;Bom dia!&lt;br /&gt;Sou um homem de 42 anos e penso viver em um país democrático onde os direitos dos cidadãos são respeitados, ou melhor deveriam ser, a imprensa que sempre viveu em busca de liberdade de expressão e vive falando sobre isso na TV não está ligando a mínima para os problemas do país. Hoje aqui em Minas Gerais lutamos para que nossos filhos tenham um pouco de dignidade e um futuro que não precisa ser igual a maioria dos pais, exemplo eu, sou vendedor autônomo e luto por dias melhores para minhas filhas, uma de 11 anos e outra de 16 anos, que estão impedidas de estudarem por negligência de um Governador que insiste em colocar Minas Gerais como exemplo da nação.Que Minas é essa, que não paga os professores o que lhes é devido e ainda colocam cabresto nas emissoras para não divulgarem uma greve que causa vergonha aos governantes. Será que o Governador Aécio tem recebido em dia? Onde está a TV e a liberdade de imprensa tão falada ? Porque ninguém está falando da greve dos professores aqui em Minas, onde estão as Televisões que não divulgam. Peço-lhes encarecidamente como cidadão brasileiro e Mineiro que sou, que vcs MIDIA tomem providência a respeito disso, pois o movimento de ontem na praça da Liberdade juntou mais de 20.000 professores de toda a Minas Gerais e nada saiu na TV. Por que isso ? Há 16 anos que os professores mineiros trabalham sem aumento salarial. E o que tenho eu com isso tudo ? Sou um pai preocupado com os estudos de minhas filhas que estou sendo obrigado a mudar de estado para que minhas filhas estudem! Esse é o país onde moro, essa é a imprensa que temos e esse e o Governador de Minas. Talvez se voltássemos no tempo seria Aécio / Anastásia, o famoso Faraó dos tempos bíblicos, que reinava entre leite e mel e deixava o povo comer as sobras que lhe eram dadas.&lt;br /&gt;Acorda Imprensa Brasileira, acordem por favor! Agora que Minas Gerais precisa de vcs, não os vejo em lugar algum! Em nosso estado, que é modelo em Educação formam-se analfabetos por causa de cobrança em cima dos professores que não podem reprovar, ONDE ESTÃO VCS REDE GLOBO, BANDEIRANTES, RECORD, SBT, procuro e não os acho, será que são virtuais, somente virtuais?&lt;br /&gt;Um Pai que quer o melhor para seus filhos e não pode pagar uma escola particular.&lt;br /&gt;Wagner&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470448667560114434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rwFFft-QI/AAAAAAAAERk/wX79S3DrO0g/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;Trecho de uma entrevista de Eric Hobsbawm à New Letf Review de janeiro/fevereiro:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Pergunta&lt;/strong&gt; - "Era dos Extremos" termina em 1991, com um panorama de avalanche global --o colapso das esperanças de avanços sociais globais da era de ouro [segundo Hobsbawm, 1949-73]. Quais são as mudanças mais importantes desde então na história mundial? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Eric Hobsbawm&lt;/strong&gt; - Vejo quatro mudanças principais. Primeiro, o deslocamento do centro econômico do mundo do Atlântico Norte para o sul e o leste da Ásia. Isso já estava começando no Japão nas décadas de 1970 e 80, mas a ascensão da China desde os anos 1990 vem fazendo uma diferença real. Em segundo lugar, é claro, a crise mundial do capitalismo, que vínhamos prevendo, mas que, mesmo assim, levou muito tempo para ocorrer. Em terceiro, a derrota retumbante da tentativa dos EUA de exercer a hegemonia global solo a partir de 2001 --e essa tentativa vem fracassando de modo muito visível. Em quarto lugar, a emergência de um novo bloco de países em desenvolvimento, como entidade política --os Brics [Brasil, Rússia, Índia e China]--, não tinha acontecido quando escrevi "Era dos Extremos". E, em quinto lugar, a erosão e o enfraquecimento sistemático da autoridade dos Estados: dos Estados nacionais no interior de seus territórios e, em grandes regiões do mundo, de qualquer tipo de autoridade de Estado efetiva. Isso pode ter sido previsível, mas se acelerou em um grau que eu não teria previsto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pergunta&lt;/strong&gt; - O que mais o surpreendeu desde então? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Hobsbawm&lt;/strong&gt; - Nunca deixo de me espantar com a pura e simples insensatez do projeto neoconservador, que não apenas fez de conta que a América fosse o futuro, mas chegou a pensar que tivesse formulado uma estratégia e uma tática para alcançar esse objetivo. Pelo que consigo enxergar, eles não tinham uma estratégia coerente, em termos racionais. Em segundo lugar --fato muito menor, mas significativo--, o ressurgimento da pirataria, algo que já tínhamos em grande medida esquecido; isso é novo. E a terceira coisa, que é ainda mais local: a derrocada do Partido Comunista da Índia (Marxista) em Bengala Ocidental [no leste da Índia], algo que eu realmente não teria previsto. Prakash Karat, seu secretário-geral, disse-me recentemente que o partido se sentiu sitiado e assediado em Bengala Ocidental. E está prevendo sair-se muito mal diante deste novo Congresso nas eleições locais. Isso depois de governar por 30 anos como partido nacional, por assim dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pergunta&lt;/strong&gt; - O sr. visualiza qualquer recomposição política do que foi no passado a classe trabalhadora?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Hobsbawm&lt;/strong&gt; - Não em sua forma tradicional. Marx [1818-83] acertou, sem dúvida, quando previu a formação de grandes partidos de classe em determinado estágio da industrialização. Mas esses partidos, quando foram bem-sucedidos, não operaram puramente como partidos da classe trabalhadora: se queriam estender-se para além de uma classe estreita, o faziam como partidos do povo, estruturados em torno de uma organização inventada pela classe trabalhadora e voltada a alcançar os objetivos dela. Mesmo assim, havia limites à consciência de classe. No Reino Unido, o Partido Trabalhista nunca conquistou mais de 50% dos votos. O mesmo se aplica à Itália, onde o Partido Comunista era muito mais um partido do povo. Na França, a esquerda era baseada sobre uma classe trabalhadora relativamente fraca, mas que conseguiu se reforçar como sucessora essencial da tradição revolucionária. O declínio da classe operária manual na indústria parece, de fato, ter atingido seu estágio terminal. Ainda restam ou vão restar muitas pessoas fazendo trabalhos manuais, e a defesa das condições de trabalho delas continua a ser uma tarefa importante de todos os governos de esquerda. Mas essa defesa não pode mais ser o alicerce principal das esperanças dessas pessoas: elas não possuem mais potencial político, nem mesmo teoricamente, porque não possuem o potencial de organização da classe operária antiga. Houve três outras mudanças negativas importantes. Uma delas, é claro, é a xenofobia --que, para a maior parte da classe trabalhadora é, nas palavras usadas certa vez por [August] Bebel, "o socialismo dos tolos": proteja meu emprego contra pessoas que estão competindo comigo. Em segundo lugar, boa parte da mão de obra e do trabalho nos setores que a administração pública britânica qualificava no passado como "graus menores e manipulativos" não é permanente, mas temporária: são estudantes e migrantes trabalhando com catering [fornecimento de refeições para linhas aéreas, gastronomia hospitalar e cozinhas de navios], por exemplo. Assim, não é fácil enxergá-la como tendo potencial de ser organizada. A única parte facilmente organizável desse tipo de mão de obra é a que é empregada por autoridades públicas, e isso devido ao fato de essas autoridades serem politicamente vulneráveis. A terceira e mais importante mudança é, a meu ver, a divisão crescente gerada por um novo critério de classe: a saber, a aprovação em exames de escolas e universidades como critério de acesso a empregos. Pode-se dizer que se trata de uma meritocracia, mas ela é medida, institucionalizada e mediada por sistemas de ensino. O que isso fez foi desviar a consciência de classe da oposição aos patrões para a oposição a representantes de alguma elite: intelectuais, elites liberais, pessoas que se erguem como superiores a nós. Podem existir meios novos? Não podem mais ser em termos de uma classe única, mas, na minha opinião, isso nunca foi possível. Existe uma política progressista de coalizões, mesmo coalizões relativamente permanentes como as que unem, digamos, a classe média instruída, leitora do "The Guardian", e os intelectuais --os altamente instruídos, que de modo geral tendem a posicionar-se muito mais à esquerda que outros-- e a massa dos pobres e ignorantes. Os dois grupos são essenciais para um movimento como esse, mas hoje talvez seja mais difícil uni-los do que era antes. É possível, em certo sentido, os pobres se identificarem com os multimilionários, como acontece nos EUA, dizendo "eu só precisaria de sorte para virar popstar". Mas não é possível dizer "bastaria um pouco de sorte para eu virar ganhador do Prêmio Nobel". Isso cria um problema real quando se trata de coordenar as posições políticas de pessoas que, objetivamente falando, poderiam estar do mesmo lado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470448018863135026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rvfU6TmTI/AAAAAAAAEQs/2lPtl0lCjxo/s320/viewer4.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Mais uma tentativa de explicar o jeito mineiro de fazer política&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (Rudá Ricci)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3366ff;"&gt;Por partes:&lt;br /&gt;1) Mineiro é desconfiado? Acho que é lenda. Com quase duas décadas por estas bandas, acho que há duas características principais, na política: o personalismo e o estilo rural-comunitário;&lt;br /&gt;2) Minha tese é que a política mineira é a mais feminina do país, marcada pelo poder privado. Mineiro não gosta do que é público. Ouvi, uma vez, um padre dizer que mineiro gosta de denúncia mas não de quem denuncia;&lt;br /&gt;3) Esta marca vem da ausência dos homens na administração do lar, em virtude do nomadismo dos ciclos econômicos, a começar pelos tropeiros. As mulheres assumiram papel preponderante nas decisões locais e são muito fortes na condução das famílias. Daí (em função dos homens nômades) que há tantas duplas e triplas famílias dentre os homens do interior, muitas vezes toleradas pelas mulheres. E daí a expressão, no Vale do Jequitinhonha: "viúva de marido vivo". Daí Xica da Silva, Dona Beja e tantas outras. Elas construíram a lógica da administração doméstica e marcaram uma cultura local-regional, tão profunda na política mineira. Por aqui, nada de embate e confronto direto e agressivo como os paulistas gostam;&lt;br /&gt;4) Eu nunca consegui entender totalmente como um candidato estadual ganha eleição por estas bandas. Eles não aparecem. Os que aparecem muito acabam perdendo. Veja o caso do Hélio Costa: de onde vem esta liderança nas pesquisas? Eu não tenho a menor idéia. Ele está ausente em quase tudo que é público, não apresentou nenhum projeto relevante, mas anda pelas estradas de terra (o que conta por aqui);&lt;br /&gt;5) O que o pessoal do PMDB mineiro diz é que ele sempre chegou muito perto de se eleger. O que faltava era justamente uma aliança para valer com PSDB ou PT. Veremos se isto é fato;&lt;br /&gt;6) No mais, o que conta por aqui é aecismo-lulismo. O resto é balela. Partido é vertigem. E Aécio, não tenho dúvidas, vai cristianizar Serra. Porque ele não vai abrir o Estado para Serra ser a figura mais importante da República. Minas é do Aécio. Ele já fez isto antes. Com Alckmin (a imprensa tem memória curta) chegou a fazer um grande encontro com prefeitos mineiros. E, por baixo do pano, liberou e apoiou os lulécios. Tenho relatos de prefeitos lulécios que se reuniram com Aécio na sede do governo, traçando planos. Os tucanos não mineiros desejam ardentemente que isto não ocorra e até a Folha entrou neste embalo com a coluna do Fernando Barros. Trata-se de uma ilação de quem não entende nada de mineiro. O lulismo por aqui é Fernando Pimentel;&lt;br /&gt;7) Acho que Patrus (e sua geração PT anos 80) morreu neste final de semana. Ele nunca disputou o PT (nem ele, nem Nilmário Miranda, nem Luis Dulci, nem André Quintão, todos medalhões deste bloco), enquanto Pimentel fez todo jogo de praxe (filiou até poste, financiou campanhas de prefeitos do interior em 2008 etc). O PT-lulista está como peixe no aquário em relação ao tradicional sistema partidária tupiniquim. Já não é outsider. E, enquanto o PSDB é o guardião deste sistema absolutamente distante das ruas), o PT caminha para dar as mãos e sair por aí, sem lenço nem documento, convidando, de passagem, o PMDB. Aposto todas minhas fichas que a aliança em curso (coisa de poucos anos) é o fechamento completo do sistema partidário PT/lulista-PSDB-PMDB. Minha dúvida é se os tucanos paulistas serão alijados, terão menos força ou se serão peça fundamental desta trama. Se forem peça fundamental, demorará mais tempo para ocorrer a aliança (até a geração FHC-Serra ser substituída). Se tiverem menos peso (o que pode ocorrer com uma eventual derrota de Serra à Presidência), sobe a geração mais afeita à concertações políticas, com liderança de Aécio e tucanos cearenses;&lt;br /&gt;8) Portanto, cá em Minas, Hélio Costa é nada como Anastasia o é. O que conta é a vontade de Lula-Pimentel e Aécio. O resto é papo furado. Em outras palavras, a questão é se Aécio joga suas fichas em Anastasia ou se resolve fazer corpo mole, procurando avaliar o cenário até meados de setembro. O que posso garantir é que mesmo cristianizado (o que não é tão certo assim, neste momento) Anastasia não estará fora do projeto vitorioso. Anastasia é a Dilma de Minas;&lt;br /&gt;9) O que os analistas com pouca experiência no mundo político concreto ou não mineiros não entendem é que partido não conta nada em MG. São agrupamentos políticos ao redor de líderes que se aproximam e conversam com frequência. Os "militontos" ficam brigando entre si e os líderes mineiros acertam tudo nos bastidores. Há uma ética nas disputas por aqui - como em duelos do século XIX -, um código não escrito, difícil de entender. É uma arte mineira. Eu mesmo, só percebo sinais e analiso resultados. Mas o que ocorre de fato, nunca entendi;&lt;br /&gt;10) Termino com esta: se Lula desejar, Hélio Costa se torna governador. Mas precisará convencer Aécio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou claro ou ainda está muito mineiro?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470448606725608066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rwBi3pEoI/AAAAAAAAERc/irtMM_aqPrg/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se renueva la base de datos Bibliografía Histórica sobre la Ciencia y laTécnica en España, elaborada por el Instituto de Historia de la Medicina y dela Ciencia López Piñero bajo de la dirección de María Luz López Terrada yJulia Osca Lluch, con más contenidos y mejoras en la búsqueda y descarga deregistros.&lt;br /&gt;Actualmente la base de datos Bibliografía Histórica sobre la Ciencia y laTécnica en España está ubicada en el servidor del Instituto de Historia de laMedicina y de la Ciencia López Piñero, y se puede acceder a ella de formalibre a través de esta página&lt;br /&gt;(pinchar aquí &lt;&lt;a href="http://www.ihmc.uv-/"&gt;http://www.ihmc.uv-/&lt;/a&gt;csic.es/buscador.php&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El nuevo diseño de la base de datos presenta mejorasimportantes, entre las que hay que destacar una mayor cobertura, mayor númerode campos que componen cada registro bibliográfico, diferentes opciones debúsqueda y las nuevas posibilidades de exportación y descarga de datos. Lanueva aplicación informática permite varios tipos de búsqueda: simple(utilizando términos de búsqueda sin emplear operadores booleanos), avanzada(por un solo campo o mediante la combinación de varios campos) y por índices(a partir del listado de descriptores de indización de cada campo). Ladescarga de resultados permite generar, de forma personalizada, ficheros desalida con los registros recuperados eligiendo los campos que se desea incluiry el formato (TXT, Word, Pdf o Excel).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470448132412289138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rvl76iMHI/AAAAAAAAEQ0/JiP9He6lxr4/s320/viewer5.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Minha amiga Alda comunica um projeto realmente interessante:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#663333;"&gt;Desde agosto, iniciei com umas aulas numa empresa que presta serviços de Pós graduações - UNESAV - Unidade de Ensino e Aprendizagem de Viçosa.Esta empresa é de um professor daqui, doutor pela UFV.Iniciei com 2 disciplinas para o curso de Psicopedagogia - Neuropsicologia e Educação Inclusiva.Recentemente - desde fevereiro - juntamente com uma colega Gracilene - Assistente Social, do CRAS - onde trabalhamos pela Prefeitura, elaboramos um programa para uma Pós sobre "Violência Doméstica contra Crianças e Adolescente " e oferecemos para a UNESAV e já iniciamos turmas nas cidades de Ubá, Viçosa, Ponte Nova, Muriaé.Estão previstas novas turmas em Conselheiro Lafaiete, São João del Rei e em Juiz de Fora.Este tema tem uma expansão muito ampla, visto que os CRAS - Centro de Referência em Assistência Social e CREAS-Centro de Referência Especializado em Assistência Social, estão por todos os municípios mineiros e a qualificação das pessoas que atuam nestas áreas não atende ao que a demanda aponta de necessidades.&lt;br /&gt;Busque mais informações em&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.unesav-posgraduacaoviolenciadomestica.blogspot.com/" target="_blank"&gt;UNESAV - PÓS GRADUAÇÃO EM VIOLÊNCIA DOMÉSTICA&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.unesavposgraduacãoviolenciadomestica.blogspot.com/"&gt;http://www.unesavposgraduacãoviolenciadomestica.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470448817481753858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rwNz_0pQI/AAAAAAAAER0/8Y6C9UaNjNg/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Organizações Não-Governamentais: o que se oculta no “não”?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;por JOANA APARECIDA COUTINHO*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo: O texto trata do surgimento das ONGs e o papel que desempenham na implementação das políticas neoliberais. Se na década de 70 se vinculavam aos movimentos sociais; na década de 90 sua principal característica é a “parceria” com o Estado e fundações empresariais. O termo ONG foi cunhado pela primeira [...] LEIA NA ÍNTEGRA: &lt;a href="http://espacoacademico.wordpress.com/"&gt;http://espacoacademico.wordpress.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470447868199265378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rvWjpPZGI/AAAAAAAAEQk/ZOedphWNlBg/s320/viewer3.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;A verdadeira lição da crise grega: deixemos que o neoliberalismo morra com o euro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Por que há déficits orçamentários enormes em todo planeta? Não é porque, de repente, todos os funcionários do mundo tenham se convertido em burocratas de estilo soviético. É, e muito, porque uma economia global em declínio levou à diminuição de renda e a um gasto público maior na rede de seguridade social. O cúmulo da ignorância econômica é propor a destruição dessa rede de seguridade social a partir de uma extrapolação das lições equivocadas proporcionadas pelos problemas particularíssimos em que a própria Zona do Euro se meteu. A análise é de Marshall Auerback.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16587&amp;amp;boletim_id=693&amp;amp;componente_id=11613"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16587&amp;amp;boletim_id=693&amp;amp;componente_id=11613&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470447351772632802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 135px; CURSOR: hand; HEIGHT: 192px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-ru4fziVuI/AAAAAAAAEP8/TnUa5myj-IM/s200/livro+neoliberalismo.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;A diferença entre a teoria e a prática do neoliberalismo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No livro "&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O Neoliberalismo: história e implicações&lt;/span&gt;", David Harvey mostra a debilidade teórica do neoliberalismo, a diferença entre sua teoria e sua prática, até o paradoxo de que para criar um mercado livre, é preciso muita intervenção do Estado. Relembre-se a “dama de ferro” com sua pesada intervenção nos sindicatos ingleses, e com os “presentes” das privatizações, e o período FHC que começa, precisamente, imitando a Tatcher, com uma queda de braço com o sindicato dos petroleiros, e vai em seguida criar o Proer, para em nome do mercado livre, livrar o sistema bancário da bancarrota. O artigo é de Francisco de Oliveira, para o Jornal de Resenhas.&lt;br /&gt;O NEOLIBERALISMO: HISTÓRIA E IMPLICAÇÕES&lt;br /&gt;David Harvey&lt;br /&gt;Tradução: Adail Sobral e Maria Stela Gonçalves&lt;br /&gt;EDIÇÕES LOYOLA&lt;br /&gt;250 p., R$ 42,70&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia resenha em:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16585&amp;amp;boletim_id=693&amp;amp;componente_id=11616"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16585&amp;amp;boletim_id=693&amp;amp;componente_id=11616&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470448545884464146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rv-AN-5BI/AAAAAAAAERU/4Lm5Nwiev3E/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bcm2008.mktsender.net/registra_clique.php?id=H2320796040319139130&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cartamaior.com.br%2Ftemplates%2FmateriaMostrar.cfm%3Fmateria_id%3D16584%26boletim_id%3D693%26componente_id%3D11617" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;João Cândido, petróleo, racismo e emprego&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bcm2008.mktsender.net/registra_clique.php?id=H2320796040319139130&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cartamaior.com.br%2Ftemplates%2FmateriaMostrar.cfm%3Fmateria_id%3D16584%26boletim_id%3D693%26componente_id%3D11617" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A Transpetro lançou ao mar o navio petroleiro João Cândido. Batizado com o nome de um dos nossos heróis, marinheiro negro, filho de escravos e líder da Revolta da Chibata, o navio tem 247 metros de comprimento, casco duplo que previne acidente e vários significados históricos. Primeiro, leva a industrialização para Pernambuco, contribuindo para reduzir as desigualdades regionais. Em segundo lugar, dá um cala-boca para quem insinuou de forma maldosa que o PAC era apenas virtual. Em terceiro, prova que está em curso a remontagem da indústria naval brasileira criminosamente destruída na era da privataria. O artigo é de Beto Almeida.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16584&amp;amp;boletim_id=693&amp;amp;componente_id=11617"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16584&amp;amp;boletim_id=693&amp;amp;componente_id=11617&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470448401642673170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rv1m4D1BI/AAAAAAAAERE/92a26aYNPSs/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bcm2008.mktsender.net/registra_clique.php?id=H2320796540319139130&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cartamaior.com.br%2Ftemplates%2FmateriaMostrar.cfm%3Fmateria_id%3D16576%26boletim_id%3D693%26componente_id%3D11619" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;Microempresários repudiam posição de Serra sobre Mercosul&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bcm2008.mktsender.net/registra_clique.php?id=H2320796540319139130&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cartamaior.com.br%2Ftemplates%2FmateriaMostrar.cfm%3Fmateria_id%3D16576%26boletim_id%3D693%26componente_id%3D11619" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Reunidos na Espanha, microempresários europeus e latinoamericanos aprovaram uma moção de repúdio às declarações do candidato tucano que qualificou o bloco sulamericano como uma "farsa" e defendeu sua "flexibilização". Em nota, eles defendem o Mercosul como o "mais importante acordo econômico e cultural da América Latina" e advertem para os riscos decorrentes do enfraquecimento do processo de integração no atual quadro de crise internacional.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16576&amp;amp;boletim_id=693&amp;amp;componente_id=11619"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16576&amp;amp;boletim_id=693&amp;amp;componente_id=11619&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470447265831131938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 152px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-ruzfpfGyI/AAAAAAAAEP0/iKTvgeVwUK4/s200/Digitalizar0012.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição extra da &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;História Viva&lt;/span&gt;, intitulada &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O Olhar dos viajantes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, está sendo publicada em 3 volumes, dos quais dois já estão nas bancas.&lt;br /&gt;A idéia é ter um apanhado do país, tal como foi descrito por exploradores, cientistas e artistas desde o século XVI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470447699874338786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rvMwlc1-I/AAAAAAAAEQc/ZWySJjns0s0/s320/viewer2.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informo que a &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Revista Espaço Acadêmico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, edição nº 108, Maio de 2010, foi publicada.&lt;br /&gt;Esta edição é ESPECIAl: 9º ANIVERSÁRIO!&lt;br /&gt;Acesse: hhttp://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/issue/current&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste número, destaca-se o&lt;br /&gt;DOSSIÊ - CRISE, SUICÍDIO E LUTAS SOCIAS NA FRANÇA, Organizado por Elaine Amorim e Santiane Arias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470448464762646946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rv5SBCMaI/AAAAAAAAERM/G0rXFyK0yl4/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MISCELÂNEA&lt;br /&gt;Salvem os brinquedos!&lt;br /&gt;Blog relembra brinquedos antigos e convida historiadores a pensarem sobre esse importante capítulo da história cultural&lt;br /&gt;VÍDEOS HISTÓRICOS&lt;br /&gt;O Historiador Roger Chartier no programa Roda Viva&lt;br /&gt;Projeto Cemitério dos Escravos - Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Depoimentos da História do Teatro - Tv Oi Casa Grande&lt;br /&gt;FÓRUNS EM DESTAQUE&lt;br /&gt;Nossa língua é portuguesa ou brasileira?&lt;br /&gt;Para quê serve a História?&lt;br /&gt;Visite Cafe Historia em: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470454781239903858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-r1o8ukRnI/AAAAAAAAESU/ewq_F0c-sFA/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;John Ross: O que os Estados Unidos querem do México?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Como e porque Washington viciou o México na Guerra contra as Drogas&lt;br /&gt;O grande golpe&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.counterpunch.org/ross04282010.html"&gt;por John Ross, no Counterpunch&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;leia aqui: &lt;a href="http://www.espacoagora.com.br/?p=1019"&gt;http://www.espacoagora.com.br/?p=1019&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470447147056838466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 148px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-ruslLfN0I/AAAAAAAAEPs/Au9DQ7lXQIY/s200/Digitalizar0011.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Nas bancas o numero 29 da revista &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Leituras da História.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;A mitologia grega e a nova versão do filme “Fúria de Titãs” – Caminhos secretos nas Igrejas do Velho Mundo – Carlos Magno – Os primórdios maçônicos portugueses – Hieróglifos modernos – Entrevista com Brad Meltzer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470454706143115106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-r1kk-GN2I/AAAAAAAAESM/gtm8W2mnLr0/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;A era Benito Juárez e a história do liberalismo no México&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Escrito por Guga Dorea&lt;br /&gt;11-Mai-2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerado por muitos como um herói da pátria e por outros o personagem que por sua visão liberal de mundo veio a defender os interesses da classe burguesa daquele país, esquecendo a miséria e exclusão da grande maioria da população, Benito Juárez foi um dos principais precursores do que é o Estado mexicano contemporâneo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4626/9/"&gt;http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4626/9/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470454442889498962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-r1VQRi0VI/AAAAAAAAER8/n7cdjZxm9LM/s320/viewer6.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;13 de maio: abolição inacabada&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Escrito por Willian Luiz da Conceição&lt;br /&gt;11-Mai-2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ano completamos 122 anos de lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil. Este processo foi lento, limitado, gradual e deve ainda hoje ser problematizado, pois não garantiu aos negros uma condição de dignidade em um país estruturalmente desigual.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4627/9/"&gt;http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4627/9/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470446983105209970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 171px; CURSOR: hand; HEIGHT: 251px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rujCaX5nI/AAAAAAAAEPk/Z1QiMWCThOY/s320/Digitalizar0010.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas bancas o numero 79 da revista &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;História Viva.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Dossiê Guerra dos Cem Anos, o conflito que inventou o Estado moderno – Vargas e a oligarquia cearense massacram os sem-terra do Sitio Caldeirão – Porque os vampiros nos fascinam – Biografia de Arquimedes – Em busca do Eldorado africano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470454569750210882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-r1co3fqUI/AAAAAAAAESE/GKyOkaB0UgE/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Milhares de fotos antigas, do inicio do século 20.&lt;br /&gt;Não deixem de acessar os endereços abaixo, deem uma navegada, pois é sensacional.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.shorpy.com/"&gt;http://www.shorpy.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vintagraph/"&gt;http://vintagraph/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470447624185898642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-rvIWn65pI/AAAAAAAAEQU/JigyiDzNmzE/s320/viewer1.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;CONCURSO PÚBLICO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vagas para História Ambiental e História da Ciência. Estão abertas as inscrições para concurso nas áreas de História ambiental (01 vaga) e História da ciência (01 vaga), História da América(01 vaga) no departamento de História da UFMG. Maiores informações acesse: &lt;a href="http://www.fafich.ufmg.br/secgeral/concursos/historia/" target="_blank"&gt;http://www.fafich.ufmg.br/secgeral/concursos/historia/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estarão abertas as inscrições para o Concurso Público de Provas e Títulos para Professor de Ensino Superior, destinado ao provimento de 02 (duas) vaga na Classe de Professor ASSISTENTE, em Regime de Trabalho de Dedicação Exclusiva, para a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM, Campus Diamantina, conforme discriminação a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÁREA(S) DE CONHECIMENTO&lt;br /&gt;Turismo: Gestão Financeira, Gestão de Meios de Hospedagem, Qualidade no Turismo, Administração de Materiais.&lt;br /&gt;REQUISITOS - Graduação em Administração, Hotelaria, Ciências Contábeis, Economia, Turismo com Mestrado em área de conhecimento relacionada&lt;br /&gt;CURSO - Turismo&lt;br /&gt;LOCAL - Campus Diamantina&lt;br /&gt;VAGAS - 01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Legislação Aplicada ao Turismo, ????&lt;br /&gt;????&lt;br /&gt;Turismo&lt;br /&gt;Campus Diamantina&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REMUNERAÇÃO: Professor Assistente: R$ 4.442,59 (quatro mil, quatrocentos e quarenta e dois reais e cinqüenta e nove centavos), sendo constituída das seguintes parcelas: - Vencimento básico: R$ 2.001,85; Retribuição por titulação – R$1.406,62 e Gratificação específica do Magistério Superior: R$ 1.034,12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. DAS INSCRIÇÕES:&lt;br /&gt;1.1. De 19 de maio a 11 de junho de 2010.&lt;br /&gt;1.2. Horário: segunda a sexta-feira, de 08:00 às 11:00 e de 14:00 às 17:00 horas.&lt;br /&gt;1.3. Local: Superintendência de Recursos Humanos - SRH do Campus de Diamantina, Rua da Glória, 187 Centro, Diamantina - MG, 39100.000 - Fone: (38) 3532-6019.&lt;br /&gt;1.4. No ato da inscrição o candidato deverá apresentar os seguintes documentos:&lt;br /&gt;a) Requerimento de inscrição;&lt;br /&gt;b) Cópia da carteira de identidade. Se estrangeiro deverá ser portador de visto permanente ou protocolo de solicitação do visto;&lt;br /&gt;c) declaração de estar em dia com as obrigações eleitorais e se do sexo masculino, com o Serviço Militar, exceto estrangeiro;&lt;br /&gt;d) curriculum vitae ou currículo em formato Lattes/CNPq em via única;&lt;br /&gt;e) comprovante do recolhimento da taxa de inscrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOLETO BANCÁRIO PARA PAGAMENTO DE INSCRIÇÃO DE CONCURSO PÚBLICO&lt;br /&gt;Endereço: &lt;a href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/"&gt;http://www.tesouro.fazenda.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Clicar no link PORTAL SIAFI&lt;br /&gt;Clicar na opção GUIA DE RECOLHIMENTO&lt;br /&gt;Clicar na opção IMPRESSÃO DE GRU&lt;br /&gt;Preencher o formulário observando os seguintes códigos:&lt;br /&gt;Unidade favorecida: Código 153036 Gestão 15243&lt;br /&gt;Recolhimento: Código 288306&lt;br /&gt;Número de referência 16888315000157001&lt;br /&gt;Valor da inscrição: R$ 110,00 (cento e dez reais)&lt;br /&gt;Após o preenchimento clicar em EMITIR GRU SIMPLES.&lt;br /&gt;Imprimir.&lt;br /&gt;Pagar este boleto em agências do Banco do Brasil.&lt;br /&gt;A taxa de inscrição uma vez paga não será restituída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470446877528892098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-ruc5HBIsI/AAAAAAAAEPc/Y8VI4HI_oms/s400/cartaz.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;INFORMATIVO ANPUH&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já estão disponíveis no site da Anpuh os primeiros informes sobre a organização do próximo simpósio nacional, em julho de 2011, na USP.&lt;br /&gt;ANPUH - Associação Nacional de História&lt;a href="http://www.anpuh.org/" target="_blank"&gt;http://www.anpuh.org/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Concursos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROFESSOR ADJUNTO DE HISTÓRIA MODERNA E DE HISTÓRIA DA AMÉRICA COLONIAL&lt;br /&gt;Instituição: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ/Nova Iguaçu)&lt;br /&gt;Inscrições: até 11/05/2010&lt;a href="http://www.anpuh.org/arquivo/download?ID_ARQUIVO=4238" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 VAGAS PARA PROFESSOR ADJUNTO: ÁREA DE HISTÓRIA SOCIAL E DIREITOS HUMANOS&lt;br /&gt;Instituição: Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)&lt;br /&gt;Inscrições: 18/05/2010&lt;a href="http://www.unila.net.br/arquivos/editais/Edital_conjunto_UFPR_UNILA_retificado.pdf" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCURSO UNIFAL- VAGAS PARA HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA, DA ÁFRICA E DA AMÉRICA&lt;br /&gt;Instituição: Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL/MG)&lt;br /&gt;Inscrições: até 27/05/2010 (H. Contemporânea e H. da América) e até 24/05/2010 (H. da África)&lt;a href="http://www.unifal-mg.edu.br/progepe/?q=editais" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCURSO PÚBLICO - MAGISTÉRIO SUPERIOR (4 VAGAS PROF. ADJUNTO)&lt;br /&gt;Instituição: Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)&lt;br /&gt;Inscrições: até 24/05/2010&lt;a href="http://concurso.unifesp.br/php/main.php?inicio=1&amp;amp;pg=2&amp;amp;tipoEdital=1&amp;amp;edital=328/2010&amp;amp;edital_externo=326/2010" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCURSO PÚBLICO - MAGISTÉRIO SUPERIOR (1 VAGA PROF. ADJUNTO E 1 VAGA PROF. ASSISTENTE)&lt;br /&gt;Instituição: Universidade de Brasília (UNB)&lt;br /&gt;Inscrições: até 24/05/2010&lt;a href="http://srh.unb.br/extra/concursos_selecoes/2010/ed_103_2010.pdf" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MONOGRAFIA DE HISTÓRIA DO PARANÁ&lt;br /&gt;Instituição: Associação Nacional de História do Paraná (ANPUH-PR)&lt;br /&gt;Inscrições: até 15/07/2010&lt;a href="http://www.eventosanpuhpr.com/ocs/index.php/monografias2010/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRÊMIO DE PESQUISA - MEMÓRIAS REVELADAS&lt;br /&gt;Instituição: Arquivo Nacional&lt;br /&gt;Inscrições: até 30/07/2010&lt;a href="http://www.memoriasreveladas.arquivonacional.gov.br/media/Pr%C3%AAmio%20de%20Pesquisa%20Mem%C3%B3rias%20Reveladas%20Edi%C3%A7%C3%A3o%202010.pdf" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROFESSOR ADJUNTO (2 VAGAS) - HISTÓRIA MODERNA E CONTEMPORÂNEA Instituição: Universidade Federal de Goiás (UFG)&lt;br /&gt;Inscrições: verificar edital &lt;a href="http://sistemas.ufg.br/CONCURSOS_WEB/informacoes/concurso/cd_concurso/747" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTE NA FURG&lt;br /&gt;Instituição: Universidade Federal do Rio Grande (FURG)&lt;br /&gt;Inscrições: verificar edital &lt;a href="http://historiografia.ning.com/profiles/blogs/concurso-publico-para-docente-1" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Congressos e Eventos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COLÓQUIO HISTORIOGRAFIA E HISTÓRIA INTELECTUAL (novo)&lt;br /&gt;Data: 17 e 18 de maio de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)&lt;a href="http://portal.ufes.br/node/1054" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEMINÁRIO: PRÁTICAS SOCIAIS, NARRATIVAS VISUAIS E RELAÇÕES DE PODER: VISÕES CONTEMPORÂNEAS&lt;br /&gt;Data: 18 a 20 de maio de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Viçosa (UFV)&lt;a href="http://www.dcs.ufv.br/?area=not04" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONGRESSO INTERNACIONAL: PEQUENA NOBREZA NOS IMPÉRIOS IBÉRICOS DE ANTIGO REGIME&lt;br /&gt;Data: 18 a 21 de maio de 2010&lt;br /&gt;Local: Instituto de Investigação Científica Tropical - Lisboa &lt;a href="http://www.iict.pt/pequenanobreza" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V SIMPÓSIO INTERNACIONAL ESTADOS AMERICANOS: O BICENTENÁRIO DAS INDEPENDÊNCIAS (1810-2010)&lt;br /&gt;Data: 8 a 10 de junho 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade de Passo Fundo, Campus I (UPF)&lt;a href="http://www.upf.br/siea/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=7&amp;amp;Itemid=2" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEMINÁRIO VISÕES DO VALE 5: DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE (novo)Data: 9 e 10 de junho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Minas Gerais - Campus Pampulha (UFMG)&lt;a href="http://www.ufmg.br/polojequitinhonha/mostra_novidades.php?codigo=15" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III SIMPÓSIO ILB - ITINERÁRIOS DA PESQUISA HISTÓRICA: MÉTODOS, FONTES E CAMPOS TEMÁTICOS (novo)&lt;br /&gt;Data: 12 a 14 de junho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Ouro Preto ( UFOP)&lt;a href="http://www.ilb.ufop.br/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIII JORNADAS INTERNACIONAIS SOBRE AS MISSÕES JESUÍTICAS: FRONTEIRAS E IDENTIDADES: POVOS INDÍGENAS E MISSÕES RELIGIOSAS&lt;br /&gt;Data: 15 a 18 de junho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal da Grande Dourados&lt;a href="http://www.ufgd.edu.br/eventos/jornadas/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE ESTUDOS SOBRE A ESCRAVIDÃO AFRICANA NO BRASIL&lt;br /&gt;Data: 15 a 18 de junho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal do Rio Grande do Norte - Campus Natal&lt;a href="http://www.cchla.ufrn.br/isi/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I SIMPÓSIO DE HISTÓRIA ORAL E MEMÓRIA: MEMÓRIA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO&lt;br /&gt;Data: 22 e 23 de junho de 2010&lt;br /&gt;Local: Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP(EACH/USP)&lt;a href="http://each.uspnet.usp.br/gephom/simposio2010/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-CE - HISTÓRIA: POLÍTICAS PÚBLICAS E PRÁTICAS CULTURAIS&lt;br /&gt;Data: 21 a 25 de junho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Regional do Cariri -Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Nova Olinda e Assaré &lt;a href="http://www.ce.anpuh.org/x2encontroest.htm" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III COLÓQUIO DE HISTÓRIA E ARTE: MOVIMENTOS ARTÍSTICOS E CORRENTES INTELECTUAIS (novo)&lt;br /&gt;Data: 23 a 25 de junho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)&lt;a href="http://www.labharte.ufsc.br/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XI SEMINÁRIO NACIONAL DE PESQUISADORES DA HISTÓRIA DAS COMUNIDADES TEUTO-BRASILEIRAS&lt;br /&gt;Data: 01 a 03 de julho de 2010&lt;br /&gt;Local: Salão de Atos da FEEVALE &lt;a href="http://anphcomunidadesteutobrasileiras.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V SEMINÁRIO DE ESTUDOS MEDIEVAIS - IMAGENS DE JOANA D´ARC: IDADE MÉDIA, CULTURA E REPRESENTAÇÕES&lt;br /&gt;Data: 12 a 16 de julho de 2010&lt;br /&gt;Local: Faculdade de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gtestudosmedievais.ufrgs.br/v_encontro.htm" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;X ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-MS - AS MUITAS (IN)DEPENDÊNCIAS DAS AMÉRICAS: DOIS SÉCULOS DE HISTÓRIA&lt;br /&gt;Data: 13 a 16 de julho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - Campus de Três Lagoas&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.anpuhms.ufgd.edu.br/?ver=ler&amp;amp;id=121" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XVII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-MG - CONHECER, PESQUISAR E ENSINAR HISTÓRIA: O LUGAR DO CONHECIMENTO NO MUNDO CONTEMPORÂNEO&lt;br /&gt;Data: 18 a 23 de julho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Uberlândia - Campus Santa Mônica&lt;a href="http://www.anpuhmg.com.br/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV CONGRESSO LATINO-AMERICANO IMAGENS DA MORTE&lt;br /&gt;Data: 19 a 23 de julho 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Salgado de Oliveira - Campus Niterói&lt;a href="http://www.prohola.pro.br/arquivo/webdoc02/2009/webdoc2g_a09.pdf" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CICLO DE DEBATES 2010- A PRESENÇA JESUÍTICA NA AMÉRICA PORTUGUESA&lt;br /&gt;Data: 22 a 29 de julho de 2010&lt;br /&gt;Local: Páteo do Collégio&lt;a href="http://www.pateocollegio.com.br/newsite/conteudo.asp?i=i1&amp;amp;pag_id=27" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIV ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-PB: HISTÓRIA, MEMÓRIA E COMEMORAÇÕES&lt;br /&gt;Data: 26 a 29 de julho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal da Paraíba&lt;a href="http://www.cchla.ufpb.br/anpuhpb14/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;X ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-RS: HISTÓRIA E LIBERDADE&lt;br /&gt;Data: 26 a 30 de julho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Santa Maria&lt;a href="http://www.anpuh-rs.org.br/informativo/view?ID_INFORMATIVO=360" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-BA: HISTÓRIA E MEMÓRIAS: LUGARES, FRONTEIRAS, FAZERES E POLÍTICAS&lt;br /&gt;Data: 27 a 30 de julho de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Católica do Salvador (UCSAL)&lt;a href="http://www.ucsal.br/vencontroanpuhba/home.asp" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV SEMINÁRIO NACIONAL DE HISTÓRIA DA HISTORIOGRAFIA: TEMPO PRESENTE &amp;amp; USOS DO PASSADO (novo)&lt;br /&gt;Data: 16 a 19 de agosto de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)&lt;a href="http://www.seminariodehistoria.ufop.br/ocs/index.php/snhh/2009" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-RN: IDENTIDADES NA HISTÓRIA&lt;br /&gt;Data: 16 a 20 de agosto de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)&lt;a href="http://www.rn.anpuh.org/index.shtml" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEMINÁRIO CARIRI CANGAÇO (novo)&lt;br /&gt;Data: 17 a 22 de agosto de 2010&lt;br /&gt;Local: Aurora; Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha e Missão Velha&lt;a href="http://cariricangaco.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FAZENDO GÊNERO&lt;br /&gt;Data: 23 a 26 de agosto de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Santa Catarina&lt;a href="http://www.fazendogenero9.ufsc.br/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIII FÁBRICA DE IDÉIAS: PATRIMÔNIO, MEMÓRIA E IDENTIDADE&lt;br /&gt;Data: 09 a 27 de agosto de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal da Bahia (UFBA)&lt;a href="http://www.fabricadeideias.ufba.br/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XI CONGRÈS INTERNATIONAL DES SCIENCES HISTORIQUES&lt;br /&gt;Data: 22 a 28 de agosto 2010&lt;br /&gt;Local: L'Universiteit van Amsterdam (UvA)&lt;a href="http://www.cish2010.org/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL&lt;br /&gt;Data: 04 e 07 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Pernambuco&lt;a href="http://www.eihc2010.com.br/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-SC - HISTÓRIA: DESAFIOS PARA O TEMPO PRESENTE&lt;br /&gt;Data: 05 a 08 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Comunitária da Região de Chapecó – Unochapecó&lt;a href="http://www.anpuh-sc.org.br/encontro_estadual_2010.htm" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XX ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-SP: HISTÓRIA E LIBERDADE&lt;br /&gt;Data: 06 a 10 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Estadual de São Paulo - Campus Franca&lt;a href="http://www.encontro2010.sp.anpuh.org/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA AMBIENTAL E MIGRAÇÕES&lt;br /&gt;Data: 13 a 15 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)&lt;a href="http://www.labimha.ufsc.br/simposio/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II CONGRESSO INTERNACIONAL DO NÚCLEO DE ESTUDOS DAS AMÉRICAS: SISTEMAS DE PODER,PLURICULTURALIDADE E INTEGRAÇÃO&lt;br /&gt;Data: 20 a 24 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade do Estado do Rio de Janeiro&lt;a href="http://congresso.nucleasuerj.com.br/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL EM MEMÓRIA E PATRIMÔNIO&lt;br /&gt;Data: 22 a 24 de setembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)&lt;a href="http://simpufpel.wordpress.com/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH-PR: REGIÕES, IMIGRAÇÕES, IDENTIDADES&lt;br /&gt;Data: 09 a 12 de outubro de 2010&lt;br /&gt;Local: Unicentro - Campus de Irati&lt;a href="http://www.eventosanpuhpr.com/ocs/index.php/irati/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV CONGRESSO NACIONAL DE ARQUIVOLOGIA&lt;br /&gt;Data: 19 a 22 de outubro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal do Espírito Santo&lt;a href="http://www.arquivar.com.br/espaco_profissional/noticias/mercado-tecnologia/iv-congresso-nacional-de-arquivologia/?searchterm=arquivologia" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENCONTRO DO GT HISTÓRIA DAS RELIGIÕES E RELIGIOSIDADES - ANPUH&lt;br /&gt;Data: 20 a 22 de outubro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade Federal de Santa Catarina&lt;a href="http://www.gthrr.ufsc.br/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XII SIMPÓSIO INTERNACIONAL IHU-A EXPERIÊNCIA MISSIONEIRA: TERRITÓRIO, CULTURA E IDENTIDADE (novo)&lt;br /&gt;Data: 25 a 28 de outubro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_eventos&amp;amp;Itemid=19&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=184" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CIENCIAS, TECNOLOGÍAS Y HUMANIDADES. DIÁLOGO ENTRE LAS DISCIPLINAS DEL CONOCIMIENTO. MIRANDO AL FUTURO DE AMÉRICA LATINA Y EL CARIBE&lt;br /&gt;Data: 29 de outubro a 01 de novembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidad de Santiago de Chile&lt;a href="http://www.internacionaldelconocimiento.org/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIII SIMPÓSIO INTERCIONAL PROCESSO CIVILIZADOR (novo)&lt;br /&gt;Data: 9 a 12 de novembro de 2010&lt;br /&gt;Local: Universidad Nacional de Colombia&lt;a href="http://www.uel.br/grupo-estudo/processoscivilizadores/" target="_blank"&gt;Mais informações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15116360-8207550784286903625?l=boletimmineirodehistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/feeds/8207550784286903625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15116360&amp;postID=8207550784286903625' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/8207550784286903625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/8207550784286903625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/2010/05/numero-234.html' title='Numero 234'/><author><name>ricardo faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09158504463703150448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-ru9IyjTxI/AAAAAAAAEQE/WPMjtLxzRQw/s72-c/novo+banner2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15116360.post-4555488665210688460</id><published>2010-05-05T14:07:00.018-03:00</published><updated>2010-05-05T14:43:56.914-03:00</updated><title type='text'>Numero 233</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-GmQPwOmhI/AAAAAAAAEN0/PGylB0JAVHk/s1600/novo+banner2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834220641425938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 64px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-GmQPwOmhI/AAAAAAAAEN0/PGylB0JAVHk/s400/novo+banner2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Estava eu, ontem à tarde, selecionando o material para este Boletim, quando fui surpreendido pela notícia de que minha filha já estava a caminho da maternidade para ganhar seu primeiro filho (e meu segundo neto).&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Dessa forma, não foi possível alinhavar muita coisa aqui, nem selecionar mais coisas (material não faltava...).&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Os leitores irão me perdoar, com certeza... Motivo justo, não?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Bem, o João Augusto já nasceu, passa bem, tem saúde.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;E o Boletim vai meio capenga, mas com dois temas de fundo. O primeiro, o titulo que a revista Time (para quem não sabe, esta revista não é financiada pelo comunismo internacional...) escolheu o presidente Lula como a PESSOA MAIS INFLUENTE do  mundo. E a nossa mídia, claro, ignorou completamente o assunto, que seria motivo de orgulho em qualquer país do mundo. Um artigo tenta compreender as razões desse silêncio.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;O outro tema é a política brasileira, com as declarações terríveis do Serra contra o Mercosul. As repercussões, inclusive na Argentina, não demoraram e estão logo em seguida para quem quiser ler.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Ainda com relação ao pré-candidato, a denúncia feita por um deputado a respeito da guerra suja que será travada pela internet. Leiam, para terem a certeza de que aquele comentário de minha amiga, publicado no numero passado (e que vou repetir neste) tem muita razão de ser:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;E,  principalmente, solicito que confiem no meu discernimento em questão política. Neste ano vão nos entulhar a caixa de LIXO que querem que repassemos, nos fazendo de joguete de interesses  eleitoreiros. Gente que  quer prestígio, poder e dinheiro  e para tanto quer eficientes cabos eleitorais que façam divulgar, a custo zero para eles, o que não ousariam nem sequer mencionar em debates  sérios!  Nós, simples pagadores de impostos, além de pedágios e outros, viramos otários!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Eu não vou aceitar ser usada para divulgar coisas que em sua maioria  nem verdade são, ou, pior ainda: Verdades distorcidas ou meias verdades, o que é pior que a mentira.  As coisas sérias e com algum grau de confiabilidade chegam à imprensa e se tornam  depois objeto de debate. O resto é lixo! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Minha formação cidadã não necessita de  informações "privilegiadas" de última hora: Leio livros,  jornais, analiso também por mim mesma a realidade do dia a dia e faço consciente minhas escolhas, pois é assim que deve ser. Por favor, não me conte como uma pessoa ingênua a mais, você, amigo (a) que me conhece.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467835003631084706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-Gm90ngpKI/AAAAAAAAEPU/pMu-OlrcunE/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cc0000;"&gt;Nova York, 29 abr (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é a pessoa mais influente do mundo, segundo a revista "Time", que publicou hoje a lista que inclui também o ex-líder americano Bill Clinton e a cantora Lady Gaga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sétima lista anual da publicação das 100 pessoas mais influentes do mundo, divulgada hoje no site da revista que chega às bancas nesta sexta-feira, coloca o presidente Lula, de 64 anos, no topo dos líderes mundiais.&lt;br /&gt;"Lula é um autêntico filho da classe trabalhadora latino-americana, que esteve preso uma vez por liderar uma greve", afirma o cineasta Michael Moore, que se encarregou de elaborar um perfil do presidente para a revista em que destaca as conquistas de Lula para levar o seu país "ao Primeiro Mundo".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Time: por que Dalai Lama é o "mais" e Lula é "um dos"?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais uma farsa da Mídia Corporativa, com apoio do PSDB/DEM/PPS, que mostra que os métodos mentirosos foram incorporados às redações e como pode ser rasa uma personalidade pública.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&amp;amp;pid=1490" target="_blank"&gt;http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&amp;amp;pid=1490&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Lula, as elites e o vira-latas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É extremamente interessante que o brasileiro de maior destaque no mundo hoje seja um mestiço, nordestino, de origens paupérrimas e com déficit de educação formal. Para todos os segmentos das elites nacionais, nostálgicas de uma Europa que as rejeita, é como uma bofetada! E assim foi compreendida a lista do Time. Daí a resposta das elites: o silêncio!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Francisco Carlos Teixeira&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Seguindo outros grandes meios de comunicação globais, a revista Time escolheu – na semana passada - o presidente Lula como o líder mais influente do mundo. A notícia repercutiu em todo o mundo, sendo matéria de primeira página, no jornalão El País. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Elite e preconceito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Na verdade a matéria o apontava como o homem mais influente do mundo, posto que nem só políticos fossem alinhados na larga lista composta pelo Time. Esta não é a primeira vez que Lula merece amplo destaque na imprensa mundial. Os jornais Le Monde, de Paris, e o El País, o mais importante meio de comunicação em língua espanhola (e muito atento aos temas latino-americanos) já haviam, na virada de 2009, destacado Lula como o “homem do ano”. O inédito desta feita, com a revista Time, foi fazer uma lista, incluindo aí homens de negócios, cientistas e artistas mundialmente conhecidos. Entre os quais está o brasileiro Luis Inácio da Silva, nascido pobre e humilde em Caetés, no interior de Pernambuco, em 1945, o presidente do Brasil aparece como o mais influente de todas as personalidades globais. Por si só, dado o ponto de partida da trajetória de Lula e as deficiências de formação notórias é um fato que merece toda a atenção. No Brasil a trajetória de Lula tornou-se um símbolo contra toda a forma de exclusão e um cabal desmentido aos preconceitos culturalistas que pouco se esforçam para disfarçar o preconceito social e de classe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;É extremamente interessante, inclusive para uma sociologia das elites nacionais, que o brasileiro de maior destaque no mundo hoje seja um mestiço, nordestino, de origens paupérrimas e com grande déficit de educação formal. Para todos os segmentos das elites nacionais, nostálgicas de uma Europa que as rejeita, é como uma bofetada! E assim foi compreendida a lista do Time. Daí a resposta das elites: o silêncio sepulcral!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Lula Líder Mundial&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Desde 2007 a imprensa mundial, depois de colocá-lo ao lado de líderes cubanos e nicaraguenhos num pretenso “eixinho do mal”, teve que aceitar a importância da presença de Lula nas relações internacionais e reconhecer a existência de uma personalidade original, complexa e desprovida de complexos neocoloniais. Em 2008 a Newsweek, seguida pela Forbes, admitiam Lula como um personagem de alcance mundial. O conservador Financial Times declarava, em 2009, que Lula, “com charme e habilidade política” era um dos homens que haviam moldado a primeira década do século XXI. Suas ações, em prol da paz, das negociações e dos programas de combate à pobreza eram responsáveis pela melhor atenção dada, globalmente, aos pobres e desprovidos do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Mesmo no momento da invasão do Iraque, em busca das propaladas “armas de destruição em massa”, Lula havia proposto a continuidade das negociações e declarado que a guerra contra a fome era mais importante que sustentar o complexo industrial-militar norte-americano. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Em 2010, em meio a uma polêmica bastante desinformada no Brasil – quando alguns meios de comunicação nacionais ridicularizaram as propostas de negociação para a contínua crise no Oriente Médio – o jornal israelense Haaretz – um importante meio de comunicação marcado por sua independência – denominou Lula de “profeta da paz”, destacando sua insistência em buscar soluções negociadas para a paz. Enquanto isso, boa parte da mídia brasileira, fazendo eco à extrema-direita israelense, procurava diminuir o papel do Brasil na nova ordem mundial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Lula, talvez mesmo sem saber, utilizando-se de sua habilidade política e de seu incrível sentido de negociações, repetia, nos mais graves dossiês internacionais, a máxima de Raymond Aron: a paz se negocia com inimigos. As exigências, descabidas e mal camufladas de recusa ás negociações, sempre baseadas em imposições, foram denunciadas pelo presidente brasileiro. Idéias pré-concebidas estabelecendo a necessidade de mudar regimes para se ter a paz ou usar as baionetas para garantir a democracia foram consideradas, como sempre, desculpas para novas guerras. Lula mostrou-se, em várias das mais espinhosas crises internacionais, um negociador permanente. Foi assim na crise do golpe de Estado na Venezuela em 2002 (quando ainda era candidato) e nas demais crises sul-americanas, como na Bolívia, com o Equador e como mediador em crises entre outros países.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Lula negociador&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;O mais surpreendente é que o reconhecimento internacional do presidente brasileiro não traz qualquer orgulho para a elite brasileira. Ao contrário. Lula foi ridicularizado por sua política no Oriente Médio. Enquanto isso o presidente de Israel, Shimon Perez ou o Grande-Rabino daquele país solicitavam o uso do livre trânsito do presidente para intervir junto ao irascível presidente do Irã. Dizia-se aqui que Lula ofendera Israel, enquanto o Haaretz o chamava de “profeta da paz” e a Knesset (o parlamento de Israel) o aplaudia em pé. No mesmo momento o Brasil assinava importantes acordos comerciais com Israel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Ridicularizou-se ao extremo a atuação brasileira em Honduras, sem perceber a terrível porta que se abria com um golpe militar no continente. Lula teve a firmeza e a coragem, contra a opinião pública pessimamente informada, de dizer e que “... a época de se arrancar presidentes de pijama” do palácio do governo e expulsá-los do país pertencia, definitivamente, a noite dos tempos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Honduras teve que arcar com o peso, e os prejuízos, de sustentar uma elite empedernida, que escrevera na constituição, após anos de domínio ditatorial, que as leis, o mundo e a vida não podem ser mudados. Nem mesmo através da expressa vontade do povo! E a elite brasileira preferiu ficar ao lado dos golpistas hondurenhos e aceitar um precedente tenebroso para todo o continente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Brasil, país no mundo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Também se ridicularizou a abertura das relações do Brasil com o conjunto do planeta. Em oito anos abriu-se mais de sessenta novas representações no exterior, tornando o Brasil um país global. Os nostálgicos do “circuito Helena Rubinstein” – relações privilegiadas com Nova York, Londres e Paris – choraram a “proletarização” de nossas relações. Com a crise econômica global – que desmentiu os credos fundamentalistas neoliberais – a expansão do Brasil pelo mundo, os novos acordos comerciais (ao lado de um mercado interno robusto) impediram o Brasil de cair de joelhos. Outros países, atrelados ao eixo norte-atlântico e aqueles que aceitaram uma “pequena Alca”, como o México, debatem-se no fundo de suas infelicidades. Lula foi ridicularizado quando falou em “marolinha”. Em seguida o ex-poderoso e o ex-centro anti-povos chamado FMI, declarou as medidas do governo Lula como as mais acertadas no conjunto do arsenal anti-crise.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Mais uma vez silêncio das elites brasileiras!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Lula foi considerado fomentador da preguiça e da miséria ao ampliar, recriar, e expandir ações de redistribuição de renda no país. A miséria encolheu e mais de 91 milhões de brasileiros ascenderam para vivenciar novos patamares de dignidade social... A elite disse que era apoiar o vício da preguiça, ecoando, desta feita sabendo, as ofensas coloniais sobre “nativos” preguiçosos. Era a retro-alimentação do mito da “pereza ibérica”. Uma ajuda de meio salário, temporária, merece por parte da elite um bombardeio constante. A corrupção em larga escala, dez vezes mais cara e improdutiva ao país que o Bolsa Família, e da qual a elite nacional não é estranha, nunca foi alvo de tantos ataques.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;A ONU acabou escolhendo o Programa Bolsa Família como símbolo mundial do resgate dos desfavorecidos. O ultra-conservador jornal britânico The Economist o considerou um modelo de ação para todos os países tocados pela pobreza e o Le Monde como ação modelar de inclusão social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Mais uma vez a elite nacional manteve-se em silêncio!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Em suma, quando a influente revista, sem anúncios do governo brasileiro, Time escolhe Lula como o líder mais influente do mundo, a mídia brasileira “esquece” de noticiar. Nas páginas internas, tão encolhidas como um vira-lata em dia de chuva noticia-se que Lula “... está entre os 25 lideres mais influentes do mundo”. Errado! A lista colocava Lula como “o mais” influente do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;"&gt;Agora se espera o silêncio da elite brasileira!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco Carlos Teixeira é professor Titular de História Moderna e Contemporânea da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834949295830466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-Gm6qM-dcI/AAAAAAAAEPM/s-sYwVlq7cU/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;O comandante da guerra suja de Serra na internet&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Deputado federal Brizola Neto (PDT-RJ) denuncia em seu blog que Eduardo Graeff, ex-secretário geral do governo FHC, tesoureiro do PSDB e homem forte da campanha de Serra, é o proprietário de domínios de páginas na internet criadas para promover uma guerra suja durante a campanha eleitoral. “Vou hoje à tribuna da Câmara, desafiar o discurso de bom-moço de José Serra. Toda esta sujeira é feita por seus homens de confiança”, afirmou o parlamentar.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16553&amp;amp;boletim_id=687&amp;amp;componente_id=11506"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16553&amp;amp;boletim_id=687&amp;amp;componente_id=11506&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834898370914434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-Gm3sfh6II/AAAAAAAAEPE/vI54tZu9T7U/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;O Mercosul, o BRIC e o planeta&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Um candidato a presidente do Brasil que tem possibilidades de ser eleito deveria ao menos estar bem informado. Por exemplo, deveria conhecer os altíssimos índices de crescimento que o comércio exterior de seu país vem tendo durante os últimos dois anos, em que o Mercosul existiu notoriamente. Este foi um dos principais fatores do crescimento e do enorme superávit de seu país. Haveria uma boa quantidade de dados, cifras e percetuais para demonstrar a Serra que suas opiniões nao têm por certo um fundamento muito sólido e sobretudo sereno. E essas são virtudes que se reclama de qualquer governante. O artigo é de Esteban Valenti, diretor da agência UyPress.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16558&amp;amp;boletim_id=687&amp;amp;componente_id=11503"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16558&amp;amp;boletim_id=687&amp;amp;componente_id=11503&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834848470145842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-Gm0ymQmzI/AAAAAAAAEO8/69fHP73-AaE/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Qual farsa Serra quer?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;O que fica claro, olhando desde a Argentina, é que José Serra associa o Mercosul a um valor negativo. Para ele, por outro lado, seria positivo que o Brasil firmasse muitos tratados de livre comércio. Cabe lembrar que o Mercosul não é o paraíso em boa medida porque foi esvaziado de política pela dupla FHC-Menem com a ajuda de Domingo Cavallo, o ministro argentino que adorava as áreas de livre comércio como Serra. O Mercosul é um resultado concreto da construção regional. Outros são a Unasul e o Conselho de Defesa Sulamericano. E a chave dessa estabilidade é a sólida relação entre Argentina e Brasil. O artigo é de Martin Granovsky, analista internacional argentino e colunista do jornal Página 12.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16556&amp;amp;boletim_id=687&amp;amp;componente_id=11504"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16556&amp;amp;boletim_id=687&amp;amp;componente_id=11504&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834793528403714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-Gmxl7IJwI/AAAAAAAAEO0/laVvtfns-9Y/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Serra contra o Mercosul: o auge das direitas loucas na América Latina&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Serra propõe substituir o Mercosul e as demais alianças regionais por tratados de livre comércio. A retirada política do Brasil significaria um decisivo aumento da influência dos EUA na América Latina, abrindo o caminho para suas estratégias de desestabilização e conquista. No esquema Serra, sem a rede protetora de aproximações e acordos políticos, econômicos e culturais, o Brasil teria só um caminho em sua política comercial: o da competição selvagem apoiada por salários e impostos reduzidos, na miséria crescente do grosso de sua população, no apequenamento do Estado e na expansão das estruturas repressivas para manter a ordem social e política. A análise é de Jorge Beinstein.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16568&amp;amp;boletim_id=689&amp;amp;componente_id=11544"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16568&amp;amp;boletim_id=689&amp;amp;componente_id=11544&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834720054177602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-GmtUNgb0I/AAAAAAAAEOs/X_m6cGd-SMc/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Apertem os cintos, a manchete sumiu!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais uma para a coleção "o que a mídia é capaz de fazer para eleger Serra" &lt;a href="http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&amp;amp;pid=1491" target="_blank"&gt;http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&amp;amp;pid=1491&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834311052591250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-GmVgj7gJI/AAAAAAAAEN8/imFKOXxi80Y/s400/placa1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt; Momento de humor: placas encontradas neste Brasil...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;A política de desarmamento do governo Obama&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ao contrário das aparências, em plena crise econômica, o presidente Obama decidiu mudar o foco e dedicar-se à consolidação do poder militar dos EUA em todo mundo, demonstrando plena consciência de que este poder militar é indispensável à reconstrução da economia norteamericana e da própria liderança mundial do dólar. Deste ponto de vista, o que Obama está propondo, de fato, é uma espécie de congelamento da atual hierarquia do poder militar mundial, com a manutenção do direito e da obrigação americana de aumentar continuamente os seus próprios arsenais. O artigo é de José Luis Fiori.&lt;br /&gt;José Luis Fiori (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.agenciacartamaior.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.agenciacartamaior.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;“America´s interests and role in the world require armed forces with unmatched capabilities and a willingness on the part of the nation to employ them in defense of our interests and the common good. The United States remains the only nation able to protect and sustain large-scale operations over extended distances. This unique position generates an obligation to be responsible stewards of the power and the influence that history, determination and circumstance have provided”(Department of Defense, USA, Quadrennial Defense Review Report, February 2010)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;Depois de quinze meses de discursos e indecisões, o presidente Barak Obama conseguiu transformar em fatos, o que deseja ser a marca de sua política externa, voltada para o desarmamento e o controle nuclear. No inicio do mês de abril, Obama redefiniu a estratégia nuclear dos Estados Unidos, prometendo não utilizar mais armas atômicas contra países que não as possuam, e que assinem e cumpram com o Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP). Logo em seguida, no dia 8 de abril, Barak Obama, assinou - em Praga - um acordo com o presidente russo Dmitry Mevedev, com o objetivo de reduzir o arsenal nuclear duas maiores potências atômicas do mundo. E quatro dias depois, Barak Obama liderou a reunião da Cúpula de Segurança Nuclear, reunindo em Washington, 47 chefes de Estado, para discutir a sua própria proposta de controle da proliferação nuclear, ao redor do mundo. Com vistas à reunião qüinqüenal de reexame do Tratado de Não Proliferação Nuclear, que se realizará no próximo mês de maio, na cidade de New York, com a participação dos 189 estados assinantes do TNP. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;Até aqui, a retórica e a encenação foram perfeitas, mas os limites e contradições desta nova proposta de desarmamento do presidente Obama, são muito visíveis. Em primeiro lugar, o que ele chamou de “nova estratégia nuclear americana”, não passa de uma decisão e de um compromisso verbal que pode ser revertido e abandonado em qualquer momento, dependendo das circunstâncias e de uma decisão arbitrária dos próprios EUA. Em segundo lugar, o acordo entre os presidentes Obama e Mevedev, envolve uma redução insignificante e quase só simbólica, dos seus arsenais atômicos, permitindo ao mesmo tempo, a substituição e modernização das cabeças nucleares dos vetores já existentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;Além disto, o novo acordo de desarmamento não incluiu nenhuma discussão a respeito do aumento exponencial dos gastos militares norte-americanos nos últimos anos, nem a respeito do aperfeiçoamento dos novos vetores X 51 da Boeing, com capacidade nuclear e que entrarão em ação em 30 meses, sendo capazes de alcançar qualquer pais do mundo, em menos de uma hora. Nem tampouco se falou dos novos submarinos russos Yassen, que tem capacidade de transportar 24 mísseis a bordo, cada um com seis bombas atômicas. Em terceiro lugar, em nenhum momento e em nenhuma destas reuniões se mencionou o armamento atômico da OTAN, localizado secretamente, na Alemanha, Itália, Bélgica, Holanda e Turquia. Nem muito menos se incluiu na discussão os arsenais atômicos de Israel e Paquistão, que estão hoje sob o controle de governos com forte presença de forças fundamentalistas e belicistas, e que atuam sob a batuta dos próprios norte-americanos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;Por fim, é lógico que não aparece, em nenhum momento, nesta agenda pacifista de Barak Obama, o aprofundamento recente da Guerra do Afeganistão, e os preparativos dos Estados Unidos e de Israel, para um ataque arrasador contra o Irã, que é um país que não possui armamento atômico, e que assinou o Tratado de Não Proliferação, ao contrário de Israel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;Estas contradições não são novas nem surpreendentes, fazem parte da política externa dos Estados Unidos, desde o fim da Guerra Fria. O importante, neste caso, é que os demais países envolvidos entendam e assimilem a lição, e saibam se posicionar em função dos seus próprios interesses. Os Estados Unidos são um “poder global”, e os “interesses nacionais” de um poder global envolvem posições a defender em todo mundo, o que diminuiu muito sua capacidade de sustentar princípios e valores universais. Por isto, depois do fracasso do fundamentalismo quase religioso do governo Bush, o presidente Obama vem surpreendendo alguns analistas com o realismo pragmático e relativista de sua política externa. Mas o seu objetivo central segue sendo o mesmo, ou seja, a primazia mundial dos Estados Unidos. Além disto, ao contrário das aparências, em plena crise econômica, Barak Obama decidiu mudar o foco e dedicar-se à consolidação do poder militar americano em todo mundo, sem grandes preocupações com diretos humanos ou com a difusão da democracia, e demonstrando plena consciência de que este poder militar é indispensável à reconstrução da economia americana e da própria liderança mundial do dólar. Deste ponto de vista, o que o presidente Obama está propondo, de fato, é uma espécie de congelamento da atual hierarquia do poder militar mundial, com a manutenção do direito e da obrigação americana de aumentar continuamente os seus próprios arsenais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;Os reveses econômicos e militares dos Estados Unidos, na primeira década do século XXI, atingiram o projeto de poder global dos EUA, mas ele não foi abandonado. Hoje, está em curso um realinhamento interno de forças dentro do establishment americano - como ocorreu na década de 70 - e desta luta interna poderá surgir uma nova estratégia internacional, como aconteceu nos anos 80, com o governo Reagan. Mas estes processos de realinhamento costumam ser lentos e seus resultados dependerão da própria luta interna, e dos desdobramentos dos conflitos externos em que os Estados Unidos estão envolvidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993399;"&gt;De qualquer maneira, o que é importante compreender é que seja qual for o resultado desta disputa interna, os EUA não abdicarão voluntariamente do poder global que já conquistaram e não renunciarão à sua expansão futura. A política externa das potências globais tem uma lógica própria, e por isto mesmo, com ou sem política de desarmamento, os EUA deverão seguir aumentando sua capacidade militar de forma contínua, e numa velocidade que deverá crescer nos próximos anos, na medida em que se aproxime a hora da ultrapassagem da economia americana, pela economia chinesa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467833923455956930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 170px; CURSOR: hand; HEIGHT: 141px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-Gl-8psN8I/AAAAAAAAENc/9OklnRfc6Yo/s320/bandiera+UE.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;A Eurolândia arde: futuro da Grécia na mãos dos mercados&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No caso grego figuram no banco dos réus não os bancos freneticamente especulativos, mas os Estados sociais perdulários de aspecto europeu. Oficialmente, a ajuda a Grécia tem a ver com a manutenção da estabilidade do euro. É a única coisa que se pode obter, caso a especulação internacional seja bloqueada nos países da zona do euro. Uma quebradeira do estado grego, uma expulsão da eurolândia, daria precisamente um sinal equivocado. Então, inexoravelmente, Portugal, Espanha e Irlanda seriam os próximos. O artigo é de Michael Kratke.&lt;br /&gt;Michael Kratke - Sin Permiso&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16566&amp;amp;boletim_id=689&amp;amp;componente_id=11545"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16566&amp;amp;boletim_id=689&amp;amp;componente_id=11545&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834033726082626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 233px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-GmFXcIzkI/AAAAAAAAENk/m6GZNhZXvjY/s320/forum.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;A revista&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; Fórum&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; deste mês tem “A democracia brasileira” como tema de capa. É uma análise dos últimos 25 anos, ou seja, do fim do período militar aos nossos dias. O que mudou? O que permanece?&lt;br /&gt;Outros artigos: Mulheres encarceradas – “Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres” – Uma nova Honduras despertou depois do golpe – O Santo Daime e o terrorismo midiático – A urbanização que desagrega – Irã e EUA, via Israel – África: tão longe, tão perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834591268407618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-Gml0cliUI/AAAAAAAAEOc/h0fsu5TVu90/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MISCLENÂNEA&lt;br /&gt;História em Alta Definição - Milhares de fotos tiradas entre 1850 1950 são disponibilizadas em alta-definição por blog americano.&lt;br /&gt;GRUPO EM DESTAQUE&lt;br /&gt; Imigração Chinesa - Grupo voltado à pesquisa da imigração chinesa iniciada aproximadamente em 1811 com a vinda de D.João VI ao Brasil (Rio de Janeiro). Entre pós e contras, a "importação de trabalhadores chins" se tornou uma das mais polêmicas questões durante todo o século XIX.&lt;br /&gt;Acesse: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/group/imigracaochinesa?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/group/imigracaochinesa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; VÍDEOS&lt;br /&gt; 180 Anos da Imigração Alemã para o Brasil. Assista a reportagem: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/video/180-anos-de-imigracao-alema-em?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/video/180-anos-de-imigracao-alema-em&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; FÓRUNS EM DEBATE&lt;br /&gt; O que devemos fazer quando um possível entrevistado não aceita que gravemos ou filmemos seus depoimentos?&lt;br /&gt;Acesse: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/o-que-devemos-fazer-quando-um?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/o-que-devemos-fazer-quando-um&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Visite Cafe Historia em: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834539959821346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-Gmi1TqpCI/AAAAAAAAEOU/BWmNWC_YDW0/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;A tentação do plágio&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;01/05/20100&lt;br /&gt;por Walter Praxedes*&lt;br /&gt;Para expiação do pecado capital do mundo do conhecimento que é o plágio, um primeiro passo pode ser a simples confissão. Nos livramos da culpa do plágio citando a fonte de uma informação ou argumento. Quando um autor perde a capacidade de resistir ao mal o plágio se consuma.&lt;br /&gt;LEIA NA ÍNTEGRA: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://espacoacademico.wordpress.com/2010/05/01/a-tentacao-do-plagio/"&gt;http://espacoacademico.wordpress.com/2010/05/01/a-tentacao-do-plagio/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834449701807698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 228px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-GmdlEeplI/AAAAAAAAEOM/cR69bUzuzZM/s320/rhbn.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Revista de História da Biblioteca Nacional&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; nº 56 já está disponível nas bancas, A matéria de capa é Feitiçaria diabólica. São vários artigos e uma entrevista com Ronaldo Vainfas sobre questões variadas enfocando o surgimento do diabo, os feitiços, os malefícios.&lt;br /&gt;Outros artigos: Justiça da luxúria – Especial Máquinas Voadoras – Os selos do Império – A arte de vestir santos – Fernando de Noronha, a ilha-prisão.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834673095463666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 19px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-GmqlRrUvI/AAAAAAAAEOk/xnFP9avxvAs/s400/separador5.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por acaso, descobri um blog de um professor gaúcho, o professor Rafael. Tem muita coisa interessante, principalmente para alunos do ensino médio.&lt;br /&gt;Conheça-o aqui:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://historiamurialdo.blogspot.com/"&gt;http://historiamurialdo.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834378038271522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 376px; CURSOR: hand; HEIGHT: 396px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-GmZaGj3iI/AAAAAAAAEOE/3evdxVQtYoA/s400/placa2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt; Segundo momento de humor: mais placas bizarras encontradas por este país afora...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Jornalista Mauro Werkema lança livro sobre Minas Gerais&lt;br /&gt;A obra “&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;História, Arte e Sonho na Formação de Minas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;”, já está disponível nas livrarias. Com prefácio e ilustrações de Carlos Bracher e fotos de Eduardo Trópia, a obra de Mauro Werkema apresenta-se como uma acentuada investigação pela história de origem, formação e trajetória tricentenária de Minas Gerais, junto a uma busca pela interpretação da diversidade cultural e natural do Estado. O ensaio jornalístico de Mauro é também um guia turístico-cultural sobre Minas, com especial destaque para as cidades históricas e, em particular, Ouro Preto e Mariana.&lt;br /&gt;A obra é resultado de vários anos de trabalho intenso entre leituras e pesquisas documentais. Somente as referências bibliográficas ultrapassam as duas centenas. A isso somam-se uma intensa vivência do autor em sítios históricos, principalmente Ouro Preto e Mariana, e a longa prática profissional no jornalismo, na gestão cultural e em órgãos ligados ao turismo. O livro propõe uma viagem amparada em fatos históricos e suas ilações culturais. Ela começa ainda no Brasil colônia e se estende até aos nossos dias, permitindo ao leitor uma visão completa da formação de Minas, com ênfase na expansão das cidades históricas sob o impacto da corrida pelo ouro e pelo diamante. Com suas expressões artísticas de reconhecimento universal, Ouro Preto e Mariana têm um destaque especial, com roteiros detalhados. São esses preciosos tesouros do passado e do presente, rica e minuciosamente interpretados, que vão oferecer ao turista diferenciado o que o autor chama de “possibilidades de sonhos”. É o próprio Werkema que, ao final do texto de introdução, arrisca uma possível síntese desse universo inesgotável: “Minas é história. Sua arte inaugura a identidade cultural brasileira. Sua natureza diversa, conforma o mineiro e sua feição social. Ambos, história, arte e natureza, convidam ao sonho, exercício do imaginário e do vivencial. Eis Minas Gerais.”&lt;br /&gt;Duo Editorial, 50 reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467834121089065730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-GmKc5GIwI/AAAAAAAAENs/SLXtwVnRQmE/s320/MauroWerkema.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15116360-4555488665210688460?l=boletimmineirodehistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/feeds/4555488665210688460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15116360&amp;postID=4555488665210688460' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/4555488665210688460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/4555488665210688460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/2010/05/numero-233.html' title='Numero 233'/><author><name>ricardo faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09158504463703150448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S-GmQPwOmhI/AAAAAAAAEN0/PGylB0JAVHk/s72-c/novo+banner2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15116360.post-8777840048020655419</id><published>2010-04-28T09:21:00.023-03:00</published><updated>2010-04-28T10:33:12.025-03:00</updated><title type='text'>Numero 232</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gw-jZeO6I/AAAAAAAAENU/BKCS_1GWI8o/s1600/novo+banner2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465171999026199458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 64px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gw-jZeO6I/AAAAAAAAENU/BKCS_1GWI8o/s400/novo+banner2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Comecemos com a política.&lt;br /&gt;Recebi um email de uma amiga, que ela enviou a toda a sua lista de contatos, do qual destaco um trecho que se refere ao que já está acontecendo. Aposto que vocês, leitores e leitoras, já estão recebendo emails falando das falcatruas, do passado, e de tantas outras coisas, especialmente sobre a Dilma e o Serra (afinal são os únicos que já estão declarados como postulantes ao cargo de presidente). Eu tenho respondido a alguns, mas confesso que está me cansando. Estava pensando em falar algo a respeito e eis que um trecho do email dela veio a calhar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;E, principalmente, solicito que confiem no meu discernimento em questão política. Neste ano vão nos entulhar a caixa de LIXO que querem que repassemos, nos fazendo de joguete de interesses eleitoreiros. Gente que quer prestígio, poder e dinheiro e para tanto quer eficientes cabos eleitorais que façam divulgar, a custo zero para eles, o que não ousariam nem sequer mencionar em debates sérios! Nós, simples pagadores de impostos, além de pedágios e outros, viramos otários! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Eu não vou aceitar ser usada para divulgar coisas que em sua maioria nem verdade são, ou, pior ainda: Verdades distorcidas ou meias verdades, o que é pior que a mentira. As coisas sérias e com algum grau de confiabilidade chegam à imprensa e se tornam depois objeto de debate. O resto é lixo! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Minha formação cidadã não necessita de informações "privilegiadas" de última hora: Leio livros, jornais, analiso também por mim mesma a realidade do dia a dia e faço consciente minhas escolhas, pois é assim que deve ser. Por favor, não me conte como uma pessoa ingênua a mais, você, amigo (a) que me conhece.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;Feito isso, vamos a duas coisas importantes que ocorreram nesses dias passados. Uma pesquisa do DataFolha que, afinal, teve de ser “corrigida”. E, o que mais me preocupou: as declarações de Serra sobre o Mercosul, que no entender dele é uma “farsa”. Por que isso assusta? Porque o pensamento neoliberal, encarnado no tucanato, é amplamente (sempre foi) a favor da ALCA, que já foi rejeitada por essas bandas. Querer ressuscitar esse defunto é algo muito sério e comprometedor para nosso futuro. E liquidar com o Mercosul é mais estranho ainda, pois, se pensarmos bem, ele refletiu a mudança de relações do Brasil com seus vizinhos. A histórica rivalidade com os argentinos, por exemplo, deixou de existir no plano econômico. Vamos liquidar com ele?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465168233185389522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 40px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gtjWjDq9I/AAAAAAAAEM8/b5LjgM6SWIw/s400/separador6.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;Folha admite que ela e a coalizão demotucana fraudaram acusação contra a Sensus: usaram dados de um enquete feita em Santa Catarina para atacar outra, nacional, que deu empate técnico entre Serra e Dilma. Hoje a Folha reconhece: '...o PSDB encontrou cinco supostas irregularidades. A principal delas... é justamente a que se baseou em dados errados" Reconhecer o erro é ótimo, mas a seletividade da repetição sugere que o jornal se transformou em correia de transmissão do conservadorismo nativo. Fosse um veículo isento, antes de abraçar a acusação, a reportagem teria checado os dados. A má fé se confirma na retrospectiva de fatos recentes. A mesma manipulação usada contra a Sensus ocorreu no caso da ficha falsa contra Dilma, que a Folha diz ter recebido por email, e publicou como documento autentico --sem conferir a origem-- até ser desmascarada pelos peritos da Unicamp. Há poucos dias, atribuiu a Dilma uma frase não dita pela candidata que a indispunha contra exilados. Só reconheceu o erro em nota de rodapé, dias depois de ter repercutido a 'declaração' em manchetes e suites. O conjunto sugere que o critério de jornalismo predominante hoje no veículo da família Frias é o vale-tudo contra o governo Lula. A sucessão de fraudes criou uma cultura de redação do tipo 'quem dá mais'. A espiral declinante incentiva o profissional sem caráter desprovido de outro talento que não adaptar a realidade à linha do jornal. Cada vez mais a Folha se parece com a Veja . Com a agravante de ser diária.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(Folha, uma credibilidade em ruínas; Carta Maior, 22-04)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;“Continuidade custa menos para eleitor”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;César Felício e Maria Cristina Fernandes, de Belo Horizonte&lt;br /&gt;15/04/2010&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Num país de voto compulsório, a grande parcela do eleitorado desinteressada de política não quer ter trabalho de comparar biografias ou governos. Tende ao voto mais fácil. Se está satisfeito, opta pela continuidade. É assim que Marcos Coimbra resume suas convicções no favoritismo da candidata do PT – “Ela é favorita, o que não quer dizer que vai ganhar”.&lt;br /&gt;No Vox Populi desde 1987, depois que concluiu o doutorado em Ciência Política na Universidade de Manchester, Coimbra hoje é seu diretor de pesquisas. E as realiza tanto para o PT de Dilma Rousseff quanto para o PSDB de José Serra.&lt;br /&gt;Aos 59 anos, carioca radicado em Belo Horizonte, Coimbra transformou o amplo apartamento onde morava, no bairro de Serra, no escritório onde trabalha sozinho, longe do burburinho do Vox. Foi nesse apartamento, entre obras de Iran do Espírito Santo, Vik Muniz, Mario Cravo Neto e Cildo Meirelles, onde, na tarde de segunda-feira, falou ao Valor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Esta campanha vai ser uma disputa de biografias ou uma comparação de governos?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marcos&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Esse é o cabo de guerra em que as duas principais forças políticas brasileiras estão envolvidas hoje. O Lula e o PT procurando trazer a eleição para essa comparação de projetos, enquanto a oposição e Serra tentando transformar a eleição numa guerra de biografias. Lula sabe que a grande maioria compara favoravelmente o governo dele em praticamente todos os aspectos e gosta mais dele do que do último presidente. Então, para o PSDB só resta a comparação da biografia, mas não acredito que se consiga mudar essa percepção ao longo da campanha. Acho muito pouco provável que tenha sucesso essa estratégia de convencer a população que tudo que há de bom, se é que há alguma coisa de bom no governo Lula, vem do antecessor.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Este terço que Serra obtém em pesquisas não embute uma comparação favorável ao PSDB?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Francamente não creio. Esse terço de Serra é a soma de várias razões. É um componente anti-Lula e anti-PT do eleitor que pode até ter uma avaliação razoável, satisfatória do atual governo, mas que não gostaria que o PT tivesse mais quatro anos. É um desagrado que iria para quem quer que fosse o adversário da continuidade. Tem outro componente que é a admiração pessoal por ele. E o peso de São Paulo que acompanha sua administração e já votou nele uma meia dúzia de vezes. Fora do Estado também há muita gente que admira o que ele fez na Saúde.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Mas isso é suficiente para a permanência de Serra nessa faixa de 30% a 40% há tantos anos?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: O fato de Serra ser governador muito bem avaliado, com história antiga no maior Estado do país, é parte da explicação. São Paulo tem mais de 20% do eleitorado. E uma parte ainda vem do antipetismo que se encontra com frequência na classe média do Sul e do Sudeste. Tolera Lula porque aprendeu a conviver com ele, mas só o Lula.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: São dois candidatos egressos da esquerda que combateu a ditadura e um terceiro nunca identificado ao conservadorismo. O que explica este divórcio com um eleitorado que, como qualquer outro, tem sua fatia conservadora?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Isso tem a ver com a experiência de uns tantos anos de ditadura que, ao terminar, tinha deslocado qualquer discurso que não fosse de esquerda. Isso aconteceu há muito tempo, mas parte da elite política ainda vem desse ciclo. O que o eleitor ainda tem para situar não é apenas a trajetória do candidato, mas uma visão mais ampla dos aliados . O PSDB tomou uma decisão, no início dos anos 90, de que a única maneira de chegar ao poder, dado que o PT tinha um candidato posicionado em torno de 40%, seria em aliança com a direita. Isso definiu a natureza do jogo político e ideológico. Passou a ser difícil olhar para os candidatos do PSDB e vê-los como egressos de uma prática de esquerda.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: O eleitor não identifica claramente a aliança do PT com os partidos de direita?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Não, porque pela natureza do PT, pelo modo como entrou na política e foi objeto de tomadas de posições antagônicas, ocupou o território da esquerda.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: O fato de Dilma ter se envolvido com a luta armada até que ponto agrega ou retira votos?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: É um sentimento minoritário. A impressão que tenho, vendo pesquisas qualitativas, é que uma parte grande do jovem eleitor – e 30% do eleitorado tem menos de 30 anos – foi educada dentro de valores muito mais favoráveis a quem estava lutando contra a ditadura.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: A classe média tradicional que paga mensalidades caras para o filho concorrer com cotistas, assiste o trânsito piorar com carros vendidos a 96 prestações e se vê espremida entre a base e o topo da pirâmide social, não é o germe desse conservadorismo?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: O antipetismo da classe média tem mais a ver com valores políticos e ideológicos, e não com causalidade socioeconômica. Não sei avaliar o tamanho dessa insatisfação porque o desenvolvimento beneficiou de forma razoavelmente homogênea a sociedade como um todo. Pelo menos não vejo reflexo nas pesquisas. Parte da classe média não desgosta do PT porque perdeu dinheiro, status ou consumo. Apenas não gosta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: O eleitor pode ganhar mais?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Ganhar mais é sempre aposta de risco para o eleitor. Ele está acostumado a ouvir promessas. E em grande parte por isso às vezes se contenta com algo bem menos exigente, que é não perder. O que esta eleição tem de diferente é que agora esses dois lados não vão se contrapor em termos do que prometem, mas do que fazem quando chegam ao poder. O eleitor não vai mais olhar para o petismo e imaginar que tudo vai ser bom. Embora Lula tenha 80% de aprovação, quando você olha política por política percebe que a avaliação positiva não é homogênea.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Da disputa entre Serra e Aécio em Minas resiste um sentimento antipaulista?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Sim e não. Numa certa parte da elite política local sim, mas como um sentimento relevante no eleitorado, não.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: A intenção de voto dos candidatos flutua muito de Estado a Estado. Os problemas regionais não influenciarão o resultado eleitoral?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Não acho que seja relevante. O fato de Dilma não ter candidatos fortes em alguns Estados não tem relação com a sua intenção de voto e a mesma coisa em relação ao Serra. O Serra tem problema no palanque gaúcho e lá tem vinte pontos a mais que a Dilma.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: A situação no RS é muito diferente do quadro nacional, e não é de agora, por que isso?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: No Rio Grande do Sul, o quadro é largamente favorável a Serra. No Paraná, nem tanto, em Santa Catarina, não são. Nos Estados onde há uma percepção de uma grande melhora nos últimos oito anos, há uma clara tendência na aposta à continuidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Aécio terá mais capacidade de puxar voto para o PSDB nacional em Minas do que em 2006?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Em 2006 ele era o candidato à reeleição, fez tudo que estava em seu alcance e quem ganhou em Minas foi o Lula. Acho que Lula tem mais força eleitoral que Dilma, mas quando o eleitor quer fazer uma aposta na eleição presidencial, dificilmente o entorno é tão relevante.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Minas hoje tende à continuidade ou à mudança?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Minas tende à continuidade nos dois planos, no estadual e no federal. Embora hoje quem esteja na frente na eleição para governador e para presidente represente mudanças.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: E o que o leva a concluir isso?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: O eleitor não conhece suficientemente nem Anastasia nem Dilma. A tendência é que a vantagem do Serra diminua em relação à Dilma e a do Hélio Costa em relação ao Anastasia também.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: No caso de SP, o que explica os mais de 50% de Alckmin?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Alckmin foi o governador mais bem avaliado da história recente de São Paulo. Mais bem avaliado que o Serra e que o Covas. O voto no Alckmin tem uma densidade muito maior do que outros candidatos que têm o recall como sua explicação fundamental.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Ele extrapola a força do PSDB no Estado?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Várias vezes. Bem, a força do PSDB, como sabemos, não é uma coisa muito relevante nem mesmo em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Marina tem potencial para levar a eleição ao segundo turno?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Com todo o risco envolvido em uma resposta tão longe da eleição, diria que não.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Mesmo considerando os candidatos nanicos?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Os nanicos, mesmo se forem muitos, dificilmente vão passar de 2,5% dos votos. O cenário de crescimento da Marina é muito desfavorável. De um lado ela pode ser espremida por duas candidaturas que cedo polarizam. Se o Ciro disputar, aumenta o cenário de crescimento dela, porque deixa uma eleição menos polarizada. Sem Ciro, o horizonte dela é menor. Porque faz com que grande parcela do eleitorado pense que tem que resolver logo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Ela tem um potencial menor do que Heloisa Helena em 2006?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: O eleitor que olhou com interesse para a Heloísa Helena e acabou votando nela tinha um componente de protesto à esquerda contra o mensalão. Esse elemento na eleição deste ano não é significativo e Marina não expressa isso. Ela não se posiciona politicamente, mas em favor da agenda ambiental.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Ela tem a limitação de um candidato temático como o Cristovam em 2006?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Sim, mas ela pode ir um pouco além. O tempo de TV reservado à divisão igualitária é 30% do total. Se dividisse por quatro, daria um minuto e pouco para cada. Somado ao tempo do PV já seria expressivo, mas como deve haver muitos nanicos, ela vai acabar tendo um pouco mais que Eymael.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Lula tem aprovação maior entre as mulheres e Dilma um patamar de intenção de votos também mais baixo nesse eleitorado. Ela soma a rejeição das eleitoras pelo fato de ser mulher e apoiada por Lula?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Não, nem uma coisa nem outra. Ela tem uma menor participação no voto feminino porque é maior a proporção de desinformação e não envolvimento com temas políticos e administrativos nesse eleitorado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Mas por outro lado é a mulher que leva o filho ao posto de saúde e luta por vaga em escola pública. Isso não lhe dá uma experiência de como funcionam os governos?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Sim, mas é uma experiência de cotidiano&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Despolitizante?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Não é despolitizante, mas pode ser despolitizada. Essa experiência é uma fonte de politização, mas tem que ser politizada. E isso, lamentavelmente, não acontece na nossa sociedade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Esse grau de desinformação ainda explica o voto num país onde as mulheres já são mais da metade em muitas universidades?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: O diferencial de envolvimento e de participação política entre homens e mulheres continua a ser explicado pelo grau de informação no mundo inteiro. Essa diferença tende a desaparecer com o tempo, mas ainda é um elemento da cultura política brasileira.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: O senhor quer dizer que o universo de mulheres bem informadas confrontado ao de homens bem informados não são diferentes?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Sim. E mulheres mais velhas, especialmente, tendem a ter uma maior dificuldade de participação política. Entre os jovens, as diferenças de intenção de voto por gênero são quase irrelevantes. Vão ficando mais significativas à medida que se avança na idade e na zona rural.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Só não fica claro por que isso prejudica Dilma e não Serra.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Porque isso está ligado à possibilidade de se estar mais familiarizado com alguém que já foi candidato a presidente e ministro da Saúde. O nível de conhecimento dele é mais alto em todas as faixas. Naquelas em que o nível de informação e de participação é muito baixo, o nível de conhecimento da Dilma é muito menor do que o do Serra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: A associação de Dilma com Lula também é mais baixa nesse estrato?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Sim, muito mais baixa que a média. E essa é a razão para o prognóstico favorável a sua candidatura. A vantagem do Serra vem quando se agrega a grande parcela que não conhece a Dilma. Quando se neutraliza o efeito desconhecimento, ela já está na frente. Claro que há a suposição de que quando todos os que não a conhecem se comportarem de uma maneira pior para ela do que os primeiros, ela cai, mas se eles se comportarem de maneira mais favorável, ela sobe. E a composição do eleitorado que a desconhece lhe favorece. Tem menor escolaridade, mais Bolsa Família e que está na periferia dos grandes centros e nas regiões menos desenvolvidas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Quem estaria então mais próximo do teto seria o Serra?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Sim, mas ele tem um piso muito alto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: O eleitorado no Brasil tem tido um descolamento entre escolaridade e renda. O que deriva disso?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: A melhora no perfil do acesso à escola é muitas vezes mais acentuada do que a dos indicadores de desigualdade. Como houve nos últimos 20 anos uma melhoria grande no valor do salário mínimo, se a comparação é em termos de unidades de salário mínimo, pode-se ficar com um retrato inexato de que os pobres permaneceram nos mesmos lugares com a melhoria da renda, do poder de compra e a redução do preço de alguns produtos. O resultado é que todo mundo melhorou um pouco, mas mantendo a desigualdade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Essa evolução da escolaridade favorece uma campanha mais temática, comparativamente a uma sucessão de ataques pessoais?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Essa evolução aponta para uma parcela cada vez maior de eleitores em condições de consumir informação mais qualificada e até esperando receber do jogo eleitoral mais do que uma dúzia de chavões e frases de efeito, mas é preciso atentar para o ritmo dessas mudanças sobre o resultado quando se tem o voto compulsório. Essas senhoras que não têm interesse, não têm informação, não se envolvem em questões político-eleitorais, vão votar. Em quase todos os países desenvolvidos do mundo, quem tem esse perfil não vota.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Essa evolução do grau de instrução não leva a uma decisão de voto que independe mais da classe?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Uma das coisas que aconteceram no Brasil nestes 25 anos de redemocratização é a formação de uma sociedade política em que as pessoas têm lado e partido. Eu sou isso, sou aquilo. E essa formação de identidade política atravessa essas dimensões socioeconômicas. Tem petista e tucano morando no mesmo prédio. O modo como se estruturam essas identidades não é clássico, não é em torno de partidos, não porque o brasileiro não goste de partido, mas porque não se permitiu que isso acontecesse.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Mas Lula insiste na estratificação entre pobres e ricos…&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Ele sabe que isso não é a realidade. Você tem uma parcela não pequena das grandes fortunas brasileiras muito satisfeita com o atual governo. Dilma não vai ser votada pelos pobres e Serra pelos ricos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Mas não foi isso que aconteceu entre Lula e Alckmin em 2006?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: O mensalão estava muito presente. Cinco anos depois acredito que é um assunto vencido, não porque as pessoas tenham ficado satisfeitas com ele, mas porque foi digerido pela sociedade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Por que o senhor vê Dilma como favorita?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Porque a maioria tem o sentimento a favor da continuidade, tem um envolvimento pequeno com a discussão política, com a comparação das propostas, das biografias e opta pelo modelo de decisão mais simples. Isso não é verdade no Brasil pelas nossas deficiências. Isso é verdade em todas as democracias. Ainda mais no regime de sufrágio universal e compulsório em que a parcela de eleitores de baixa ou pequena motivação é majoritária. Esses eleitores costumam preferir a escolha de custo menor que demanda menos tempo, menos stress e pode ser resumida numa pergunta tão simples como ” Você está satisfeito?”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: A inércia pela continuidade será o determinante?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: É claro que há brecha para mudança. Todo mundo lembra do que acabou de acontecer no Chile, onde uma presidente com 80% de aprovação não fez o sucessor, mas a Concertación estava há 20 anos no poder. No Brasil, o sentimento “está na hora de mudar” não comanda. Vide o PSDB que está há 16 anos no governo de São Paulo e tem um candidato que tem condições muito favoráveis. Vinte anos do PSDB no principal Estado da federação não causa espanto a ninguém. Por quê? Um candidato bom veio depois de um bom governo. No plano nacional, há um sentimento de que o outro lado teve décadas de poder. Em parte as pessoas acham que estes oito anos de PT ainda são pouco frente ao que a outra turma teve.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Mas a ideia da continuidade já teve grandes derrotas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: A ideia de continuidade funciona no Brasil em eleições municipais e estaduais. Agora vamos ter presidenciais. Não tínhamos tido em 1989 porque o Sarney não tinha candidato, em 1994 Itamar foi engolido pelo sucessor. Fernando Henrique perdeu porque não havia ali as condições que temos hoje, em que o desejo de continuidade é maioria. Serra era o candidato da continuidade numa eleição marcada pela mudança.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: E agora ele é o candidato da mudança numa eleição marcada pela continuidade?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Sim, esse é o problema. Em 2002, 10% das pessoas diziam que o próximo presidente deveria manter tudo o que estava sendo feito e 40% diziam que o próximo deveria mudar tudo. Hoje esses números são inversos. Dilma é favorita por essa razão. Ser favorita não quer dizer ganhar, mas ter uma perspectiva muita positiva.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: O discurso do pós-Lula, nessa análise, tem vida curta?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Quer dizer o quê? Vai manter ou vai mudar? Vai manter o que está certo e mudar o que está errado? Mas isso não quer dizer nada. Não convence.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;: Mas o slogan de ‘O Brasil pode mais’ não é uma tentativa de se contornar a continuidade?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coimbra&lt;/strong&gt;: Sim, para o eleitor atento. Essa proposta implica um elevado investimento pessoal no processo eleitoral. Você tem que aprofundar o conhecimento das propostas, o conhecimento minucioso do que foi feito e deixou de ser feito, identificar o que é realista e que pode ser feito no futuro, ou seja, exige um conjunto de características pessoais do eleitor que não são fáceis aqui nem em qualquer lugar do mundo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465166398004642770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 277px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gr4h93w9I/AAAAAAAAELM/iqlQOlNdRd8/s400/casa+em+ruinas+Mariana.JPG" border="0" /&gt; Ruinas na cidade de Mariana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Serra quer fim do Mercosul e promete desmontar legado de Lula&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Durante encontro com empresários em Minas Gerais, o pré-candidato tucano à presidência da República, José Serra (PSDB), apresentou seu ideário econômico: disse que o Mercosul atrapalha e quer acabar com a participação do Brasil no bloco, que não vai continuar com o PAC e que pretende revisar todos os contratos federais durante o governo Lula. O tucano disse também que pretende "rever o papel" do BNDES na economia do país.&lt;br /&gt;Redação&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16543&amp;amp;boletim_id=682&amp;amp;componente_id=11417"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16543&amp;amp;boletim_id=682&amp;amp;componente_id=11417&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Jornal argentino questiona posição de Serra sobre Mercosul&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ao qualificar o Mercosul como uma farsa, Serra parece desconhecer, diz o Clarín, que o grosso das exportações industriais do país tem como destinatários países da América Latina. “Segundo estatísticas oficiais, 90% das vendas de produtos manufaturados de Brasil no mundo ocorrem no Mercosul e em mercados latinoamericanos”, lembra o jornal. As declarações do ex-governador de São Paulo surpreenderam negativamente várias lideranças latinoamericanas pelo desprezo revelado em relação aos demais países da região.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16544&amp;amp;boletim_id=683&amp;amp;componente_id=11427"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16544&amp;amp;boletim_id=683&amp;amp;componente_id=11427&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Serra repete discurso pró-ALCA da campanha de Alckmin&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ao caracterizar Mercosul como uma "farsa" e defender a "flexibilização" do bloco, o ex-governador José Serra repete discurso usado na campanha de Geraldo Alckmin em 2006. Menor peso para o Mercosul e retomada das negociações para uma Área de Livre Comércio nas Américas fazem parte da agenda política do PSDB. Senador tucano chegou a prever que "ALCA sairia com ou sem o Brasil". E o governador mineiro Aécio Neves enviou carta ao presidente Lula, em 2003, propondo que Belo Horizonte fosse a sede da ALCA.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16548&amp;amp;boletim_id=685&amp;amp;componente_id=11463"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16548&amp;amp;boletim_id=685&amp;amp;componente_id=11463&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;O que significa flexibilizar o Mercosul?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;As críticas de José Serra ao Mercosul aliam preconceito ideológico e desinformação. Não há precedente de experiência integracionista mais exitosa da região, fruto do trabalho de sucessivos e diferentes governos democráticos nos últimos vinte anos. A idéia de flexibilizar o Mercosul por meio da regressão a uma área de livre comércio representa, na prática, uma maneira de reabrir a discussão sobre tratados de livre comércio e fomentar o retorno da Área de Livre Comércio das Américas (Alca). O artigo é de Renato Martins.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16547&amp;amp;boletim_id=685&amp;amp;componente_id=11464"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16547&amp;amp;boletim_id=685&amp;amp;componente_id=11464&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465166950179572658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 276px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gsYq-oi7I/AAAAAAAAELk/uKD6y9Jd-vM/s400/ouro+preto.JPG" border="0" /&gt; Ouro Preto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Opus Dei não quer o juiz Garzón na mídia brasileira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Alberto Dines em 27/4/2010 (publicado no Observatório da Imprensa)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993300;"&gt;A Espanha rachou novamente e o protagonista é um de seus heróis. Não se trata do cineasta Pedro Almodóvar, nem do ex-tenor agora barítono Plácido Domingo, do piloto Fernando Alonso ou do tenista Rafael Nadal.&lt;br /&gt;Aos 55 anos, traços de galã, precocemente grisalho, o juiz espanhol Baltasar Garzón é o novo tipo de herói num mundo dominado pela banalidade e pela complacência. Destemido, pertinaz, incorruptível, conseguiu colocar o ditador chileno Augusto Pinochet em prisão domiciliar, obteve altíssimas penas de prisão para dois facínoras da repressão argentina, tentou quebrar as imunidades do premiê Silvio Berlusconi, acusou formalmente o segundo maior banco espanhol, o BBVA, de lavagem de dinheiro, investiu contra os terroristas do ETA, contra o sistema de torturas do governo Bush, derrubou o seu próprio partido, o PSOE, e mais recentemente assumiu as investigações contra a alta direção do PP, Partido Popular, de direita, envolta numa incrível rede de corrupção.&lt;br /&gt;Garzón está sacudindo a Espanha por causa de uma sangrenta conflagração encerrada há 71 anos. No sábado (24/4), em 21 cidades do país e em sete do exterior, entre 60 e 100 mil pessoas saíram à rua para protestar contra renascimento do furor fascista, 31 anos depois da morte do caudilho – parceiro de Hitler e Mussolini – Francisco Franco.&lt;br /&gt;Falanges histéricas&lt;br /&gt;Apesar do seu acervo de façanhas, o magistrado Garzón corre o risco de sentar no banco dos réus e ser destituído de sua função na Audiência Nacional (a mais alta corte criminal espanhola) justamente porque não reconhece os limites impostos pela Lei de Anistia e iniciou as investigações sobre os terríveis crimes praticados pelos fascistas espanhóis durante a Guerra Civil (1936-1939) e os 37 anos seguintes da ditadura de franquista.&lt;br /&gt;Seu acusador, Luciano Varela, juiz de instrução do Tribunal Supremo, quer enquadrá-lo por "abuso de poder" porque não teria competência para iniciar essa investigação. A direita espanhola (que compreende um pool de interesses empresariais, ideológicos e religiosos) quer vingar-se de Garzón porque suas investigações sobre os escândalos do PP desmoralizam não apenas os projetos eleitorais do partido, mas a herança reacionária firmemente encastelada na sociedade espanhola.&lt;br /&gt;Garzón alega que a Lei de Anistia e a Lei de Memória Histórica não impedem investigações de crimes de lesa-humanidade. O Ministério Público (Fiscalia) não endossa as acusações de prevaricação manifestadas pelos juízes franquistas. Mas o Partido Popular investigado por Garzón corre o risco de desaparecer se as investigações de corrupção forem adiante – e suas falanges estão histéricas.&lt;br /&gt;Fantasmas do passado&lt;br /&gt;O caso do Quixote togado ameaçado de punição por um judiciário infiltrado pelo totalitarismo dos anos 1930-40 está apaixonando a Espanha, comove a Europa, mexe com a América do Sul, porém não toca nem anima os álgidos "porteiros" de nossas redações.&lt;br /&gt;Explica-se: mencionar a direita espanhola significa mencionar a Opus Dei. E a prelazia queridinha do papa João Paulo II, firmemente infiltrada na mídia brasileira, sobretudo nos escalões intermediários, abomina holofotes. Prefere operar na sombra.&lt;br /&gt;A mídia européia e americana solidarizou-se com Balta Garzón: para o New York Times, The Guardian, The Economist, o Liberation e Le Monde investigar os desaparecimentos durante a Guerra Civil não é delito, delito é perseguir um juiz que vai às últimas conseqüências em busca da verdade.&lt;br /&gt;O cerco a Garzón dificilmente empolgará nossa mídia e não apenas por causa do embargo da Opus Dei nativa, mas porque o recente imbróglio em torno do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3) foi resolvido com um acordo entre as partes: o governo retira do programa os itens que desagradam à mídia e esta não insiste na reabertura das investigações sobre as violências cometidas pelos órgãos de segurança durante o regime militar.&lt;br /&gt;O franquismo estaria hoje esquecido na Espanha se o establishment direitista – ao contrário do que aconteceu na Alemanha – não teimasse em ressuscitar e reabilitar os fantasmas que criou no passado.&lt;br /&gt;Escreva ao seu jornal ou revista, caro leitor. Cobre deles um mínimo de informações sobre a perseguição a Baltasar Garzón. Você tem esse direito. Pergunte por que razão o cidadão brasileiro deve ser narcotizado pelas irrelevâncias e mantido à margem das trepidações que estão mudando o mundo.&lt;/span&gt; [Texto fechado à 0h35 de 27/4/2010]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465167708508359682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 40px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gtEz-TjAI/AAAAAAAAEM0/6h4V4gCHCpg/s400/separador6.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;A nossa imprensa é realmente muito original!!! Olha só essas duas capas:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9guYpxWqAI/AAAAAAAAENM/xVREm-pCQGE/s1600/capaobama.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465169148878694402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 153px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9guYpxWqAI/AAAAAAAAENM/xVREm-pCQGE/s200/capaobama.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gpJJVa34I/AAAAAAAAEK8/DUr_S6nn4AA/s1600/capaserra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465163384915419010" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 156px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gpJJVa34I/AAAAAAAAEK8/DUr_S6nn4AA/s200/capaserra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Quer saber mais sobre isso? Sobre o significado das frases da revista brasileira(sic)?&lt;br /&gt;Leia aqui:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=587IMQ002"&gt;http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=587IMQ002&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465167572916890306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 40px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gs862x6sI/AAAAAAAAEMk/Yhezu0j21FA/s400/separador6.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;JUÓ BANANÉRE - IRRISOR, IRRISÓRIO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Carlos Eduardo S. Capela&lt;br /&gt;Editora: Nankin Editorial/Edusp&lt;br /&gt;Quanto: R$ 80 (538 págs.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.nankin.com.br/"&gt;http://www.nankin.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;Durante a década de 1910, Juó Bananére foi um dos nomes mais famosos da imprensa paulistana. O imigrante italiano criado por Alexandre Marcondes Machado era assunto tanto nas feiras e ruas quanto nos salões da alta sociedade.&lt;br /&gt;Nomes ilustres não lhe pouparam elogios. Oswald de Andrade referiu-se a ele como "um mestre da sátira no Brasil".&lt;br /&gt;O escritor António de Alcântara Machado não deixou por menos: o personagem teria sido "o melhor cronista" de São Paulo. Hoje, porém, o nome evoca uma interrogação: quem foi mesmo Juó Banan&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gpCp9Hd1I/AAAAAAAAEK0/rgF8UWR7kAs/s1600/livro+juo.jpg"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465163273412769618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 139px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gpCp9Hd1I/AAAAAAAAEK0/rgF8UWR7kAs/s200/livro+juo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;ére?&lt;br /&gt;Contra o esquecimento que se instaurou após a prematura morte de Alexandre, em 1933, aos 41 anos, Carlos Eduardo S. Capela, professor de teoria literária da Universidade Federal de Santa Catarina, lança "Juó Bananére - Irrisor, Irrisório". O livro traz uma análise crítica do personagem, além da antologia de textos que ele publicou, entre 1911 e 1917, em revistas humorísticas como "O Queixoso", "A Vespa" e "O Pirralho" Foi nesta última, criada por Oswald de Andrade e amigos, que Bananére "nasceu", em outubro de 1911, quando Alexandre tinha apenas 19 anos.&lt;br /&gt;Era então o auge da tradição macarrônica, quando São Paulo era palco do "boom" da imigração europeia para o Brasil.&lt;br /&gt;"Macarrônico" foi o termo cunhado para caracterizar uma linguagem mesclada, a meio caminho entre o português e um idioma estrangeiro.&lt;br /&gt;No "italianês" que praticava, imitando um linguajar corriqueiro do convívio entre brasileiros e italianos, Bananére parodiou importantes autores (como Dante, Olavo Billac e Gonçalves Dias) e ironizou fatos históricos (leia trecho ao lado). Principalmente, narrou, com picardia, o cotidiano de imigrantes pobres no Brasil e as transformações pelas quais passava São Paulo no período.&lt;br /&gt;"Ele faz uma crônica viva de um momento de redefinição, em que São Paulo deixa de ser provinciana para se transformar numa grande metrópole", afirma Capela.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465168312929018450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gtn_na4lI/AAAAAAAAENE/nr5zAYHN4B8/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;No Café História desta semana:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;MISCELÂNEA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espionagem à moda antiga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arquivo Público do Estado de São Paulo permite acesso a documentos sobre espionagem à sociedade civil após a ditadura militar. Métodos são semelhantes aos usados pelo DEOPS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAFÉ EXPRESSO NOTÍCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homenageado, Tiradentes é esquecido pela população&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristovam Buarque lembra as quatro grandes efemérides de abril&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GALERIA CAFÉ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiradentes Esquartejado, 1893, de Pedro Américo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÚLTIMOS VÍDEOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Tosto - "O Processo de Tiradentes" (Programa do Jô -2007)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Animação de História: Tiradentes - "O descartável"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÚLTIMOS FÓRUNS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua opinião, Tiradentes ainda é visto como um herói ou essa imagem já mudou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesse: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/em-sua-opiniao-tiradentes?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/em-sua-opiniao-tiradentes?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como devo escolher um bom tema para monografia e não correr o risco de não se ter fontes necessárias para sua construção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesse: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/como-devo-escolher-um-bom-tema?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/como-devo-escolher-um-bom-tema?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Visite Cafe Historia em: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network" target="_blank"&gt;http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465166584548354210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 271px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gsDY5W6KI/AAAAAAAAELU/SakcaT5L_Hk/s400/foto6.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XX ENCONTRO REGIONAL DA ANPUH SÃO PAULO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;História e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UNESP/Franca - de 6 a 10 de setembro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições abertas para apresentação de trabalhos em SEMINÁRIOS TEMÁTICOS de 30 de março a 17 de maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições abertas nos MINICURSOS de 30 de março a 31 de agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações e inscrições no site do Encontro: http://www.encontro2010.sp.anpuh.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465167513230208962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 40px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gs5cgXb8I/AAAAAAAAEMc/V1Sn2SMRego/s400/separador6.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saíram editais para diversas &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;vagas de professor adjunto&lt;/span&gt; (Doutor) na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para o curso de História, nas áreas de:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;* História Antiga;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;* História Medieval;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;* Teoria da História;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;* História do Brasil Colonial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As inscrições vão até 24 de maio.Para maiores informações e instruções sobre a inscrição para o concurso:http://concurso.unifesp.br/php/main.php?inicio=1&amp;amp;pg=2&amp;amp;tipoEdital=1&amp;amp;edital=328/2010&amp;amp;edital_externo=326/2010&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aproveito e aviso que saíram também editais para o curso de História da Arte da Unifesp, em diversas áreas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Concurso na Universidade Federal do Triângulo Mineiro nas áreas de História do Brasil, História Antiga e Ensino de História.&lt;br /&gt;link: &lt;a href="http://www.uftm.edu.br/paginas/concursos/cod/34/t/EDITAIS" target="_blank"&gt;http://www.uftm.edu.br/paginas/concursos/cod/34/t/EDITAIS&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divulgamos o edital de concurso da UERN. São duas vagas para História.&lt;br /&gt;As informações a respeito do Concurso serão fornecidas através dos telefones: (84) 3315-2104 ou na ASSESSORIA PARA ASSUNTOS PEDAGÓGICOS E CIENTÍFICOS, localizada no Prédio da Reitoria, à Rua Almino Afonso, 478 – Centro, Mossoró-RN e na home page &lt;a href="http://www.uern.br/"&gt;www.uern.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LANÇAMENTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamento do livro&lt;br /&gt;A SEMENTE FOI PLANTADA- as raízes paulistas do movimento sindical camponês no Brasil, 1924 - 1964.&lt;br /&gt;Debate com:&lt;br /&gt;• Clifford A. Welch, historiador da UNIFESP,&lt;br /&gt;• Zilda Iokoi, historiadora da USP,&lt;br /&gt;• Edilene Toledo, historiadora da UNIFESP,&lt;br /&gt;• Bernardo Mançano Fernandes, geógrafo da UNESP.&lt;br /&gt;DIA: 6/5/2010&lt;br /&gt;HORÁRIO: 14:00hs&lt;br /&gt;LOCAL: Cátedra UNESCO de Educação do Campo e Desenvolvimento Territorial&lt;br /&gt;Praça da Sé, 108. São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIVULGAMOS O NOVO NÚMERO DA “&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;FÊNIX&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; – REVISTA DE HISTÓRIA E ESTUDOS CULTURAIS” ESTÁ DISPONÍVEL NO SITE www.revistafenix.pro.br&lt;br /&gt;AGRADECEMOS PELO APOIO NA DIVULGAÇÃO DESTE PERIÓDICO CIENTÍFICO.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465167358572708610" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gswcXJQwI/AAAAAAAAEMM/8jnqL4dgg9o/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6666cc;"&gt;&lt;strong&gt;Colóquio Historiografia e história intelectual: diálogos e convergências&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;17 e 18 de maio, Universidade Federal do Espírito Santo.&lt;br /&gt;Participação: Raquel Glezer (USP) - Marcelo Gantus Jasmin (PUC-RJ) - Valdei Lopes de Araújo (UFOP) - Pedro Caldas (Unirio) - Bernardo B. Coelho de Oliveira (UFES)&lt;br /&gt;Antônio Carlos Amador Gil (UFES) - Fábio Muruci (UFES) - Julio Bentivoglio (UFES)&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465167227949020242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gso1wB9FI/AAAAAAAAEL8/h4hKZhPl4bo/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;Curso de Especialização em Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O curso tem como principal objetivo formar e capacitar sistemática e continuamente&lt;br /&gt;gestores para o setor; contemplar um campo profi ssional emergente, fundamental para o Estado e o País, estabelecendo uma formação sistemática na área; abrir novas perspectivas temáticas, metodológicas e didáticas, que induzam inovações na ação junto aos espaços culturais e incrementem a área de pesquisa no âmbito dos Programas de Pós-Graduação de domínios afins.&lt;br /&gt;O Curso de Especialização em Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural está focado em três áreas de concentração: Gestão da Informação (GI); Gestão da Preservação (GP); Gestão de Projetos Culturais (GPC). O curso é dividido em 6 módulos, desenvolvidos em três semestres, em atividades presenciais (momentos de concentração) e semipresenciais (momentos de dispersão). Dessa forma, deseja-se atingir as diversas áreas de atuação que envolvem o trabalho junto ao patrimônio histórico e cultural e propiciar condições para que aqueles que não residem em Belo Horizonte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições 3 a 22 de maio de 2010&lt;br /&gt;Pelo site da Fundep/cursos&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www4.fundep.ufmg.br/cursos/index.asp"&gt;http://www4.fundep.ufmg.br/cursos/index.asp&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A documentação necessária para a efetivação da inscrição deverá ser entregue de 8 às 12 e de 13 às 16 horas de segunda a sexta-feira na Secretaria do SCIENTIA  FAFICH&lt;br /&gt;Início das Aulas 5 de julho de 2010&lt;br /&gt;Valores&lt;br /&gt;inscrição r$ 20,00&lt;br /&gt;especialização r$ 5.160,00&lt;br /&gt;dividido em 12 parcelas de r$ 430,00&lt;br /&gt;Locais das Aulas Presenciais&lt;br /&gt;Belo Horizonte FAFICH  UFMG&lt;br /&gt;Tiradentes Casa da Câmara e Centro de Estudos da&lt;br /&gt;Fundação Rodrigo Melo Franco de Andrade&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465167165798875378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gslOOSAPI/AAAAAAAAEL0/bASfTqTpBcM/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6633ff;"&gt;Unifesp de Guarulhos procura docentes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;27/4/2010&lt;br /&gt;Agência FAPESP – A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) abriu processo seletivo para contratação de 19 vagas para professor adjunto – nível 1, no campus de Guarulhos, em regime de trabalho de 40 horas semanais e dedicação exclusiva.&lt;br /&gt;Os processos ocorrerão por meio de concurso público de títulos e provas. São quatro vagas na área de História, nas subáreas: história antiga, história medieval, teoria da história e história do Brasil colonial.&lt;br /&gt;Na área de História da Arte, há dez vagas para as subáreas história da fotografia, história da arte do mundo árabe e do Islã, cinema contemporâneo (inclusive TV, vídeo e internet), design, fotografia, propaganda, história da arte antiga, história da arte contemporânea, história da arte da Ásia, história da arte do Renascimento, história da arte medieval e história da arte da África.&lt;br /&gt;Já para a área de Letras, existem cinco oportunidades nas seguintes subáreas: língua espanhola (2), língua portuguesa, literatura portuguesa e literatura brasileira.&lt;br /&gt;O concurso será constituído de prova escrita, prova didática e prova de arguição de memorial. As atribuições gerais do cargo são docência de nível superior do concurso e participação em atividades de graduação, pesquisa, extensão, assistência e administração da Unifesp.&lt;br /&gt;Exige-se do candidato titulação mínima de doutor e a remuneração é de R$ 7.026,85. Para todas as vagas, as inscrições se encerram no dia 24 de maio.&lt;br /&gt;Os candidatos devem preencher o formulário no site da Unifesp e entregar documentação no Campus Guarulhos, na Estrada do Caminho Velho, nº 333, Sítio Tanque Velho, Bairro Pimentas, em Guarulhos (SP), pessoalmente ou por procurador legalmente constituído.&lt;br /&gt;Mais informações: &lt;a href="http://concurso.unifesp.br/" target="_blank"&gt;http://concurso.unifesp.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465167102409359458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gshiFCwGI/AAAAAAAAELs/LawgfPAj-Sc/s400/separador7.gif" border="0" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#996633;"&gt;&lt;strong&gt;Toda a poesia de Vinicius de Moraes para livre acesso na Internet&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Quinze livros do Poetinha estão disponíveis no site da Biblioteca Brasiliana USP&lt;br /&gt;Já está disponível no site da Biblioteca Brasiliana USP (&lt;a href="http://www.brasiliana.usp.br/" target="_blank"&gt;http://www.brasiliana.usp.br/&lt;/a&gt;) o acervo completo de poemas de Vinicius de Moraes. A publicação foi autorizada pela VM Empreendimentos Artísticos e Culturais, que detém os direitos sobre a obra do autor.&lt;br /&gt;O site reúne 15 livros do poeta, doados ao projeto pelo bibliófilo José Mindlin. Entre eles destacam-se "O caminho para a distância" (1933), primeiro livro publicado; a primeira edição de "Orfeu da Conceição" (1956), peça em três atos premiada no Concurso de Teatro do IV Centenário de São Paulo; e o "Livro de sonetos" (1957), uma das mais populares publicações do poeta.&lt;br /&gt;Pela Lei de Direitos Autorais em vigor na época do falecimento de Vinicius de Moraes, esses poemas só entrariam em domínio público 60 anos após sua morte, ou depois da morte do último herdeiro direto, ou seja, apenas em 2040.&lt;br /&gt;A morte de Vinicius completa 30 anos em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465167639702928146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 40px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gtAzpz-xI/AAAAAAAAEMs/uieICJBGjfE/s400/separador6.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boletim de atualização de &lt;a href="http://www.outraspalavras.net/" target="_blank"&gt;Outras Palavras&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.diplo.org.br/" target="_blank"&gt;Biblioteca Diplô&lt;/a&gt; - Nº 4 - 26 de abril de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://diplo.org.br/O-mundo-reage-aos-desertos-verdes" target="_blank"&gt;O planeta reage aos desertos verdes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No mês de mobilização do MST, revelamos uma face pouco conhecida da luta contra o latifúndio: o esforço internacional de conscientização que está denunciando a monocultura do eucalipto – e os desastres sociais e ambientais hoje associados a ela&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.outraspalavras.net/?p=1112" target="_blank"&gt;Nórdica, discreta e... voraz! Retratos da Stora Enso&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por que a maior empresa mundial de papel cobiça o Brasil. Como o MST e uma jornalista finlandesa desmascararam uma de suas farsas (Por Hanna Nikkanen)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.outraspalavras.net/?p=1121" target="_blank"&gt;Adeus à era do "me-dá-um-emprego-aí"&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dois líderes dos sem-terra explicam oposição à monocultura do eucalipto. Eles querem outra relação entre a agricultura brasileira e a indústra papeleira (Por Mika Rönkkö) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.outraspalavras.net/?p=1092" target="_blank"&gt;Sob o signo da meada&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como o poder das elites matou Tiradentes duas vezes. Por que sua figura sobrevive e provoca (Por Theotonio de Paiva)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.outraspalavras.net/?p=1136" target="_blank"&gt;Brasília, Outros 50&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eles, os elos das cadeias -- eles, a farsa. Nós, as vozes que incendeiam -- nós, a força! (Por TT Catalão)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.outraspalavras.net/?p=1034" target="_blank"&gt;Pós-capitalismo, direitos humanos e liberdades&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por que conceitos e bandeiras que foram usados contra o velho socialismo estão trocando de sentido &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.outraspalavras.net/?p=1013" target="_blank"&gt;BRICs, ruptura e continuidade &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A periferia do planeta não está mais disposta a cumprir ordens — mas ainda ousa muito pouco, em termos de projetos alternativos… &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.outraspalavras.net/?p=1098" target="_blank"&gt;ACTA: recuo, eufemismos e alternativas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eliminação dos trechos mais brutos não apaga ameaças implícitas no acordo contra a livre circulação de conhecimentos e cultura. Possivel saída e rejeitá-lo e reforçar OMPI&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.outraspalavras.net/?p=1068" target="_blank"&gt;Google X China: revelações sobre o ataque de hackers&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ação-relâmpago visou sistema de senhas. Revelações convidam a debater proteção de dados pessoais e papel de empresas web2.0&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.outraspalavras.net/?p=1058" target="_blank"&gt;"Perderam tudo, menos a vontade de lutar"&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ocupação de terreno no Pantanal Leste de São Paulo denuncia obra “ambiental” que pode desalojar 10 mil moradores. Outras Palavras começa a publicar ampla reportagem sobre tema.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465167298491591842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 56px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gss8isLKI/AAAAAAAAEME/1X_BaC9eNcI/s400/separador7.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Concursos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Universidades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro&lt;br /&gt;- UFF&lt;br /&gt;Niterói, Campos dos Goytacazes, Macaé e Angra&lt;br /&gt;Concursos para diversas áreas: História, Sociologia, Antropologia, Ciência Política, Turismo, Administração, Contábeis, Cinema e Vídeo, Geografia, Educação, Economia, etc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- UFRRJ: Vários campi.&lt;br /&gt;Diversas disciplinas:&lt;br /&gt;História da América Colonial, História Política e Econômica do século XX, Filosofia Medieval, Didática e Ensino de História, Didática e Ensino de Ciências Sociais, Didática e Ensino de Letras, Didática e Ensino de Filosofia, Didática e Ensino de Belas Artes, Didática e Ensino de Geografia, Relações Internacionais, Sociologia, Comunicação Social, Psicologia, Letras, Geografia, Turismo e Meio Ambiente, etc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- USS&lt;br /&gt;História&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio Grande do Sul&lt;br /&gt;- UFPEL: História e Antropologia, Letras, Geografia, Economia, Artes Visuais, Música e Artes Cênicas, Administração e Turismo, etc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio Grande do Norte&lt;br /&gt;- UFRN: Vários campi&lt;br /&gt;Diveras áreas: Educação, Serviço Social, Letras, Contábeis, Administração, etc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paraíba&lt;br /&gt;- UFPB: 98 vagas&lt;br /&gt;Ciências Sociais, Arquitetura e Urbanismo, Mídias Digitais, Música, Psicologia, Relações Internacionais, Economia, Geociências, Ciências Sociais Aplicadas (Administração), etc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bahia&lt;br /&gt;- UFRB: 81 vagas&lt;br /&gt;Várias áreas: História, Museologia, Serviço Social, Letras, Políticas Públicas, Física, Matemática, etc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pará&lt;br /&gt;- UFPA: 185 vagas&lt;br /&gt;Várias áreas: História, Geografia, Letras, Educação, Serviço Social, etc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, ainda, continuam abertos&lt;br /&gt;- ENTRE 1 E 30 DE ABRIL DE 2010, ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA 2° PRÊMIO TESE DE DOUTORAMENTO ANPUH.&lt;br /&gt;- “CONCURSO DE MONOGRAFIAS DE HISTÓRIA DO PARANÁ”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARGENTINA&lt;br /&gt;Tercer Concurso de Tesis de Postgrado en Historia Económica Argentina (AAHE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;URUGUAI&lt;br /&gt;- Beca FLTA para Docentes Uruguayos(Programa Fulbright Foreign Language Teaching Assistant Program)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações concernentes a esta lista de oportunidades e, ainda, a outras chances profissionais, acesse:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.revistatemalivre.com/oportunidades.html" target="_blank"&gt;http://www.revistatemalivre.com/oportunidades.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A REVISTA TEMA LIVRE está aceitando artigos para suas próximas edições. Para maiores detalhes, ver:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.revistatemalivre.com/chamada.html" target="_blank"&gt;http://www.revistatemalivre.com/chamada.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15116360-8777840048020655419?l=boletimmineirodehistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/feeds/8777840048020655419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15116360&amp;postID=8777840048020655419' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/8777840048020655419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15116360/posts/default/8777840048020655419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://boletimmineirodehistoria.blogspot.com/2010/04/numero-232.html' title='Numero 232'/><author><name>ricardo faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09158504463703150448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S9gw-jZeO6I/AAAAAAAAENU/BKCS_1GWI8o/s72-c/novo+banner2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15116360.post-8543717629195425043</id><published>2010-04-20T17:09:00.018-03:00</published><updated>2010-04-20T17:55:12.297-03:00</updated><title type='text'>Numero 231</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S84LbqpYwuI/AAAAAAAAEKU/xSqqpHl4alw/s1600/novo+banner2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462315967979242210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 64px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S84LbqpYwuI/AAAAAAAAEKU/xSqqpHl4alw/s400/novo+banner2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;19 de abril, 21 de abril... datas tradicionais neste país. Dia do Indio, Dia de Tiradentes. Um, abandonado desde sempre. O outro, lembrado e relembrado por políticos, principalmente, que usam o nome do Tiradentes em vão.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Sobre os dois, temos dois artigos hoje, o primeiro está completo, logo abaixo. O segundo, é de autoria do Frei Betto, sobre as esquecidas mulheres conjuradas. Indicamos o link, visto que a reprodução de textos deste autor não é livre.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;E temos, ainda, uma entrevista com Noam Chomsky, em que a política externa norte-americana é alvo de duras críticas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;E falando em manipulações na História, não deixe de ver duas fotos na parte central deste Boletim...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462315784429793842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 40px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S84LQ-3ycjI/AAAAAAAAEJ8/rq8kpRng0aM/s400/separador6.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;19 de abril: hoje é dia do índio&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;J. Rosha *&lt;br /&gt;Adital -&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#990000;"&gt;Índio? É preciso desfazer esse equívoco: não existe e nunca existiu índio no Brasil. Esse termo tem sido usado ao longo de cinco séculos com uma violenta carga de preconceito. "Índio", enquanto conceito para designar os primeiros habitantes, é um termo genérico, impreciso. Quando os primeiros colonizadores chegaram, não encontraram "índios", mas os Tupiniquim, Guarani, Xukuru, Xavante e muitos outros que formavam uma população de mais de cinco milhões de pessoas de vários povos e culturas diferentes.&lt;br /&gt;Não foi só homens "pardos, ...nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas" - como escreveu pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal-  que a tripulação de Pedro Álvares Cabral encontrou. Foi muito mais que isso. Eles encontram um tipo de organização social para o qual não tinham paradigma. Para eles, a forma de organização social conhecida era o Estado - uma instituição ainda em formação naquele momento da história da Humanidade. Portanto, uma terra onde não havia um rei, um estado ou um exército para repelir os invasores, era uma terra pronta para ser ocupada e dominada.&lt;br /&gt;E para que pudessem ocupar o território e tomar posse dele, era preciso, primeiro, negar aos indígenas a sua condição de povos pela ausência, dentre outras coisas, de uma organização social nos moldes em que eles, colonizadores, conheciam.&lt;br /&gt;O que se fez, a partir daí, foi uma verdadeira "limpeza étnica" no território brasileiro. Os povos indígenas foram -e continuam sendo - agredidos das formas mais impiedosas para dar lugar ao modelo capitalista de "desenvolvimento" de tal sorte que nos 70 o governo militar previa a completa eliminação deles até o fim do século XX. Para o bem do povo brasileiro e dos povos indígenas, a ditadura militar de 64 não resistiu às pressões populares e teve seu fim na metade dos anos 80.&lt;br /&gt;De cerca de 100 mil que eram nos anos 70, na primeira década do século XXI eles passaram a ser mais de 700 mil, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.&lt;br /&gt;A partir das mobilizações para a Assembléia Nacional Constituinte (1987-1988), as lutas do movimento indígena passaram a ter maior visibilidade. Precisamente  a partir daí alguns conflitos ganham maior espaço nos noticiários e, em muitos municípios onde antes se dizia que não existiam mais indígenas, eles surgem com muita força, incomodando principalmente os grandes latifundiários. Tornaram-se alvo de campanhas difamatórias empreendidas por fazendeiros, mineradoras, militares e políticos. A luta pela demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, é um dos exemplos disso.&lt;br /&gt;Com a Constituição de 1988 vem o reconhecimento, pelo Estado Brasileiro, dos direitos dos povos indígenas à terra tradicionalmente ocupada e a viver de acordo com seus costumes e tradições. Foram reconhecidas também suas formas próprias de organização, mas isso tem ficado só no papel. Na prática, o estado tem falhado em formular políticas públicas que garantam e viabilizem esses direitos. A situação da saúde é a que com muita propriedade ilustra essa afirmação e a que tem causado maiores transtornos aos indígenas nos últimos anos.&lt;br /&gt;Desfazer o equívoco e o preconceito é, portanto, um passo para compreender a importância que têm os indígenas no mundo de hoje e sua contribuição para outros povos do planeta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;* CIMI Norte 2&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462315904194624626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 40px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S84LX9B8vHI/AAAAAAAAEKM/i-_EpJCH_ys/s400/separador6.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 de abril: comemoração da Inconfidência Mineira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Mulheres conjuradas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Frei Betto)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&amp;amp;cod=47017&amp;amp;lang=PT"&gt;http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&amp;amp;cod=47017&amp;amp;lang=PT&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462315833590888546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 40px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S84LT2AtOGI/AAAAAAAAEKE/5xeIdqqjfFU/s400/separador6.GIF" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Chomsky: o que está em jogo na questão do Irã&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Em entrevista à publicação alemã Freitag, Noam Chomsky fala da pressão dos EUA e de Israel sobre o Irã e seu significado geopolítico. "O Irã é percebido como uma ameaça porque não obedeceu às ordens dos Estados Unidos. Militarmente essa ameaça é irrelevante. Esse país não se comportou agressivamente fora de suas fronteiras durante séculos. Israel invadiu o Líbano, com o beneplácito e a ajuda dos EUA, até cinco vezes em trinta anos. O Irã não fez nada parecido", afirma.&lt;br /&gt;David Goessmann/Fabian Scheidler -Freitag &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Barak Obama obteve em 2009 o Prêmio Nobel da Paz enquanto enviava mais tropas ao Afeganistão. O que ocorreu com a “mudança” prometida?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Chomsky: Sou dos poucos que não está desiludido com Obama porque não depositei expectativas nele. Eu escrevi sobre as posições de Obama e suas perspectivas de êxito antes do início de sua campanha eleitoral. Vi sua página na internet e para mim estava claro que se tratava de um democrata moderado ao estilo de Bill Clinton. Há, claro, muita retórica sobre a esperança e a mudança. Mas isso é como uma folha em branco, onde se pode escrever qualquer coisa. Aqueles que se desesperaram com os últimos golpes da era Bush buscaram esperanças. Mas não existe nenhuma base para expectativa alguma uma vez que se analise corretamente a substância do discurso de Obama.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Seu governo tratou o Irã como uma ameaça em função de seu programa de enriquecimento de urânio, enquanto países que possuem armas nucleares como Índia, Paquistão e Israel não sofrem a mesma pressão. Como avalia essa maneira de proceder?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Chomsky: O Irã é percebido como uma ameaça porque não obedeceu às ordens dos Estados Unidos. Militarmente essa ameaça é irrelevante. Esse país não se comportou agressivamente fora de suas fronteiras durante séculos. O único ato agressivo se deu nos anos 70 sob o governo do Xá, quando, com apoio dos EUA, invadiu duas ilhas árabes. Naturalmente ninguém quer que o Irã ou qualquer outro país disponha de armas nucleares. Sabe-se que esse Estado é governado hoje por um regime abominável. Mas apliquem-se os mesmos rótulos aplicados ao Irã a sócios dos EUA como Arábia Saudita ou Egito e só se poderá o Irã em matéria de direitos humanos. Israel invadiu o Líbano, com o beneplácito e a ajuda dos EUA, até cinco vezes em trinta anos. O Irã não fez nada parecido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Apesar disso, o país é considerado como uma ameaça...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Chomsky: Porque o Irã seguiu um caminho independente e não se subordina a nenhuma ordem das autoridades internacionais. Comportou-se de modo similar ao que fez o Chile nos anos setenta. Quando este país passou a ser governador pelo socialista Salvador Allende foi desestabilizado pelos EUA para produzir “estabilidade”. Não se tratava de nenhuma contradição. Era preciso derrubar o governo de Allende – a força “desestabilizadora” – para manter a “estabilidade” e poder restaurar a autoridade dos EUA. O mesmo fenômeno ocorre agora na região do Golfo. Teerã se opõe à autoridade dos EUA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Como avalia o objetivo da comunidade internacional ao impor graves sanções a Teerã?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Chomsky: A comunidade internacional: curiosa expressão. A maioria dos países do mundo pertence ao bloco não alinhado e apóiam energicamente o direito do Irã de enriquecer urânio para fins pacíficos. Tem repetido com freqüência e abertamente que não se consideram parte da denominada “comunidade internacional”. Obviamente pertencem a ela só aqueles países que seguem as ordens dos EUA. São os EUA e Israel que ameaçam o Irã. E essa ameaça deve ser tomada seriamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Por que razões?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Chomsky: Israel dispõe neste momento de centenas de armas atômicas e sistemas de lançamento. Destes últimos, os mais perigosos provem da Alemanha. Este país fornece submarinos nucleares Dolphin, que são praticamente invisíveis. Podem ser equipados com mísseis nucleares e Israel está preparado para deslocar esses submarinos para o Golfo. Graças à ditadura egípcia, os submarinos israelenses podem passar pelo Canal de Suez.Não sei se isso foi noticiado na Alemanha, mas há aproximadamente duas semanas a Marinha dos EUA informou que construiu uma base para armas nucleares na ilha Diego Garcia, no oceano Índico. Ali seriam estacionados os submarinos equipados com mísseis nucleares, inclusive o chamado “destruidor de bunkers”. Trata-se de projéteis que podem atravessar muros de cimento de vários metros de espessura. Foram pensados exclusivamente para uma intervenção no Irã. O destacado historiador militar israelense Martin Levi van Creveld, um homem claramente conservador, escreveu em 2003, imediatamente após a invasão do Iraque, que “depois desta invasão os iranianos ficaram loucos por ainda não terem desenvolvido nenhuma arma atômica”. Em termos práticos: há alguma outra maneira de impedir uma invasão? Por que os EUA ainda não ocuparam a Coréia do Norte? Porque ali há um instrumento de dissuasão. Repito: ninguém quer que o Irã tenha armas nucleares, mas a probabilidade de que o Irã empregue armas nucleares é mínima. Isso pode ser comprovado nas análises dos serviços secretos estadunidenses. Se Teerã quisesse equipar-se com uma só ogiva nuclear, provavelmente o país seria arrasado. Uma fatalidade deste tipo não é do gosto dos clérigos islâmicos no governo: até agora eles não mostraram nenhum impulso suicida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;O que pode fazer a União Européia para dissipar a tensão desta situação tão explosiva?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Chomsky: Poderia reduzir o perigo de guerra. A União Européia poderia exercer pressão sobre Índia, Paquistão e Israel, os mais proeminentes não assinantes do Tratado de Não Proliferação Nuclear, para que finalmente o assinem. Em outubro de 2009, quando se protestou contra o programa atômico iraniano, a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) aprovou uma resolução, que Israel desafiou, para que este país assinasse o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares e permitisse o acesso de inspetores internacionais aos seus sistemas nucleares. A Europa e os EUA trataram de bloquear essa resolução. Obama fez Israel saber imediatamente que não devia prestar nenhuma atenção a esta resolução.É interessante o que acontece na Europa desde que a Guerra Fria acabou. Quem acreditou na propaganda das décadas anteriores devia esperar que a OTAN se dissolvesse em 1990. Afinal, a organização foi criada para proteger a Europa das “hordas russas”. Agora já não existem “hordas russas”, mas a organização se expande e viola todas as promessas que fez a Gorbachev, que foi suficientemente ingênuo para acreditar no que disseram o presidente Bush e o chanceler Kohl, a saber: que a OTAN não se deslocaria um centímetro na direção do leste europeu. Na avaliação dos analistas internacionais, Gorbachev acreditou em tudo o que eles disseram. Não foi muito sábio. Hoje a OTAN expandiu a grandes territórios do Leste e segue sua estratégia de controlar o sistema mundial de energia, os oleodutos, gasodutos e rotas de comércio. Hoje é uma mostra do poder de intervenção dos EUA no mundo. Por que a Europa aceita isso? Por que não se coloca de pé e olha de frente para os EUA?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;Ainda que os EUA pretendam seguir sendo uma superpotência militar, a sua economia praticamente desmoronou em 2008. Faltaram bilhões de dólares para salvar Wall Street. Sem o dinheiro da China, os EUA talvez tivessem entrada em bancarrota&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Chomsky: Fala-se muito do dinheiro chinês e especula-se muito a partir deste fato sobre um deslocamento do poder no mundo. A China poderia superar os EUA? Considero essa pergunta uma expressão de extremismo ideológico. Os Estados não são os únicos atores no cenário mundial. Até certo ponto são importantes, mas não de modo absoluto. Os atores, que dominam seus respectivos Estados, são sobretudo econômicos: os bancos e as corporações. Se examinamos quem controla o mundo e determina a política, vamos nos abster de afirmar um deslocamento do poder mundial e da força de trabalho mundial. A China é o exemplo extremo. Ali se dão interações entre empresas transnacionais, instituições financeiras e o Estado na medida em que isso serve a seus interesses. Esse é o único deslocamento de poder, mas não proporciona nenhuma manchete.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tradução para o SinPermiso: Angel Ferrero&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tradução para a Carta Maior: Katarina Peixoto&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte original: &lt;a href="http://www.freitag.de/politik/1013-iran-obama-weltordnung-sanktionen" target="_blank"&gt;http://www.freitag.de/politik/1013-iran-obama-weltordnung-sanktionen&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462314625016238978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 308px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S84KNfuDk4I/AAAAAAAAEIc/dipyiheZCXE/s400/convite_gphp_abril.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Reflexões sobre uma identidade afro-descendente&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Pretendo abordar neste artigo algumas reflexões sobre a noção de identidade para tentar dimensionar o significado do contexto atual brasileiro, no qual está em processo uma redefinição da identidade dos afro-descendentes. As diferentes construções identitárias nascem em contextos sociais específicos e devem ser pensadas em uma perspectiva relacional, ou seja, como resultantes das relações sociais que ocorrem no cotidiano dos atores sociais, e não como propriedades intrínsecas compostas por uma essência imutável.&lt;br /&gt;por ROSÂNGELA PRAXEDES&lt;br /&gt;link: &lt;a href="http://espacoacademico.wordpress.com/2010/04/17/reflexoes-sobre-uma-identidade-afro-descendente/"&gt;http://espacoacademico.wordpress.com/2010/04/17/reflexoes-sobre-uma-identidade-afro-descendente/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S84KnircspI/AAAAAAAAEJE/2Wo1bME-fJk/s1600/leituras.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462315072487207570" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 148px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S84KnircspI/AAAAAAAAEJE/2Wo1bME-fJk/s200/leituras.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Leituras da Historia nº 28&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A controvertida história do fumo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O desafio da preservação de 40 mil bens históricos no Brasil&lt;/div&gt;&lt;div&gt;João do Rio&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entrevista com Ciro Flamarion Cardoso&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Labirintos nas igrejas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A natureza dos hieroglifos&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;Antecedentes da Revolução Mexicana de 1910 (2)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Escrito por Guga Dorea   &lt;br /&gt;16-Abr-2010&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Qual é o legado do estadista liberal Benito Juárez para o México contemporâneo, em plena comemoração dos 100 anos de sua revolução? Com essa questão, entre outras, encerrei meu último artigo no Correio da Cidadania. Figura expoente daquele país na segunda metade do século XIX, Benito Juárez foi um dos principais precursores do que o México e a América Latina são hoje.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4546/9/"&gt;http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4546/9/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(observação – neste endereço você encontra o link para a primeira parte do artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S84KfRAa6lI/AAAAAAAAEI0/9S2oNO328_Q/s1600/hist.viva.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462314930304379474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 148px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S84KfRAa6lI/AAAAAAAAEI0/9S2oNO328_Q/s200/hist.viva.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;História Viva nº 78&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A grande manipulação de Pearl Harbor&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os druidas eram apenas chefes tribais&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Reforma agrária e educação: Joaquim Nabuco&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cardeal de Richilieu&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Medos na Idade Média&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Brasilia, 50 anos&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;PINTORES DA PAISAGEM PARANAENSE 01&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.espacoagora.com.br/?p=896"&gt;http://www.espacoagora.com.br/?p=896&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S84K1lGj16I/AAAAAAAAEJc/brDf125AQCE/s1600/rev.hist%3Bbn.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462315313655961506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 142px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ncpKyT7gcEc/S84K1lGj16I/AAAAAAAAEJc/brDf125AQCE/s200/rev.hist%3Bbn.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Revista de História da Biblioteca Nacional nº 55&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Napoleão, o conquistador do Brasil&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Brasilia 50 anos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entrevista com Mary del Priore&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mestre João mapeou o céu do Brasil&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Museu da Pampulha&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Psiquiatria sem preconceito&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Manifesto antiamericano&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Paixão conservadora pelo obscurantismo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A grande mídia sente uma atração fatal pelas forças do atraso, pelo endeusamento do mercado, pela negligência dos direitos dos oprimidos. O conservadorismo chega a ser um estilo de vida, uma forma de lutar contra qualquer forma de inclusão, seja social, cultural, digital.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.espacoagora.com.br/?p=889"&gt;http://www.espacoagora.com.br/?p=889&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHO
